Deus é Imutável




Observem um pouco a imagem acima. O que lhes parece?

Quando a vi pela primeira vez me saltou à mente o diálogo entre Lucas ou Lucano (antes de sua conversão ao cristianismo) e Diadoro (o tribuno, filho do senador romano Prisco) registrado no livro de Taylor Caldwell, “Médico de Homens e de Almas: a história de São Lucas”.

“O Deus Desconhecido, entretanto, parecia não possuir os atributos do homem, nem seus vícios nem suas pequenas virtudes. Os filósofos disseram que Ele não deve ser compreendido pelo homem (...). Diodoro sabia tudo sobre o Deus Desconhecido. Outrora, num templo grego, tinha-Lhe feito sacrifícios, embora os gregos acreditassem que Ele não desejava sacrifícios. Quem era aquele Deus que não tinha nome? Quais eram os Seus atributos? De que homens era Ele o padroeiro? Não havia imagens Dele em parte alguma. Poderia ser o Rei dos Judeus, do qual Diodoro tanto ouvira falar em Jerusalém? Mas soubera que eles, os judeus, sacrificavam-Lhe pombas e cordeiros, em um festival a que chamavam Páscoa, na temporada da primavera. Os judeus chamavam-No Senhor, e pareciam conhecê-Lo muito bem. (...) Lucano era grego, não judeu. Seria possível que os gregos tivessem ouvido falar no Deus judeu e, não sabendo o Seu nome, chamassem-No o Desconhecido.

(...) Diodoro recordou-se do nome que ouvira de um principezinho judeu: Adonai. E disse a Lucano:

- Seu nome é Adonai?

- Ele não tem nome que os homens conheçam, senhor - replicou o menino.

- Seja como for, creio lembrar-me de que esse nome significa "Senhor" disse Diodoro, abstraidamente. - É o Deus dos judeus.

- Mas o Deus Desconhecido é o Deus de todos os homens - falou Lucano, animadamente. - Ele não é Deus apenas dos judeus, mas dos romanos e dos gregos, dos pagãos, dos escravos, dos césares e dos homens selvagens das florestas e das terras ainda desconhecidas.

- Como sabes disso, criança? Indagou Diodoro, com um ligeiro sorriso. - Eu sei. Eu sei no meu coração. Ninguém me disse falou Lucano, com simplicidade. Diodoro ficou estranhamente comovido. Recordou-se de que os deuses dão às crianças, de preferência, a sua sabedoria, pois elas não têm as mentes deformadas e torcidas pela vida. - Um dia disse Lucano eu O encontrarei.

- Onde? Perguntou Diodoro, tentando ser indulgente. Mas Lucano erguera o rosto para o céu e seu perfil ficou banhado pela luz dourada do luar.

- Não sei onde, mas eu O encontrarei. Ouvirei a Sua voz, e O conhecerei. Ele está em toda parte, mas eu hei de conhecê-Lo em particular; e Ele falará comigo, não só na lua e no sol, nas florestas e nas pedras, nos pássaros e no vento, nas auroras e nos poentes. Eu O servirei, e darei a Ele meu coração e minha vida.

Havia júbilo na voz do menino e de novo Diodoro sentiu um frêmito de superstição.

- E rezastes para Ele pedindo por Rúbria? Perguntou. Lucano voltou o rosto para o homem e sorriu:

- Sim, senhor.

- Mas que nome Lhe dás, menino, quando rezas?

Lucano hesitou. Olhou firme para Diodoro, como que em súplica.

- Chamo-O Pai respondeu, em voz baixa.

Diodoro estava estupefato, apanhado que fora de surpresa. Ninguém chamara jamais Pai a qualquer dos deuses. Aquilo era ridículo. Seria afrontar os deuses, dirigir-se-lhe o homem insignificante de maneira tão familiar. Se aquele menino falava assim ao Deus Desconhecido, quem sabia se, em Sua cólera divina, Ele não golpearia o objeto de tais preces? Rúbria!

Diodoro disse, severamente:

- Homem algum, nem mesmo os filhos dos deuses, jamais ousaram chamar Pai a um deus. É ultrajante. É verdade que muitos deuses têm filhos e filhas através de homens e mulheres mortais, mas mesmo assim...

- Senhor, tu falas colericamente disse Lucano, não com voz de medo ou servilismo, mas com a voz arrependida de quem ofendeu sem o desejar e pede perdão. - O Deus Desconhecido não se zanga quando um de Seus filhos chama-O Pai. Ele fica satisfeito.

- Mas como sabes isso, menino?

- Eu sei em meu coração. E assim, quando eu O chamo Pai e peço-Lhe que cure Rúbria, sei que Ele ouve delicadamente e vai curá-la, porque Ele a ama.

