A Imutabilidade da Lei de Deus


O Amor Cravado na Cruz  é a Essência  da Lei de Deus 
(parte 2)

O que está historicamente registrado sobre o que disseram e dizem os grandes movimentos religiosos protestantes e líderes religiosos sobre a imutabilidade da Lei de Deus? Existe ou não a “Lei Moral”? Continuamos aqui a reflexão iniciada no texto anterior.

Relembrando os questionamentos que nos foram enviados: “No meu entender a BÍBLIA, o sábado, era um sinal entre Israel e DEUS; perpétuo, todavia, dentro da aliança mosaica, como à páscoa também o era; outrossim, ninguém esclarecido a guarda mais. O sábado, também, não pode ser chamado de mandamento moral, porque Jesus disse que os sacerdotes violávam o sábado e ficavam sem culpa!!! Mateus 12:5. Como vcs explicam isso? João, como um judeu sério, jamais ousaria dizer que o SENHOR JESUS quebraria o sábado, "semanal", se ele não o quebrasse, João 5:18. Alem do mais, eventos importantíssimos, neotestamentários, foram cumpridos no domingo! O batismo no ESPÍRITO SANTO, A RESSURREIÇÃO, A CEIA... ENFIM... é difícil explicar isso, não é?”

“me expliquem Ramanos 14:4-5 e Colossences 2:16-17, no meu entendimento o sábado foi cravado na cruz!!!” 

Na primeira parte começamos a responder e não temos a pretensão de esgotar neste segundo texto nossa reflexão sobre tais afirmações. Não teremos, tão pouco, pressa. Afinal, nossa intenção é proporcionar uma reflexão profunda. Damos, porém, a certeza de que ao final destas reflexões todos os seus questionamentos terão sido respondidos. Ficará apenas para você a responsabilidade de uma posição.

A atividade restauradora de Jesus no sábado não violou a lei, sendo antes o cumprimento espiritual da sua verdadeira finalidade.” (A. J. MACLEOD, M.A., B.D., Capelão da Igreja da Escócia na Iraq Petroleum Co., Kirkuk, Evangelho de João). 

O sábado faz parte de uma Aliança perpétua entre Deus e os homens nas suas gerações.  Êxodo 31:12-17

Quando aceitamos esta aliança estamos lembrando e confirmando nossa crença de que há um Deus Criador, e que não estamos no mundo por acaso; estamos dizendo que cremos no Deus Eterno e que admiramos os seus feitos na criação e na redenção do homem. Este é um mandamento que faz parte do decálogo e, assim, como os outros nove não poderiam ser observados por Jesus só 'porque era judeu'. Jesus os observava e os confirmava. Um mandamento escrito pelo próprio dedo de Deus e não por Moisés. Daí porque só Deus pode alterar esta Lei, a nós cabe apenas obedecê-la.

Na verdade, Deus agiu como um chefe de Estado ao escrever Ele mesmo a Sua Lei. Com a preocupação de mostrar a importância particular de uma lei cujo autor era Ele mesmo. Isto revela em si mesmo a supremacia desta Lei em relação às leis cerimoniais que foram abolidas com a morte de Jesus na cruz.

Sei que você referiu-se à Páscoa. Porém, seu pensamento segue esta mesma linha com relação à vigência da guarda do sábado. Não concordo quando você diz: “outrossim, ninguém esclarecido a guarda mais. O sábado, também, não pode ser chamado de mandamento moral, (...)” 

Interessante! Os termos “lei moral” e “lei cerimonial” eram comumente adotados pela cristandade em geral mesmo antes do movimento adventista. Encontramos tais termos de forma abundante em escritos protestantes antigos. Veja: 


Da Igreja Presbiteriana:

