Deus é Paz





Está esta concepção de todo errada? Não tem sido a religião também usada como instrumento de poder e de dominação?

“A questão da espiritualidade humana é um problema sem explicação para os evolucionistas, pois se o homem tivesse mesmo surgido apenas da matéria, de onde teria vindo essa capacidade de transcender, de buscar o imanente, o espiritual?” (Fernando Iglesias, Revista Princípios: a resposta do fim está no princípio, pág. 25)

Essa busca pela espiritualidade pode ser facilmente constatada pela grande diversidade de manifestações religiosas:

Os que não têm religiãonão têm crença ou não creem em um ser superior somam 1,1 bilhão de pessoas em todo o mundo.

Cristianismo chega aos 2,1 bilhões de fiéis. Em maior ou menor número, os cristãos estão em todos os lugares, em todos os continentes, em todos os países.

islamismo tem cerca de 1,5 bilhão de crentes no islã em todo o mundo, com a maior concentração nos países do Oriente Médio, onde se fala o árabe. Porém, a maior nação islâmica do mundo é a Indonésia, que não fala árabe.

hinduísmo, professado na Índia, tem cerca de 900 milhões de fiéis.

O budismo tem 380 milhões de fiéis, a grande maioria concentrada nos países da Ásia.

As religiões tradicionais da África chegam aos 300 milhões de praticantes.

“O que fica evidente, mesmo com o surpreendente número de não crentes, é que a religião é a norma, não a exceção, no mundo. Se levarmos em conta que apenas 16% da população mundial se declara não crente temos que 84% dela acredita na existência de um ou mais seres superiores.” (fonte: http://linoresende.jor.br/os-numeros-da-religiao)

O mundo, por sua religiosidade, deveria ser melhor não é?

Para muitos falar de religião é algo complicado. Para mim, falar de Deus é algo que evoca sentimentos de liberdade de expressão. Eu aprendi a separar Deus dos homens e de suas grandes demonstrações de fé. 

Não se trata de crer num “parquinho de diversão”, mas de saber que há uma promessa feita por Alguém de que a vida não se encerra aqui. Há algo mais: um amanhã de verdade e que todo sofrimento, engano, injustiça, erro, maldade humana e abuso religioso não terão lugar neste amanhã.

Não é uma crença em algo abstrato. Creio porque tenho realmente testemunhado fatos na minha vida que me dão razão suficiente para dizer que este é o caminho. Caminho para que? Vocês devem estar se perguntando!

Fala-se em terrorismo religioso. Qual o limite desta “suposta“ guerra entre religiões? É uma questão de fé realmente ou de política, de briga pelo poder? A quem interessa um mundo assim, confuso quanto à fé, desunido, desumano, sem amor, sem liberdade de escolha, cruel e injusto?

Sinto-me livre o suficiente para, de certa forma, perceber que para compreendermos e encontrarmos respostas honestas quanto à complexidade desse assunto é preciso sair da fronteira exclusiva da fé e adentrar nos limites dos conflitos pelo poder.

No mundo inteiro existe um lado real e cotidiano do que uma liderança politico-religiosa pode fazer com um povo ao "acabrestar-lhe" a consciência política e de si mesmo. O cristianismo dos homens quando mal usado pode, e a história já mostrou isto, também produzir tais efeitos. Por isso, no que concerne a religião é preciso que separemos Deus dos homens.

Cada uma das formas de religião diz ter a verdade em seus ensinamentos: o budismo, o espiritismo, o islamismo, o cristianismo. Cada uma, por suas representações de lideranças vive a expressão de suas grandes demonstrações de fé. Mas, o que as diferencia essencialmente? Mesmo no Cristianismo, em suas mais diversas formas de crer e se exercitar, o que diferencia o cristão autêntico do cristão professo?

Lane Graig disse certa vez: “As religiões podem conceber Deus, ou deuses de maneira tão contraditórias que todas elas não podem ser igualmente verdadeiras. (...) Todos, budistas, hindus, muçulmanos  cristãos devemos perguntar a si mesmos que razões temos para acreditar que nossa visão é verdadeira. De outra forma corremos o risco de iludirmos a nós mesmos.”