Um deus delicado. Isso era absurdo. Os deuses não eram delicados. Tinham zelo de sua honra, eram vingativos, distantes e poderosos. Diodoro fixou os olhos em Lucano, tomando uma nota mental no sentido de dizer a Enéias que castigasse seu presunçoso filho. As palavras de fria censura já estavam em seus lábios quando a lua iluminou em cheio o rosto de Lucano, que se tornou soberbamente radioso.

Diodoro, então, lembrou-se do que aquele menino dissera: "Ele a ama." Os deuses não "amam" os homens. Pedem adoração e sacrifícios aos homens, mas o homem, como tal, é uma coisa sem valor para os deuses.

"Ele a ama." Poderia o Deus Desconhecido ter como um de Seus atributos a qualidade de amar os homens? Oh! Que absurdo! Que presunção! E que estava fazendo ele, Diodoro, ali, ao luar, conversando com uma criança, com o filho de um infeliz liberto como um homem da nobreza pode conversar com seu igual?

Este livro é simplesmente maravilhoso, recomendo. São 669 páginas que devorei em uma semana.

Destaquei algumas palavras que poderiam muito bem por si só explicar o tema proposto. Vou deixá-las, no entanto, como reflexão para vocês. O certo é que Rúbria, filha de Diodoro e o grande amor de Lucas, não fora curada e este fato foi o grande dilema espiritual de Lucas até convergir em sua conversão.

Chamo a atenção para esse pensamento de Diodoro: “E que estava fazendo ele, Diodoro, ali, ao luar, conversando com uma criança, com o filho de um infeliz liberto como um homem da nobreza pode conversar com seu igual?

O conceito que Diodoro tinha de si mesmo, superior ao filho de um escravo que ele libertara, foi transferido para o que ele pensava poder ser o conceito de Deus para com os homens: não podia haver um diálogo familiar. Imagina um deus ser concebido como um pai e dialogar com os homens?

O mundo espiritual era muito confuso naquela época. Os romanos e os gregos tinham muitos deuses. Tantos deuses e nenhum capaz de promover, transmitir a paz ao ponto de bastar-se em si mesmo. Procurar intercessores espirituais, intermediários que não o Único que é digno de adoração, porque Ele é o grande Criador do Universo e de todas as coisas, é ter essa cultura grego-romana. A adoção de outros deuses não faz parte da concepção cristã. Cristianismo é para pessoas com mentalidade cristã.

Esta foi uma das razões pelas quais os líderes religiosos judaicos prenderam e mataram Jesus. Para eles era uma blasfêmia Jesus intitular-Se como Filho de Deus e referir-Se a Deus como Pai. Aqui está um importante princípio a ser observado com relação ao conceito que se tem de Deus: Deus é quem Ele é, não o que os homens pensam ou querem que Ele seja!

Gostaríamos de ressaltar que este blog é um espaço onde podemos conversar livremente sobre Deus, fé, religião, perdão, salvação e outras coisas mais. Afinal, o nome é Nossas Letras e Algo Mais. Este é um espaço de aprendizado, inclusive e principalmente para nós. Por isso, o nosso convite para vocês é: Não se reprimam. Perguntem, critiquem, comentem, discordem, opinem.

Pedro, um de nossos leitores, disse: “O meu entendimento é que Deus é absolutamente permissivo, deixa correr na frouxidão os absurdos da nossa ignorância. E mais, na Sua misericórdia, “super dimensionada” por mim, ainda pagou por todas essas besteiras que fazemos. E ainda mais, o Seu propósito é que todos tenham “vida em abundância”, é a Sua vontade que todos tenham vida eterna, e Ele é onipotente! Será possível que alguma força saia vitorioso nessa luta contra Ele? A nossa ignorância, por exemplo?! Eu não creio.”
Gosto muito dos comentários do Pedro. Particularmente, aqui eu trocaria apenas a palavra “absolutamente permissivo” por tolerante, paciente e gracioso. Eu sei que a Bíblia afirma que Deus não leva em conta o tempo de ignorância e eu creio nisto. Não é que Deus ignore o pecado. Perdoar pecados não é o mesmo que passar por cima, ignorá-los. Penso que o que ocorre é que esse tempo entra no tempo da Graça maravilhosa de Deus. 