“Além dessa lei, geralmente chamada lei moral, foi Deus servido dar ao Seu povo de Israel, considerado uma igreja sob a Sua tutela, leis cerimoniais que contém diversas ordenanças típicas. Essas leis que em parte se referem ao culto e prefiguram Cristo, as Suas graças, os Seus atos, os Seus sofrimentos e os Seus benéficos, e em parte representam várias instruções de deveres morais, estão todas ab-rogadas sob o Novo Testamento. [...] Os Dez Mandamentos, sendo a lei fundamental e sumária de toda a moral, permanecem firmes; baseiam-se na imutável natureza de Deus e nas relações permanentes do homem sobre a terra. A respeito do quarto mandamento, disse Jesus: “o sábado foi feito para o homem”; segue-se, pois que a lei permanece em toda a sua força enquanto o homem existir sobre a terra. [...] A lei cerimonial a que se refere a carta aos Hebreus 8:7, como o primeiro pacto, ela a declara como antiquada e prestes a perecer (cap. 8 a 10). O apóstolo não julgou necessário obrigar a ela os gentios (Atos 15: 23-29). Tinha uma função transitória, apontando para Cristo, nosso sumo pontífice, por meio de seu sacerdócio, de seus sacrifícios, de suas cerimônias e de seus símbolos. Pregado que foi o antítipo, cessaram de uma vez os tipos, sem contudo perder de vista a importância que eles têm em todas as idades futuras. As disposições legais que formavam o código civil e criminal dos israelitas eram admiravelmente adaptadas ao estado de civilização a que o povo havia chegado. Essas leis, porém, foram modificadas à medida que as circunstâncias se alteravam. Moisés foi o primeiro que as reformou; Davi e outros reis as aumentaram”. (Dicionário da Bíblia, assunto: “lei”, por Jonh D. Davis). 


Da Igreja Batista 

“Na dispensação judaica havia duas classes de leis: uma classe eram aquelas leis que existiram antes, sempre existiram, desde a origem, correspondendo com o estado imutável dos homens; a outra aplicava-se aos hebreus como nação, e foram dadas como primeiras noções de coisas futuras mais aperfeiçoadas. A primeira classe, suma da lei comum da humanidade, fora escrita pelo dedo de Deus, em tábuas de pedra. A outra classe não tinha importância. A páscoa, o sacerdócio, a circuncisão, os sacrifícios, importantes como foram, não tinham a importância de serem escritos com o dedo de Deus, mas foram escritos por Moisés, significando que eram perecíveis e passageiras. A instituição do sábado teve a honra de ser escrita com o dedo de Deus, como lei fundamental imperecível para todo o tempo, lugar e povos.” (O Domingo, Sua Origem, Desígnios e História, págs. 12-13, publicado pela Igreja Batista).

“A lei Moral... é de obrigação perpétua... a lei civil e cerimonial do povo judaico deixaram de ser obrigatórias quando o Israel natural deu lugar ao Israel espiritual, por meio da obra de Cristo”. (Comentário de Mateus, págs. 344-345, por Jonh A. Broadus, da Igreja Batista). 


Da Igreja Metodista 

A lei ritual, ou cerimonial, dada por Moisés aos filhos de Israel, contendo todas as injunções e ordenanças que estavam relacionadas com os velhos sacrifícios e serviços do templo, nosso Senhor em verdade veio para destruir, dissolver, e inteiramente abolir. Este fato traz o testemunho de todos os apóstolos... Essas ordenanças eram transitórias, nosso Senhor as apagou, removeu-as e pregou-as na Sua cruz. Mas, a lei moral contendo os Dez Mandamentos e reforçada pelos profetas, Ele não a aboliu. Não foi o objetivo da Sua vinda abolir qualquer parte dela. É uma lei que nunca pode ser anulada e que ‘permanece como fiel testemunha do céu’. A lei moral repousa sobre um fundamento diferente do das leis cerimoniais ou rituais... Cada parte desta lei tem de permanecer em vigor para a humanidade de todas as épocas...” (Jonh Wesley, em Sermon 25, On the Sermon on the Mount, págs. 221, 228).

“É digno de nota que nenhum desses mandamentos, ou parte de um deles, pode, com justiça, ser considerado como meramente cerimonial. Todos são morais, e consequentemente, de obrigação eterna. Posto que pela encarnação e morte de Cristo toda a lei cerimonial que apontava para Ele e Seu sacrifício tenha sido anulada, nenhum desses dez mandamentos foi abolido, visto não se relacionarem a coisa alguma de natureza propriamente cerimonial”. (Dr. Adam Clarck em Clarck’s Commentary, vol.1, on Exodus 20)  


Da Igreja Luterana 

“Três espécies de leis são dadas no Velho Testamento: A cerimonial, a civil e a moral que se relaciona aos deveres para com Deus e o homem, e que é reconhecida como os Dez Mandamentos. Não estamos debaixo da obrigação de guardar a lei cerimonial dos judeus. As ordenanças e suas realizações eram unicamente tipos e sombras de Cristo, e quando foram cumpridas pela Sua morte, a lei cerimonial foi abolida, por não ser mais necessária. Estamos debaixo da obrigação da observância e guarda da lei moral, porque esta está fundamentada sobre a própria natureza de Deus e não pode ser mudada; ela é de aplicação universal, o que era impossível em relação às leis cerimoniais. Cristo exige obediência à Sua Lei.” (Luther’s Shorter Catechism, pág. 16, edição de 1834). 