Como cristã que boas razões existem para que eu pense que minha concepção de fé é verdadeira? Quanto a mim, Cristo me deu respostas e um sentido para ter esperança quanto ao futuro.

O que mais deseja o ser humano, qualquer ser humano, senão viver em paz! Mas, o que é a paz? A paz não é relativa. Ela é. Não tem nada a ver com moral. Não encontra sua significação em um estilo de vida. Creio fortemente que um eremita pode em sua solidão viver em paz ou não. Assim como creio que um alto executivo possa, no turbilhão da cidade grande, estar em paz ou não.

A paz verdadeira é encontrada quando em meio a dificuldade há também o encontro com a esperança e a felicidade.

“Para os crédulos de que as luzes da razão dariam um xeque-mate na religiosidade, a atual irrupção do místico parece surpreendente. Porém, todo o desenvolvimento da sociedade ocidental não foi capaz de atribuir maior significado à existência humana. Assim, a espiritualidade de cunho orientalista passa a ganhar cada vez mais adeptos em um mundo que perdeu a fé no Deus histórico e desencantou-se com a razão.” Alguns afirmam que “o crescente processo de isolamento social, que separa as pessoas do convívio, seria também um dos impulsos para a busca de maior relacionamento do interior com a natureza e o Universo. (...) Das intrincadas junções de estrelas e planetas, recebem aconselhamento para seus negócios e dia-a-dia. (...) Para atender as necessidades de homens de negócio, Adonis Saliba, professor de física nuclear, desenvolveu a “astrologia financeira”. Um programa de computador criado por ele oferece, a cada cinco minutos, mapas astrais da Bolsa de Nova Iorque. No amor, nos negócios e em qualquer situação de escolha, há videntes dispostos a vender suas previsões pela leitura dos astros.” (Guilherme Silva, editor da revista Sinais do Tempo, pág.20)

Mas, eu vou mais além. Saio do terreno do “corporativismo religioso” e afirmo que no meio que se autodenomina “evangélico” ou “cristão” existe muito o que se questionar e rejeitar como “verdade”. Tem muita gente explorando a fé dos outros. Tem muita gente contando mentiras em púlpitos. Tem muita gente ensinando um evangelho enfadonho, ridículo, encarcerador. Tem muita gente mentindo e se escondendo atrás do nome “Deus”. As igrejas estão lotadas de gente atrás de milagres e não do Senhor da Paz. Em consequência vemos uma vida cristã destoante do que está no Evangelho de Cristo.

Mahatma Gandhi, um dos mais respeitados líderes da história moderna, apesar de hindu, admirava Jesus Cristo e freqüentemente citava frases do Sermão do Monte. Certa vez um missionário E. Stanley Jones encontrou-se com ele na Índia, e perguntou: “Senhor Gandhi, apesar do senhor sempre citar as palavras do Cristo, por que é tão inflexível e sempre rejeita tornar-se seu seguidor?”

E a resposta de Gandhi ficou famosa: “Ó! Eu não rejeito seu Cristo. Eu amo seu Cristo. Apenas creio que muitos de vocês cristãos são bem diferentes do vosso Cristo.”

Ao que parece essa rejeição de Gandhi ao cristianismo nasceu de um incidente acontecido na África do Sul, quando ele era um jovem advogado por lá. Gandhi estava atraído pela fé cristã; tinha estudado a Bíblia e os ensinamentos de Jesus. Estava explorando seriamente a possibilidade de tornar-se um cristão, quando decidiu assistir um culto em uma igreja local. Mas, assim que subiu os degraus, o ancião da igreja, um sul-africano branco, barrou seu caminho na porta e disse: “Não existe lugar para kaffirs nesta igreja. Fora daqui ou eu chamarei meus assistentes para atirá-lo escada abaixo.”