Além do que, Deus não é conivente com a negligência (sei, mas não me importo). Ele requererá o tempo desperdiçado por nós. O tempo em que tiramos Dele o primeiro lugar, de forma consciente, e nos posicionamos como pequenos senhores.
“Deus não destrói a ninguém. Todo aquele que for destruído ter-se-á destruído a si mesmo. Todo aquele que sufoca as admoestações da consciência está lançando as sementes da incredulidade, e estas produzirão uma colheita certa. Rejeitando a primeira advertência de Deus, Faraó, na antiguidade, semeou as sementes da obstinação, e colheu obstinação. Deus não o compeliu a descrer. A semente de incredulidade que lançou, produziu uma colheita de sua espécie. Assim, sua resistência continuou até contemplar o seu país devastado, o gélido cadáver de seu primogênito, e o primogênito de toda a sua casa, e de todas as famílias de seu reino, até que as águas do mar lhe submergiram os cavalos, carros e guerreiros. Sua história é uma ilustração tenebrosa da verdade das palavras, "tudo o que o homem semear, isso também ceifará". (Gálatas 6:7). Se tão-somente reconhecessem os homens isso, seriam cautelosos com a semente que lançam. À medida que a semente espalhada produz uma colheita, e esta por sua vez é semeada, a seara se multiplica. Essa lei é também verdadeira em relação com as pessoas. Cada ato, cada palavra é uma semente que produzirá fruto. Cada ato de meditada bondade, de obediência ou de renúncia, se reproduzirá em outros, e por eles ainda em terceiros. Do mesmo modo cada ato de inveja, malícia ou dissensão, é uma semente que brotará em "raiz de amargura" (Hebreus 12:15), pela qual muitos serão contaminados.” (Ellen White Parábolas de Jesus pág. 85)

Vejamos neste primeiro momento alguns atributos de Deus:

1. SUA SANTIDADE E JUSTIÇA:

Levíticos 19:1-2 diz: “Disse o SENHOR a Moisés: Fala a toda a congregação dos filhos de Israel e dize-lhes: Santos sereis, porque eu, o SENHOR, vosso Deus, sou santo.”

Salmos 145.17 diz: Justo é o SENHOR em todos os seus caminhos, benigno em todas as suas obras.”


2. SEU PODER, SABEDORIA E FIDELIDADE:

Apocalipse 1:8 diz: Eu sou o Alfa e Ômega, diz o Senhor Deus, aquele que é, que era e que há de vir, o Todo-Poderoso.”

Romanos 11:33-36 diz: “Ó profundidade da riqueza, tanto da sabedoria como do conhecimento de Deus! Quão insondáveis são os seus juízos, e quão inescrutáveis, os seus caminhos! Quem, pois, conheceu a mente do Senhor? Ou quem foi o seu conselheiro? Ou quem primeiro deu a ele para que lhe venha a ser restituído? Porque dele, e por meio dele, e para ele são todas as coisas. A ele, pois, a glória eternamente. Amém!”

Deuteronomio 32:4 diz: “Deus é fidelidade, e não há nele injustiça; é justo e reto.”


3. SEU AMOR:

I João 4:8 diz: “Deus é amor.”

Salmo 86:15 diz: “Mas tu, Senhor, és Deus compassivo e cheio de graça, paciente e grande em misericórdia e em verdade.”


4. SUA IMPARCIALIDADE:

Deuteronomio 10:17 diz: “Pois o SENHOR, vosso Deus, é o Deus dos deuses e o Senhor dos senhores, o Deus grande, poderoso e temível, que não faz acepção de pessoas, nem aceita suborno;”

Analisemos agora esses dois versos bíblicos:

Tiago 4:8 : “Chegai-vos a Deus, e Ele Se achegará a vós outros”. Isto afirma que Deus é mutável? Ou extremamente genioso? Ou simplesmente cavalheiro e amante da liberdade pessoal?

Malaquias 3:6 : Porque eu, o SENHOR, não mudo.” Isto prova que Deus é imutável? Melhor, isto fala que Deus é intolerante, genioso? Ou simplesmente o Senhor não vacila em Seus julgamentos?

Qual o contexto dessa afirmação divina? Malaquias 3 fala sobre o que? Já no verso 1 encontramos:

“Enfadais o Senhor com vossas palavras; e ainda dizeis: Em que o enfadamos? Nisto, que pensais: Qualquer que faz o mal passa por bom aos olhos do Senhor, e desses é que ele se agrada; ou, Onde está o Deus do juízo?”

Deus parece estar “entediado” com o constante oscilar do pensamento e disposição do povo de Israel de crer em Sua justiça. Se fizerermos uma leitura cuidadosa e honesta do contexto veremos que o Senhor Se refere à imutabilidade de Seus propósitos com relação à verdade, a justiça e ao Bem que é Ele mesmo.

Qual é o propósito de Deus com relação a este mundo? Seu propósito é de purificá-lo e não destruí-lo. O Seu amor por eles (Israel) era inalterável e por esse motivo Israel não seria destruído.

Comparemos com Lamentações 3:22 que diz: “As misericórdias do Senhor são a causa de não sermos consumidos, porque as suas misericórdias não têm fim.”