“Há, na Bíblia, muitos fatos que, em literatura cristã são designados por termos específicos que não se encontram na Escritura, como parte integrante da mesma. O próprio termo “Bíblia” constitui um exemplo neste sentido. [...] Outros exemplos: A “Teocracia de Israel”, e “encarnação”, a “ascensão”, a “Trindade”, etc. Por não existirem esses termos na Bíblia, como fazendo parte integrante do texto inspirado, podemos negar os fatos a que se referem? [...] Muitos perguntam: onde, na Bíblia, está escrito ‘lei moral’ e ‘lei cerimonial’?” Ora, o que se procura termos ou fatos? [...] Enfim, é um contra-senso e também uma falta de sinceridade querer negar um fato bíblico só por não se encontrar na Escritura a palavra pela qual esse fato é designado nos meios cristãos.” (Esse texto é uma antiga publicação intitulada “Conhecereis a Verdade”, impressa pela Editora Missionária “A Verdade presente”. Infelizmente, não tenho a página indicativa com o nome do autor. É uma daquelas relíquias que a gente guarda...) 

“Anulamos, pois, a lei pela fé? Não de maneira nenhuma! Antes confirmamos a lei.” (Romanos 3:31). Não é isto uma afirmação da vigência da lei, apesar da aceitação da intercessão e graça de Deus na cruz do Calvário?

Veja o que disseram grandes líderes religiosos sobre essa questão. O mais interessante é o fato de que estes homens eram esclarecidos. 


John Wesley (pregador Metodista): 

“Nosso Senhor Jesus Cristo efetivamente veio para destruir, dissolver, abolir totalmente as leis cerimoniais transmitidas a Moisés aos filhos de Israel, na qual continha todas as ordenanças relativas aos antigos sacrifícios e cerimônias do templo...

Mas, a lei moral, contida nos Dez Mandamentos, e sancionada pelos profetas, não foi anulada. O motivo de sua vinda não seria revogar qualquer de suas partes. Jamais esta lei será abolida. Ela permanece como a fiel testemunha no céu. A lei moral repousa sobre um fundamento inteiramente diferente da lei de rituais e cerimoniais. Esta aqui deveria servir de freio temporário para um povo recalcitrante e orgulhoso, enquanto que a primeira existia desde o começo do mundo, sendo, escrita não em tábuas de pedra, mas no coração de todos os filhos dos homens, quando saíram das mãos do Criador... Cada parte da lei deve permanecer em vigor para toda a humanidade e em todos os tempos, pois ela não depende nem do tempo, nem do lugar, nem de qualquer outra circunstância sujeita a mudanças, mas da natureza de Deus...” (Sermons on Several Occasions, Londres, 1834, vol 1, commentaire sur Mathieu 5:17-20, p. 276,277) 


João Calvino (Reformador Francês) 

“Para São Paulo, escreveu ele, a lei cerimonial está abolida, mas a lei moral permanece.” (Institution chrétienne, Livre II, chap. VII, 17, édition nouvelle publiée par La Societé calviniste de Genève, Labor et Fides, Genève, 1965, p.122.) 


Billy Graham (Grande evangelista) 

"Questão : De acordo com alguns cristãos que conheço, os dez mandamentos fazem parte da lei e não se aplicam a nós hoje. Como cristãos, dizem eles, somos livres da lei. É verdade?

Resposta: Não, não está correto, e espero que vocês não se deixem levar por opiniões erradas. É muito importante compreender o que diz o Novo Testamento quando declara que os cristãos são livres da lei. Na verdade, os escritores do Novo testamento utilizam a palavra lei em dois sentidos diferentes. Ás vezes refere-se às leis cerimoniais do Antigo testamento, a qual trata das questões e de ordenanças rituais no tocante a alimentação, bebidas e outras coisas. Desta lei os cristãos estão livres.