Não sei se esta história é verdadeira, mas não acho impossível que seja. Vivi uma experiência parecida numa viagem que fiz a Holanda. Fui a uma igreja protestante em Amsterdã e da porta não passei. Fui barrada. O senhor muito bem vestido e com um cigarro na mão e um olhar arrogante disse: “vocês não podem entrar aqui. O culto hoje é apenas para nós”. Tudo bem, eles estavam em seus direitos. Mas, fico pensando até hoje se naquele dia eu fosse alguém desesperado procurando conforto espiritual, como estaria hoje...

Cristo nos alertou sobre esse tipo de gente: Acautelai-vos dos falsos profetas, que se vos apresentam disfarçados em ovelhas, mas por dentro são lobos roubadores. (...) Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus. Muitos, naquele dia, hão de dizer-me: Senhor, Senhor! Porventura, não temos nós profetizado em teu nome, e em teu nome não expelimos demônios, e em teu nome não fizemos muitos milagres? Então, lhes direi explicitamente: nunca vos conheci. Apartai-vos de mim, os que praticais a iniquidade.” (Mateus 7:15, 21-23)

Não dá para estar com Cristo e abraçar certas mentiras, ainda que sejam meia verdades. Um dos discípulos que conviveram com Cristo nos deixaram este alerta: “sobrevirão tempos difíceis, pois os homens serão egoístas, avarentos, jactanciosos, arrogantes, blasfemadores, desobedientes aos pais, ingratos, irreverentes, desafeiçoados, implacáveis, caluniadores, sem domínio de si, cruéis, inimigos do bem, traidores, atrevidos, enfatuados, mais amigos dos prazeres que amigos de Deus, tendo forma de piedade, negando-lhe, entretanto, o poder. Foge também destes. Pois entre estes se encontram os que penetram sorrateiramente nas casas e conseguem cativar mulherinhas sobrecarregadas de pecados, conduzidas de várias paixões, que aprendem sempre e jamais podem chegar ao conhecimento da verdade.” (2º Timóteo 3:5)

“Tendo forma de piedade... penetram sorrateiramente”. Isto significa que muitos vão estar ligados nominalmente à religião, até mesmo a cristã.

Segundo Aldo Terrin, filósofo italiano, “toda cultura tem o Deus que merece e a nossa época, narcisista, egocêntrica, sem ideais sociais e sem nenhuma aspiração metafísica, está forjando para si uma concepção do divino que transparece do seu próprio modo de viver”. Nesta religiosidade ao estilo self-service, então, cada um escolhe os próprios métodos e fórmulas de se relacionar com o divino. 

A pretendida habilidade, ensinada pelas filosofias orientais e nova “eristas”, de canalizar a energia espalhada no cosmos, em proveito próprio, exclui a necessidade de um Deus pessoal, histórico e Onipotente. Não dá para crer nas verdades ensinadas por Cristo e ao mesmo tempo se prostrar perante o altar de Buda ou tomar como verdadeiras as profecias zodiacais. É incompatível. São ensinamentos completamente diferentes em sua essência. O de Cristo afirma que temos que negar a nós mesmos, tomar a nossa cruz e segui-LO. O negar a nós mesmos é nos destituirmos de qualquer trono no qual tenhamos subido e nos fizemos sentir deuses.

A maioria das filosofias nova "eristas" pregam que não somos nós mesmos, mas reflexos de vidas passadas. Mas, ao homem Cristo deu o valor da Sua própria imagem, não nos considera meros invólucros para que “outros” vivam.

O cristianismo de Cristo, e não o dos homens, nos chama a responsabilidade perante Deus por nossos atos e comportamentos em relação ao próximo. Daí porque Jesus disse que ao odiarmos estaríamos já matando. Perdoe-me, mas não consigo ver o Deus histórico nestas filosofias. Embora, veja seres humanos merecedores, tanto quanto eu, da graça e bondade de Deus.

A Bíblia não confunde Deus com a natureza e o cosmos. Deus não é criatura, nem objeto criado. Ele é o Criador. (Salmo 19:1-2)

Quando eu trabalhava como Assistente Social recebia em minha sala gente com os mais diversos tipos de problema. Diretores e operários, homens e mulheres. Diferenciavam-se em muitas coisas, mas havia algo comum a todos eles, queriam solução para seus problemas e ansiedades.