Eis o princípio da imutabilidade de Deus: no que concerne ao Seu amor, Sua justiça, Sua misericórdia Ele é simplesmente imutável. Porém, essa imutabilidade preenche as necessidades da mutabilidade humana. Daí porque Tiago disse “Chegai-vos a Deus, e Ele Se achegará a vós outros”. Deus nunca recusa ir ao encontro daqueles que sinceramente buscam a Sua face. A situação aqui significa muito mais do que aproximar-se de Deus pela oração. Quer dizer uma submissão pessoal. Uma comunhão íntima, um andar com Ele, tal como no caso de Enoque. Os que afirmam seguir o Senhor não podem ter o ânimo dobre, “coxear entre dois pensamentos”. Não devemos porfiar entre o Senhor e os sentimentos pelo que é mundano. E o que é mundano? Veja aqui: O que é mundano?

Porém, como bem diz o verso 8: “purificais as mãos, ... limpai o coração”. Mãos purificadas simbolizam nossas ações e coração limpo representa o centro da nossa própria personalidade. Achegar-se a Deus implica em assumir uma atitude de humildade. É o homem que tem que mudar, não Deus. Este tem sido fiel. Não muda. Mas, então, o que fazemos de Jeremias 13:23?

“Pode, acaso, o etíope mudar a sua pele ou o leopardo, as suas manchas? Então, poderíeis fazer o bem, estando acostumados a fazer o mal.”

O pecado pode tornar-se tão habitual que determina o destino de cada um. O castigo vem devido à pertinácia do pecado. Deus é infatigável em Seu desejo de que todos se salvem e Seu convite para que tomemos a direção que nos conduzam a Ele situa-se no hoje, porque o hoje do homem é o seu tempo de salvação. O amanhã é incerto quanto à nossa disposição de desejar sermos mudados. Temos que dar o passo seguinte em conseqüência ao convite de Deus. A nós cabe o aceitar e decidir abandonar-se em Seus braços.

“transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus.” (Romanos 12:2)

Ao Senhor cabe o purificar-nos com a Sua justiça imputada por Seu amor e misericórdia imutáveis. Esse é o evangelho da transformação:

“Lavai-vos, purificai-vos, tirai a maldade de vossos atos de diante dos meus olhos; cessai de fazer o mal. Aprendei a fazer o bem; atendei à justiça, repreendei ao opressor; defendei o direito do órfão, pleiteai a causa das viúvas. Vinde, pois, e arrazoemos, diz o SENHOR; ainda que os vossos pecados sejam como a escarlata, eles se tornarão brancos como a neve; ainda que sejam vermelhos como o carmesim, se tornarão como a lã. Se quiserdes e me ouvirdes, comereis o melhor desta terra. Mas, se recusardes e fordes rebeldes, sereis devorados à espada; porque a boca do SENHOR o disse.” 
(Isaias 1:16-25)

Sim, Pedro, concordo com você. A Bíblia é categórica neste ponto: “Cada um de nós vai acertar contas só das suas próprias dívidas.”

“O Deus que eu conheço é perfeito! Jamais faria nada de que tivesse de arrepender-se.”

Penso, Pedro, que todo cristão é unânime neste ponto. Kevan também pensa assim. A Onisciência de Deus simplesmente não permite a Deus enganar-Se à ponto de arrepender-Se no nosso conceito de arrependimento. Por isso, ele disse:

Falar de Deus como capaz de arrependimento e de experimentar tristeza é, admitidamente, o uso de linguagem antropomórfica, mas tal linguagem, a despeito disso em realidade fala de uma real experiência da parte de Deus. A discussão sobre a passividade de Deus tende a ser um tanto abstrata; porém, o Deus revelado nas Escrituras é capaz de sentir tristeza e de ser entristecido. Ele tem reações reais para com a conduta humana. Não obstante, é impossível conceber o Deus Onisciente a lamentar-Se por algum falso movimento por Ele feito.

Você disse Pedro: “(...) Com todo respeito ao ilustre E. F. Kevan, não entra na minha cabecinha teimosa que Deus fica mudando de atitude em relação a mim a cada vez que eu mudo o meu comportamento. Por ventura Deus é surpreendido por qualquer coisa que eu venha a fazer?”

Não, claro que não. Inclusive em um texto anterior "Você quer conhecer a vontade de Deus?" coloquei o argumento de que Deus não Se surpreendeu nem com Lúcifer, muito menos com Adão e Eva. Assim como não Se surpreende comigo ou com quem quer que seja.

Kevan pensa como você: “O arrependimento de Deus não é uma alteração quanto aos propósitos, e sim, uma mudança de atitude.”