Mas o Novo testamento fala também da lei moral, que é de natureza permanente e imutável e é resumida nos dez mandamentos.” (Citado na Revista Sinais dos tempos, 23 de agosto de 1955, pág. 4) 


Pensamento católico: 

“Os Fiéis não devem imaginar que não são exigidos de observar o Decálogo, porque ouviram falar que a Lei de Moisés foi abolida. Porque é certo que devemos submeter-nos a este divino preceito, não porque Moisés o promulgou, mas porque estão gravados em nossos corações, e foram explicados e confirmados por Nosso Senhor Jesus Cristo”. (Catéchisme du Saint Concile de Trente, Desclée et Cie, Paris-Tournai-Rome, 1936, p.243) 

Mais do que interessante, essa declaração contida no Catéchisme du Saint Concile de Trente nos revela uma contradição. Afinal, é uma contradição, pois é no catolicismo que encontramos a origem da mudança do sábado para o domingo. 


Vejamos o que temos em Êxodo 20
 

Estes são os mandamentos segundo a fé católica

Estes são os Mandamentos de Deus na sua origem


1º- Amar a Deus sobre todas as coisas;



1º Não terás outros deuses diante de mim.


2º Não tomar Seu Santo Nome em vão;




2º Não farás para ti imagem de escultura, nem alguma semelhança do que há em cima nos céus, nem embaixo na terra, nem nas águas debaixo da terra. Não te encurvarás a elas nem as servirás: porque eu, o Senhor teu Deus, sou Deus zeloso, que visito a maldade dos pais nos filhos até a terceira e quarta geração daqueles que me aborrecem. E faço misericórdia em milhares aos que me amam e guardam os meus mandamentos.


3º - Guardar os Domingos e Festas;



3º Não tomarás o nome do Senhor teu Deus em vão: porque o Senhor não terá por inocente o que tomar o seu nome em vão.


4º - Honrar pai e mãe;



4º Lembra-te do dia do sábado, para o santificar. Seis dias trabalharás, e farás toda a tua obra, mas o sétimo dia é o sábado do Senhor teu Deus: não farás nenhuma obra, nem tu, nem teu filho, nem tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal nem o teu estrangeiro, que está dentro das tuas portas. Porque em seis dias fez o Senhor os céus e a terra, o mar e tudo que neles há, e ao sétimo dia descansou: portanto abençoou o Senhor o dia do sábado, e o santificou.”



5º - Não matar;


5º Honra a teu pai e a tua mãe, para que se prolonguem os teus dias na terra que o SENHOR teu Deus te dá.



6º - Não pecar contra a castidade;



6º Não matarás.


7º - Não furtar;


7º Não adulterarás.

8º - Não levantar falso testemunho;


8º Não furtarás.


9º - Não desejar a mulher do próximo;



9º Não dirás falso testemunho contra o teu próximo.

10º - Não cobiçar as coisas alheias.

10º Não cobiçarás a casa do teu próximo, não cobiçarás a mulher do teu próximo, nem o seu servo, nem a sua serva, nem o seu boi, nem o seu jumento, nem coisa alguma do teu próximo.



Leia por favor, Hebreus 8:7-11

Os quatro primeiros mandamentos da Lei de Deus na sua origem trazem conselhos e ordens sobre como devemos nos relacionar com Deus. É a vontade de Deus expressa sob a forma de regras morais para com Ele. Os outros 06 restantes se referem às regras morais para com o nosso próximo. 

Os mandamentos, segundo a fé católica, desestruturaram este princípio tão bem enfatizado quando Jesus disse: Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma, e de todo o teu entendimento. Este é o grande e primeiro mandamento. E o segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo. Destes dois mandamentos dependem toda a Lei e os Profetas.” (Mateus 22:37-40)  

“Os protestantes ou retornam ao sábado judaico ou devem submeter-se a autoridade da igreja católica que, pelo poder recebido de Deus, substituiu o dia do sábado pelo dia do domingo. (...) Na verdade, isto não se trata de uma simples disciplina, mas de uma mudança dos preceitos divinos...” (Abade Ad. Tanquerey, P.S.S., professeur de théologie dogmatique, Synopsis Theologicae Dogmaticae, Desclée et Socil, Rome- Tournai- Paris, 1922, t,l,p. 368 traduzido do latim) 

Por que o mundo evangélico obedece ao catolicismo com relação à transferência do sábado para o domingo? 

O que diz a Bíblia a respeito do homem adulterar as palavras nela contidas para colocar seus preceitos? 

“Nada acrescentareis à palavra que vos mando, nem diminuireis dela, para que guardeis os mandamentos do SENHOR vosso Deus, que eu vos mando.” (Deuteronômio 4:2) 

“É mais fácil passar o céu e a terra do que cair um til sequer da lei.” (Lucas 16:17)

Apesar de todas essas advertências a cristandade pouco a pouco passou do sábado para o domingo o dia do repouso semanal ordenado por Deus. 