Lembro-me de uma senhora. Não era funcionária da empresa, mas fornecedora. Ela era empresária e estava responsável pelo fardamento feminino. Ela gostava de ir na minha sala e conversávamos sempre sobre os mais variados assuntos. Em uma dessas ocasião, a única em que ela me apresentou um dilema pessoal e a penúltima vez que a vi para ser mais precisa. Ela me disse: “O que você acha de alguém que procura uma vidente para descobrir coisas... traição do marido, por exemplo?”

Eu sorri e disse, mesmo suspeitando que era ela “esse alguém”, que o consideraria um tolo. Para que procurar nos lábios de uma terceira pessoa algo que se sente na pele, no dia a dia?

E ela me disse que não era sobre a traição, mas com quem acontecia a traição. Carinhosamente lhe expliquei o terreno perigoso que ela estava entrando. Ela iria mexer com domínios espirituais dos quais ela não tinha nenhum conhecimento. E conversamos longamente...

Uma semana depois ela me procurou e disse que havia ido e que havia encontrado todas as respostas. Ela estava misteriosamente sorridente. Falou que a vidente havia dito que seu marido iria morrer em breve e repentinamente. Que ela não deveria preocupar-se, pois a outra não ficaria com ele.

Ela me disse, então, “você se enganou eu encontrei a paz que estava procurando”. E saiu. Algumas semanas depois recebi um telefonema de sua filha. A mãe morrera “repentinamente”. Eles ainda não sabiam o real motivo de sua morte. O marido continua vivinho.

Não é dessa “paz” que estou falando. Falo do descanso em meio ao conflito. Davi conheceu esta paz, mesmo sendo um fugitivo pela terra e sob fortes ameaças de morte. E de sua experiência compôs o Salmo 23. 

Sabemos todos quem foi Davi. Como alguém que foi tão honrado por Deus poderia se aprofundar tanto no pecado? Esse somos nós. Um dos pecados mais tremendo de Davi foi contra Urias. Quantas pessoas sofreram e tiveram suas vidas afetadas por causa desse seu pecado! É. O pecado tem conseqüências e a maior delas é nos roubar a paz. E na maioria das vezes, a nossa e a dos outros.

Quando confrontado por Deus, Davi reconhecendo seu erro, não se desesperou, mas reconheceu sua culpa e Deus lhe deu paz. Assim nasceu o Salmo 51.  Não somos pecadores porque pecamos, pecamos porque somos pecadores. Compreender isto é essencial. E este estado não depende se creio ou não em Deus. É fato. Assim como fato é que não há libertação do pecado sem a presença efetiva de Deus em nossas vidas. E sem Ele não há paz verdadeira. Muitos podem até negar que Jesus existiu e afirmar que tudo não passa de uma grande história contada por pessoas que vivem uma grande ilusão. Mas que faremos do Seu julgamento? De Pilatos, Herodes, Anás e Caifaz? Que faremos de Lucas, Paulo, Pedro? A história tem seus fatos registrados e o julgamento de Cristo está em seus anais. Davi é um personagem real da nossa história e Davi testemunhando a presença de Deus em sua vida fez uma linda declaração através do Salmo 139.

C.S.Lewis estava certo quando disse: “um homem que fosse só homem e disse coisas que Jesus disse não seria um grande mestre da moral: seria um lunático, em pé de igualdade com o que diz ser um ovo cozido, ou então seria um Demônio. Cada um de nós pode optar por uma das alternativas possíveis. Ou este homem era, e é, Filho de Deus, ou então, foi um louco, ou algo pior. Podemos contra argumentá-lo taxando-o de louco, ou cuspir nele e matá-lo como um demônio; ou podemos cair aos seus pés e chamá-lo de Senhor e Deus. Mas não venham com nenhuma bobagem paternalista sobre ser ele um grande ser humano. Ele não nos deu essa escolha.” 