Como bem disse o Mateus certa vez, Deus não é “estático”, lembra? Ele atende sim a mutabilidade humana, mas isto não é o mesmo que dizer que Deus seja vunerável em Seus propósitos. O caso de Ninive é um bom exemplo. Jônatas foi enviado para avisar a cidade sobre sua destruição. Jônatas chegou mesmo a ficar chateado porque Ninive não foi destruída. E por que ela não foi destruida? Porque Deus ouviu o clamor dos seus moradores. Por que temos, eu e você, a promessa da eternidade e da salvação? Porque apesar de nós mesmos dissemos sim ao Senhor e Ele nos ouviu e nos agraciou com Sua misericórdia. Apesar de ter dito que o salário do pecado é a morte. Isto não mudou. O nexo entre o pecado e o castigo é imutável e indestrutível. O castigo vem devido à pertinácia do pecado. Por isso, suas conseqüências se conservam. Alguns anos depois Nínive foi destruída. Deus não sabia o que fazer? Mudou de opinião? Não. Nínive voltou ao seu antigo caminho de pecado e corrupção. Deus continuava o mesmo em Seu julgamento. E será assim até o dia em que Ele purificará essa Terra e novo tudo fará. Jesus disse que está à porta de cada coração e bate, se alguém o abrir Ele entrará e ceará. Entretanto, o verso não termina aqui. Quem abrir o coração também ceará com Ele. Na relação pessoal com Deus tem que haver a mão dupla. É nesse sentido que Kevan fala sobre a mutabilidade. Deus é imutável em Seu propósito, mas a Sua graça e misericórdia Lhe permitirão sempre atender à nossa mutabilidade. Kevan também disse: “Tal mudança, quando ocorrida no homem, usualmente implica numa mudança operada na mente, pelo que também a palavra arrependimento, na linguagem humana, representa tal mudança.” Veja que é o homem que está mudando, não Deus. Deus, entretanto, não muda de mente; Sua mente é constante, tanto no que diz respeito ao amor como no que tange à santidade. Quando o homem muda em seu comportamento, então Deus muda em Sua atitude para com ele. A expressão ”arrependeu-Se o Senhor” é simplesmente uma indicação de que a atitude de Deus para com o homem que pecar é necessariamente diferente da atitude de Deus para com o homem que obedecer.”

Prova?

Apocalipse 22:12-15 : “E eis que venho sem demora, e comigo está o galardão que tenho para retribuir a cada um segundo as suas obras. Eu sou o Alfa e o Ômega, o Primeiro e o Último, o Princípio e o Fim. Bem-aventurados aqueles que lavam as suas vestiduras [no sangue do Cordeiro], para que lhes assista o direito à árvore da vida, e entrem na cidade pelas portas. Fora ficam os cães, os feiticeiros, os impuros, os assassinos, os idólatras e todo aquele que ama e pratica a mentira.”

Isto chama-se justiça. O mesmo Deus que mandou Josué acabar com Jericó e seus moradores: do menor ao maior. É o mesmo que estendeu à mão para Raabe e sua casa. Onde estavam Raabe e os seus? Em Jericó, a cidade que Deus mandou Josué destruir juntamente com seus moradores.

Foi contradição de Deus? Foram dois pesos e duas medidas? Não.

"... a atitude de Deus para com o homem que pecar é necessariamente diferente da atitude de Deus para com o homem que obedecer.”



Continuaremos ...


Ruth Alencar

Comentários

  1. Sejam bem vindos!



    Melhor visualização do blog no Google Chrome e Firefox!



    Em alguns navegadores poderá ocorrer a não visualização de comentários postados ou poderá ocorrer a visualização de comentários sobrepostos aos posts recomendados: "Poderá também gostar de:".


    Boa leitura a todos!

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    “Segundo a concepção deles foi uma blasfêmia Jesus intitular-Se como Filho de Deus e referir-Se a Deus como Pai.”

    Pois é, eles não conheciam a Jesus, e não conhecê-Lo nos leva a praticar cada asneira!

    “Um importante princípio a observar com relação ao conceito que se tem de Deus. Deus é quem Ele é, não o que os homens pensam ou querem que Ele seja!”

    Esses argumentos só me convencem, cada vez mais, de que CONHECER A DEUS É TUDO! Estou convencido de que se os fariseus e romanos tivessem alcançado o conhecimento concedido a Paulo, certamente teriam se convertido. Entendo que conhecer a Deus é o bastante para que sejamos plenamente transformados. Agora, acho uma temeridade nos arvorarmos de direito e sapiência bastantes para dimensionar o nível de conhecimento dos outros. “Ele sabe o que está fazendo”, “Ele tem o conhecimento necessários para discernir o que é certo e o que é errado”.
    Ninguém conhece sequer a si próprio, como ousarmos nos atrever a querer conhecer os outros?! Esse atributo Deus não concedeu a nenhum dos seus filhos. Só Ele é onisciente.

    “Deus leva em conta sim o tempo de ignorância. Só que esse tempo entra no tempo da graça maravilhosa de Deus.”

    Particularmente, não concordo com essa colocação por entender que ela limita a misericórdia divina. Também porque o fato de Deus ser atemporal cria algumas dificuldades para se defender esse entendimento.

