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Mostrando postagens de Março, 2011

A Bíblia: Inspiração e Revelação

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por Amin A. Rodor*


“A Bíblia se coloca à parte da filosofia humana, suas máximas e opiniões. Muito mais que mero fenômeno da literatura universal,ela é a Palavra de Deus, vestida nas palavras dos homens.Frequentemente, menciona-se evidências em favor da autenticidade do Livro Sagrado:
1-O cumprimento de suas profecias
2-Sua sobrevivênciaatoda sorte de oposições, antigas e recentes
3-A enorme quantidade dos seus manuscritos preservados
4-Descobertas arqueológicas extraordinárias confirmando detalhes de suas narrativas
Contudo, sua autoridade singular nunca se manifesta mais bela e majestosa, do que quando pelo poder da Palavra, vidas são transformadas para sempre. O poder da Palavra de Deus, em confortar, consolar, desafiar, instruir, iluminar e dar sabedoria, torna as Escrituras um livro absolutamente especial e diferente de tudo o que conhecemos. Qual é a fonte de tal poder? O que, ou realmente, quem está por trás das páginas das Escrituras?

A Palavra do Senhor
1- [...] os autores bíblicos, …

Deus Ainda não está Morto

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“Como os filósofos contemporâneos argumentam em favor de sua existência.”
por Willian Lane Craig tradução: Wagner Kaba

“Você pode pensar, devido à atual enchente de best-sellers ateístas, que a crença em Deus se tornou intelectualmente indefensável para as pessoas pensantes modernas. Mas uma olhada nos livros de Richard Dawkins, Sam Harris e Christopher Hitchens, entre outros, revela rapidamente que o tão chamado Novo Ateísmo carece de músculos intelectuais. Ele é alegremente ignorante acerca da revolução que tomou lugar na filosofia Anglo-Americana. Ele reflete o cientificismo de uma geração passada ao invés do panorama intelectual contemporâneo.
O alto ponto cultural daquela geração chegou em 8 de Abril de 1966, quando a revista Time publicou uma reportagem principal cuja capa era completamente preta, exceto pelas três palavras decoradas em letras vermelhas brilhantes: “Deus está morto?”.  A reportagem descrevia o movimento da “morte de Deus”, então corrente na teologia Americana.


Mas, p…