Eu não posso sentir diferente. Eu não posso lhes falar de algo diferente. Essa é a grande verdade da minha vida. Sei que o amor de Deus é sem igual e que os homens fizeram confusão do que é Sua justiça.

Aos que me leem e ainda não creem digo: Deem uma chance a vocês de conhecê-LO como Ele realmente é e não como os homens O têm apresentado. Que palavras penetrantes eu poderia empregar para atraí-los a Ele, senão as que Ele mesmo falou?

Aos que creem digo, não desistam da fé. Não lhes falo de religião. Falo Daquele que testemunhou de Si mesmo ao dizer: Se alguém me ama, guardará a minha palavra; e meu Pai o amará, e viremos para ele e faremos nele morada. Quem não me ama não guarda as minhas palavras; e a palavra que estais ouvindo não é minha, mas do Pai, que me enviou. Isto vos tenho dito, estando ainda convosco; mas o Consolador, o Espírito Santo, a quem o Pai enviará em meu nome, esse vos ensinará todas as coisas e vos fará lembrar de tudo o que vos tenho dito. Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; não vo-la dou como a dá o mundo. Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize. (João 14:23-27)



Ruth Alencar

Comentários

  1. Sejam bem vindos!



    Melhor visualização do blog no Google Chrome e Firefox!



    Em alguns navegadores poderá ocorrer a não visualização de comentários postados ou poderá ocorrer a visualização de comentários sobrepostos aos posts recomendados: "Poderá também gostar de:".


    Boa leitura a todos!

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  2. .
    .

    Eu poderia simplesmente assinar em baixo de tudo isto que você postou, mas, permita-me enfatizar alguns tópicos, mesmo não se fazendo necessário.

    “...Há algo mais: um amanhã de verdade e que todo sofrimento, engano, injustiça, erro, maldade humana e abuso religioso não terão lugar neste amanhã.“

    Amém.

    “...É uma questão de fé realmente ou de política, de briga pelo poder? A quem interessa um mundo assim, confuso quanto à fé, desunido, desumano, sem amor, sem liberdade de escolha, cruel e injusto?”

    Aos anti-Cristo, principalmente, aos lobos vestidos de cordeiro, aos mercenários tão comuns nos púlpitos atuais.

    “Como cristã que boas razões existem para que eu pense que minha concepção de fé é verdadeira? Quanto a mim, Cristo me deu respostas e um sentido para ter esperança quanto ao futuro.”

    Mais que esperança, certeza!

    “Mas, eu vou mais além. Saio do terreno do “corporativismo religioso” e afirmo que no meio que se autodenomina “evangélico” ou “cristão” existe muito o que se questionar e rejeitar como “verdade”. Tem muita gente explorando a fé dos outros. Tem muita gente contando mentiras em púlpitos. Tem muita gente ensinando um evangelho enfadonho, ridículo, encarcerador. Tem muita gente mentindo e se escondendo atrás do nome “Deus”. As igrejas estão lotadas de gente atrás de milagres e não do Senhor da Paz. Em conseqüência vemos uma vida cristã destoante do que está no Evangelho de Cristo.”

    Amém

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  3. .
    .

    “Nesta religiosidade ao estilo self-service, então, cada um escolhe os próprios métodos e fórmulas de se relacionar com o divino.”

    Métodos e fórmulas vividos e transmitidos de forma a atender a interesses pessoais e/ou corporativos.

    “Essa é a grande verdade da minha vida. Sei que o amor de Deus é sem igual e que os homens fizeram confusão do que é Sua justiça.“

    Amém.

    “Aos que me lêem e ainda não crêem digo: Dêem uma chance a vocês de conhecê-LO como Ele realmente é e não como os homens O têm apresentado.”

    Amém.

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  4. Pedro vc diz: "permita-me enfatizar alguns tópicos, mesmo não se fazendo necessário."

    tudo o que tem sido dito desde a fundação do mundo é apenas eco do que está escrito desde o princípio e estará para sempre: Deus é amor.

    Então sempre será necessário...

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