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    "tudo o que o homem semear, isso também ceifará". (Gálatas 6:7).
    Se tão-somente reconhecessem os homens isso, seriam cautelosos com a semente que lançam. (...)(Ellen White Parábolas de Jesus pág. 85)

    Esse texto de Gálatas dá muita consistência às minhas convicções. Pode-se dizer que a hecatombe causada pelas chuvas no Estado do Rio de Janeiro, por exemplo, é um castigo divino, que é Deus se vingando do povo carioca? Não vejo como.
    A explicação mais racional e justa não seria atribuir-se à ignorância do povo o engano de ter construir as suas casas em lugares impróprios? Mas, foi por maldade que as pessoas construíram as suas casas em lugares impróprios? Claro que não! Foi por ignorância mesmo! Falta de conhecimento. Aqui, entenda-se conhecimento na forma mais ampla.

    Na obra acima, às páginas 81 e 82, Ellen White diz: “(...) O mundo material está sob o governo de Deus. A Natureza obedece às leis naturais ... Será que o homem, criado à semelhança de Deus, dotado de raciocínio e linguagem, seja o único indigno de Suas dádivas e desobediente à Sua vontade? Causarão unicamente os seres racionais confusão em nosso mundo?”

    Mas, é claro que a resposta é: – Sim. Pois, só aos racionais Deus concedeu o direito de livre escolha. Pode, porventura, uma pedra escolher o seu lugar de repouso, ou uma estrela decidir se brilha ou não?
    O problema dos racionais é que lhes foi concedida liberdade plena, porem, com conhecimento limitado, estando, portanto, sujeitos a acertar ou errar nas suas escolhas.

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    Levíticos 19:1-2 diz: “Disse o SENHOR a Moisés: Fala a toda a congregação dos filhos de Israel e dize-lhes: Santos sereis, porque eu, o SENHOR, vosso Deus, sou santo.”

    Nos capítulos 18 a 22 de Levíticos a palavra chave é: “NÃO”. As leis destacam um montão de coisas que não se devia fazer, no entanto, o verso 1 do capítulo 19 diz simplesmente: “Disse o Senhor a Moisés: e o verso 2, sem nenhuma explicação expressa, foge completamente à tônica dos demais versos dos quatro capítulos em questaão. “Fala a toda a congregação dos filhos de Israel e dize-lhes: Santos sereis, porque eu, o Senhor, vosso Deus, sou Santo.”

    Note-se que não está explicito nenhum outro motivo que justifique a santidade do homem. É simplesmente a misericórdia divina a responsável pela nossa salvação. Sereis porque Eu Sou, e vocês são uma parte de mim. Essa é a minha vontade, e Eu Sou onipotente, e pronto!
    Mas, embora todos concordem com isso, estão sempre arranjando alguns detalhes para justificar a nossa participação na obra salvadora, afirmando que nós temos que fazer isso e mais aquilo a fim sermos salvos.

    Lamentações 3:22 “As misericórdias do Senhor são a causa de não sermos consumidos, porque as suas misericórdias não têm fim.”

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    Definindo a Deus?!

    Salmos 145.17 diz: “Justo é o SENHOR em todos os seus caminhos, benigno em todas as suas obras.”

    Apocalipse 1:8 diz: “Eu sou o Alfa e Ômega, diz o Senhor Deus, aquele que é, que era e que há de vir, o Todo-Poderoso.”

    Deuteronomio 32:4 diz: “Deus é fidelidade, e não há nele injustiça; é justo e reto.”

    I João 4:8 diz: “Deus é amor.”

    Salmo 86:15 diz: “Mas tu, Senhor, és Deus compassivo e cheio de graça, paciente e grande em misericórdia e em verdade.”

    Deuteronomio 10:17 diz: “Pois o SENHOR, vosso Deus, é o Deus dos deuses e o Senhor dos senhores, o Deus grande, poderoso e temível, que não faz acepção de pessoas, nem aceita suborno;”

    Ninguém tem condição de definir a Deus, mais todos nós vivemos definindo-O a todo instante. - “Deus é amor”, “Deus é justiça”, “Deus é...” No meu entender a definição mais adequada seria: - Deus é perfeito. E Ele é perfeito mesmo!

    Ora, um dos pressupostos para que Deus seja perfeito é a impossibilidade de que Ele se torne imperfeito, logo, como atribuir-Lhe imperfeições tais como vingança, ódio, falha de memória (esquecimento), entre tantas outras deficiências morais expressas na Bíblia, além de uma “parcial mutabilidade”?

    Claro que não existem tais afirmações na Bíblia! Tudo é apenas uma questão de entendimento. Tenho batido insistentemente nessa tecla: Deus é perfeito e, portanto, imutável. A aplicação da literalidade textual de algumas passagens bíblicas é que precisa ser contextualizada na essência do propósito divino, e então, ver-se-á o engano que se comete com tais interpretações.