“A razão pela qual observamos o primeiro dia da semana no lugar do sétimo não se encontra em nenhum mandamento afirmativo. É em vão que procuremos nas Escrituras uma justificativa para a substituição do sábado pelo domingo. Os primeiros cristãos começaram a adorar a Deus no primeiro dia da semana porque Jesus ressuscitou neste dia. Depois, pouco a pouco, este dia de adoração tornou-se um dia de repouso, uma festa legalizada no ano de 321. É por isto, que nosso sábado cristão não revela uma ordenança positiva. É um dogma da igreja.” (C.G. Chappel, auteur méthodiste. Tem Rules for living. Abingdon – Cokensbury Press, New York-Nashiville, 1938, p. 61) 


Continuaremos...

Ruth Alencar

Textos que fazem parte deste estudo:

. Série: O Amor Cravado na Cruz  é a Essência  da Lei de Deus


A importância da contextualização de um texto para a sua compreensão (parte 3): Refletindo sobre Romanos 14:4-5 e Colossenses 2:16-17


Comentários

  1. Pastor:
    “No meu entender a BÍBLIA, o sábado, era um sinal entre Israel e DEUS; perpétuo, todavia, dentro da aliança mosaica, como à páscoa também o era; outrossim, ninguém esclarecido a guarda mais. O sábado, também, não pode ser chamado de mandamento moral, porque Jesus disse que os sacerdotes violávam o sábado e ficavam sem culpa!!! Mateus 12:5. Como vcs explicam isso? João, como um judeu sério, jamais ousaria dizer que o SENHOR JESUS quebraria o sábado, "semanal", se ele não o quebrasse, João 5:18. Alem do mais, eventos importantíssimos, neotestamentários, foram cumpridos no domingo! O batismo no ESPÍRITO SANTO, A RESSURREIÇÃO, A CEIA... ENFIM... é difícil explicar isso, não é?”

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  2. A maior falha nessa argumentação de que o sábado foi dado para Israel somente está no fato de que Jesus mesmo assegurou que "o sábado foi feito por causa do homem-'anthropós'", que se refere ao homem universal, não o mero judeu. Tanto que na 2a. parte do texto Ele confirma, 'e não o homem-'anthropós' {foi criado} por causa do sábado".

    Assim, o próprio Cristo liga a criação do homem, e do sábado por causa do homem.

    Também em Isa. 56:2-7 temos a clara prova de que Deus não intencionou o sábado (e todo o concerto com Israel) só para os filhos de Israel, pois os ESTRANGEIROS são convidados a se unirem a esse concerto, dentro do divino ideal expresso no vs. 7: "A Minha casa será chamada casa de oração para TODOS OS POVOS".

    Sobre as palavras e atos de Jesus quanto ao sábado, isso se resolve respondendo a seguinte pergunta:

    * Qual era o teor dos debates de Cristo com a liderança judaica sobre o sábado--SE era para observá-lo, QUANDO observá-lo, ou COMO observar o dia no seu devido espírito?

    Quem souber responder esta pergunta terá meio caminho andado para entender toda a questão sobre Cristo e o sábado.

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  3. segundo colossences 2:16-17, o sábado, era apenas um tipo de CRISTO que é o verdadeiro antítipo,ou seja o cumprimento do tipo!!!

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  4. Pastor josé Reginaldo:Jesus é o nosso verdadeiro descanço, e quem está nele, descansa não só um dia da semana, mais todos!!!

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  5. todos os sabatistas procuram evitar a carta aos Gálatas,pois está ensina "mastigadinho"a verdadeira função da lei!!!

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  6. Pastor:

    vc disse: "Pastor josé Reginaldo:Jesus é o nosso verdadeiro descanço, e quem está nele, descansa não só um dia da semana, mais todos!!!"

    Concordo. Jesus é o nosso verdadeiro descanso. Cremos nisto porque aceitamos o Seu convite para beber da Sua água, bebemos e Ele tem nos saciado a sede espiritual de forma abundante.

    Concordo. Jesus é o nosso verdadeiro descanso, pois aceitamos o Seu conselho para levar a Ele todas as nossas angústias, problemas, fardos, opressões e cansaços e temos sentido o alívio e a paz que somente NEle há.

    Concordo. Jesus é o nosso verdadeiro descanso.Pois, naquela cruz foi estabelecida a nossa salvação.

    Aceitamos quando Ele disse: "Se me amais, guardareis os meus mandamentos".