    A rigor, será que não temos a mesma visão sobre a questão da literalidade textual da Bíblia? Afinal, são tantos os textos nos quais nos expressamos com um mesmo sentido! Será que as nossas diferenças não são apenas uma reação inconsciente da convicção cultural que formamos ao longo do tempo?

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  6. ..
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    Veja agora esses dois versos bíblicos:

    “Tiago 4:8 : Chegai-vos a Deus, e Ele Se achegará a vós outros.
    Isto afirma que Deus é mutável? Ou extremamente genioso? Ou simplesmente cavalheiro e amante da liberdade pessoal?”

    Chegar-me a Deus para que Ele se chegue mim! Não há como eu me separar de Deus e nem como Ele se separar de mim, portanto esse “chegar” é apenas uma figura de linguagem. Davi define bem isso ao afirmar que “aonde eu for aí Tu estás.”
    No meu entender, qualquer explicação que tente justificar mudanças em Deus é de uma fragilidade tão grande que não há como sustentá-la.
    Deus não muda de jeito nenhum, Ele é o que é, sempre!

    “transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus.” (Romanos 12:2)

    Afinal, como é que se processa a “renovação da vossa mente”?
    Entendo que só mediante o conhecimento que se adquire.

    “Kevan pensa como você: “O arrependimento de Deus não é uma alteração quanto aos propósitos, e sim, uma mudança de atitude.”
    Desculpa Ruth, a minha cabecinha teimosa continua não entendendo como se processa essa mudança que, a rigor, não é uma mudança.
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    ResponderExcluir
  7. .
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    “Deus, entretanto, não muda de mente; Sua mente é constante, tanto no que diz respeito ao amor como no que tange à santidade. Quando o homem muda em seu comportamento, então Deus muda em Sua atitude para com ele. A expressão ”arrependeu-Se o Senhor” é simplesmente uma indicação de que a atitude de Deus para com o homem que pecar é necessariamente diferente da atitude de Deus para com o homem que obedecer.” Prova? “

    Segundo entendo, obedeçamos ou desobedeçamos, Deus já conhece o final da história e não vai mudar nada, Ele já tem definida a Sua posição seja qual for a nossa atitude.

    Para todos os versos cuja literalidade afirme que Deus muda, podemos citar outros tantos que dizem o contrário. Além do que, uma análise mais aprofundada certamente mostrará que os versos que dão a idéia de mutabilidade o fazem apenas em sua literalidade textual, pois em essência o sentido e outro.

    É a forma como cada um entende, mas eu estou sempre de mente e coração abertos para mudar, desde que tenha outro entendimento.

    Fraternalmente.

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  8. 1-“Agora, acho uma temeridade nos arvorarmos de direito e sapiência bastantes para dimensionar o nível de conhecimento dos outros. “Ele sabe o que está fazendo”, “Ele tem o conhecimento necessários para discernir o que é certo e o que é errado”. Ninguém conhece sequer a si próprio, como ousarmos nos atrever a querer conhecer os outros?! Esse atributo Deus não concedeu a nenhum dos seus filhos. Só Ele é onisciente.”

    Assino embaixo Pedro.

    2-“Deus leva em conta sim o tempo de ignorância. Só que esse tempo entra no tempo da graça maravilhosa de Deus.”

    “Particularmente, não concordo com essa colocação por entender que ela limita a misericórdia divina. Também porque o fato de Deus ser atemporal cria algumas dificuldades para se defender esse entendimento.”

    Tudo é só uma questão de interpretação do que falei Pedro. Ser gracioso é ser misericordioso. Então, se Deus sabe que pequei e mesmo assim não me condena porque leva em conta o meu problema de limitação do conhecimento, só posso crer que Ele foi, no mínimo duas vezes mais misericordioso.


    3-“Pode-se dizer que a hecatombe causada pelas chuvas no Estado do Rio de Janeiro, por exemplo, é um castigo divino, que é Deus se vingando do povo carioca? Não vejo como.”

    “A explicação mais racional e justa não seria atribuir-se à ignorância do povo o engano de ter construir as suas casas em lugares impróprios? Mas, foi por maldade que as pessoas construíram as suas casas em lugares impróprios? Claro que não! Foi por ignorância mesmo! Falta de conhecimento. Aqui, entenda-se conhecimento na forma mais ampla.”

    “Na obra acima, às páginas 81 e 82, Ellen White diz: “(...) O mundo material está sob o governo de Deus. A Natureza obedece às leis naturais ... Será que o homem, criado à semelhança de Deus, dotado de raciocínio e linguagem, seja o único indigno de Suas dádivas e desobediente à Sua vontade? Causarão unicamente os seres racionais confusão em nosso mundo?”

    Posso dizer que concordo com você em quase tudo. Já temos um texto já preparado sobre esse tema. Estamos fechando eu e a Brigida sua elaboração.

    4-“É simplesmente a misericórdia divina a responsável pela nossa salvação.”

    Perfeito. Sem Jesus nada feito!

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  9. 5- “Mas, embora todos concordem com isso, estão sempre arranjando alguns detalhes para justificar a nossa participação na obra salvadora, afirmando que nós temos que fazer isso e mais aquilo a fim sermos salvos.”

    Eu compreendi isto e já faz algum tempo que parei de me perguntar por que Ele me ama tanto assim! Afinal, O amamos porque Ele nos amou primeiro.

    6- "Ora, um dos pressupostos para que Deus seja perfeito é a impossibilidade de que Ele se torne imperfeito, logo, como atribuir-Lhe imperfeições tais como vingança, ódio, falha de memória (esquecimento), entre tantas outras deficiências morais expressas na Bíblia, além de uma “parcial mutabilidade”?

    Sempre entendi a “vingança” de Deus como justiça. “Ódio” como não suportar o mal, o injusto, a mentira. Claro que quando a Bíblia fala nestes termos não está dizendo no sentido corrupto da nossa vingança e do nosso ódio.

    Com relação ao que vc chama de “parcial mutabilidade”, sempre a enxerguei como uma perfeita imutabilidade. Nada disso altera a imagem que tenho de Deus como Onisciente, Onipresente. Ao contrário, louvo-O por tão grande amor e misericórdia.

    7- “A rigor, será que não temos a mesma visão sobre a questão da literalidade textual da Bíblia? Afinal, são tantos os textos nos quais nos expressamos com um mesmo sentido! Será que as nossas diferenças não são apenas uma reação inconsciente da convicção cultural que formamos ao longo do tempo?”

    Sinceramente, acho que na essência falamos a mesma língua sim.

    8- “Tiago 4:8 : Chegai-vos a Deus, e Ele Se achegará a vós outros.

    Isto afirma que Deus é mutável? Ou extremamente genioso? Ou simplesmente cavalheiro e amante da liberdade pessoal?”

    “Chegar-me a Deus para que Ele se chegue mim! Não há como eu me separar de Deus e nem como Ele se separar de mim, portanto esse “chegar” é apenas uma figura de linguagem.”

    Entendo como uma forma de expressar: Você é livre, permaneça na presença do Senhor e goze das bênçãos de um relacionamento com Ele.


    9- “Desculpa Ruth, a minha cabecinha teimosa continua não entendendo como se processa essa mudança que, a rigor, não é uma mudança.”

    Exatamente, não é uma mudança. O Deus Criador é um Deus pessoal e Ele procura sempre um caminho para cada coração. Certa vez alguém me perguntou se todos os caminhos levavam a Deus. Respondi que não. Mas que Deus passeava por todos os caminhos buscando os que são Seus.

    É assim que compreendo “aonde eu for aí Tu estás”.

    10- “Segundo entendo, obedeçamos ou desobedeçamos, Deus já conhece o final da história e não vai mudar nada, Ele já tem definida a Sua posição seja qual for a nossa atitude.”

    Não concordo com a visão hipercauvinista da eleição ou mesmo da predestinação. A única predestinação que consigo ver defendida na Bíblia é a predestinação para a salvação. Todos estamos predestinados para a salvação porque Jesus morreu por todos nós.

    Deus sabe o fim desde o princípio e convida incessantemente o homem a arrepender-se e a andar em Sua presença, mas a decisão pertence ao homem. Somos nós que definimos quem queremos como o Senhor de nossas vidas e dessa decisão depende todas as outras.

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  10. Muito obrigada Pedro por sua participação. Temos aprendido muito com você.

    Que Deus lhe abençõe

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  11. Olá ,Ruth.
    Teremos a eternidade para conhecer nosso Deus , o grande Eu sou.Tão meigo e ao mesmo tempo tão tremendo... posso pedir aos leitores que assistam a esse musical? Deus abencoe a todos!

    http://www.youtube.com/watch?v=qC6AytrnT8c

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  12. Olá Marta,

    vc estava desaparecida, senti sua falta.

    Verdade, teremos toda a eternidade para conhecer o Senhor. Mas, como diz sempre nosso amigo Pedro, "Conhecer Deus é tudo". Então, nada nos impede de em nosso relacionamento com o Senhor já agora vislumbrarmos a Personalidade maravilhosa de Deus em Cristo Jesus.

    Vou ver o vídeo, depois comento.

    um grande abraço e que Deus lhe abençoe.

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  13. Marta,

    vi o vídeo... lindíssimo!!!!

    Já pesquisei na net e ele já faz parte do próximo texto.

    bjs

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