    De forma clara tenho exposto que as maiores lideranças do movimento protestante, reconheceram a vigência do sábado.

    Além dos documentos católicos que falam da verdadeira origem da mudança do sábado para o domingo.

    Estudem, reflitam e peçam ao Senhor discernimento. Ele concederá.

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  7. Recado curto sobre os sábados
    Não adianta querer fazer Deus mudar um só til de suas promulgações, cravadas nas Rochas Sagradas das leis para que nunca se apagassem, que no caso dos fariseus modernos, julgam que Deus teria se arrependido de incluir o Quarto Mandamento, e depois o lixado, deixando a Arca da Aliança aleijada. Só na cabeça do tolos...
    O sábado será sempre o Dia do Senhor, primeiramente porque foi instituído na Criação, foi abençoado e santificado por Deus (quando ele abençoa é para sempre), Em Ezequiel 20:20 foi instituído como um Sinal entre ele e a humanidade (quanto a isso Está escrito que Deus não faz distinção de pessoas ou de raças (Atos 3:24 e 25) ; Está Escrito em I Carta de Pedro 1:24 que DEUS NÃO MUDA e que sua Palavra permanece eternamente. Como ele escreveu, pessoalmente, a Lei do Sétimo Dia nas Rochas Sagradas é para sempre; Jesus promulgou que O SÁBADO FOI CRIADO PARA O HOMEM (Marcos 2:28); Jesus bradou que podem passar os Céus e a Terra antes que das leis se consiga retirar um só caractere, e a leis do sábado tem 433 caracteres (Mateus 5:15 a 37) Sobretudo, Jesus santificou os sábados, sua Igreja, seus apóstolos e a Igreja de Paulo santificaram todos os sábados e jamais um só domingo (Lucas 4:16; Lucas 23:55; Atos 16:13; Atos 13:31 a 44) Outro dia, ouvi o pastor Malafaia afirmar que os evangélicos não guardam o sábado porque nove dos mandamentos estão repetidos no Evangelho, mas o do sábado não; Pura Utopia e desconhecimento bíblico, pois o sábado está repetido por 10 vezes: Marcos 2:28; Lucas 4:16; Lucas 23:55; Atos 16:13; Atos 13:41; Atos 18:4; Atos 1:12; Atos 24:20; Hebreus 4:4; Mateus 5:17 e seguintes.
    Jesus nomeou aqueles que o acusavam de violar os sábados de Filhos do Diabo. João 8:44. Jesus respondeu a eles que apenas APARENTAVA que ele desrespeitava os santos sábados:
    “Se o homem recebe a circuncisão no sábado, para que a lei de Moisés não seja quebrantada, indignais-vos contra mim, porque no sábado curei de todo um homem? Não julgueis segundo a aparência, mas julgai segundo a reta justiça”. Jesus, em João 7:23 a 24

    Estudando-se o Novo Testamento com critério e atenção, concluímos que a palavra de Deus não atribui nenhum significado litúrgico ao dia da ressurreição, simplesmente porque esse acontecimento tem de ser visto apenas como uma realidade existencial experimentada pelo poder do Cristo vitorioso também sobre sua própria morte. De modo algum a ressurreição de Jesus pode ser vista como uma prática cristã associada ao culto aos domingos. Cristo, que havia ressuscitado a outros, não poderia ser vencido pela morte, o que anula totalmente a pretendida importância do tal domingo. Mas a Monumental Vitória de Jesus Cristo deu-se com a sua sofrida Morte na cruz! E não há uma linha no Evangelho que aponte qualquer indício da troca maluca do sábado pelo domingo. Coisa do papado romano para que se cumprisse a profecia no Apocalipse 13:7: Satanás venceu os santos.
    Então, apesar dos pastores famosos e não famosos, O SÁBADO É PARA SEMPRE, PERPETUAMENTE e foi o Senhor Deus quem nos revelou isso quando promulgou que sua palavra permanece eternamente!
    Waldecy Antonio Simões walasi@uol.com.br
    www.segundoasescrituras.com.br Nesse site há arquivos que completam o presente artigo

    146 Colossenses 2:16 fácil de entender
    148 A maioria dos pastores evangélicos interpretam errado a Carta aos Gálatas
    150 Absolutamente nada funciona sem leis
    151 O fim da lei é Cristo, interpretado errado
    152 Segundo Jesus, as boas obras são parte imprescindível para a salvação
    153 Recado curto mostrando a verdade do sábado
    154 - As sete verdades sobre o sétimo dia
    156 – As Raízes da Igreja

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