O Câncer Infantil



Este texto é dedicado ao pequeno guerreiro, VITOR, que tem 11 aninhos e está em plena batalha contra a leucemia e a todos que sofrem de enfermidade semelhante.

Se você quiser ajudar às crianças portadoras de leucemia vá ao Hemocentro de sua cidade e veja se você pode fazer uma doação de medula. Seu gesto pode salvar uma vida.

Se sentir à vontade e mora próximo a Porto Alegre e quiser ajudar o pequeno Vitor Hansen de Almeida, você pode se inscrever no Banco de Sangue do Hospital das Clinicas de Porto Alegre localizado na Rua São Manoel 543, 2º andar.

Se mora distante, é de suas orações que esse pequeno gigante precisa. Junte-se a nós em oração por ele, para que ele seja forte e seus pais também. A decisão da cura, com humildade reconhecendo a soberania de Deus, deixemos em Suas mãos. Ele é amor e tudo sabe. Façamos a nossa parte.

No site do Instituto Nacional de Câncer você pode encontrar todas as informações sobre a doação de medula óssea.




 
Pedimos a cada leitor que se una a nós em oração pelos pequeninos com câncer, em especial pelo pequeno Vitor.

Importante Saber:

O que causa o câncer?1

O câncer pode ser causado por fatores externos (substâncias químicas, irradiação e vírus) e internos (hormônios, condições imunológicas e mutações genéticas).

O câncer é hereditário?1

Em geral, o câncer não é hereditário. A criança não herda o câncer, mas componentes genéticos a tornam predisposta à doença. São raros os casos em que a doença é herdada, como o retinoblastoma, um tipo de câncer de olho que afeta crianças.

O câncer infantil é contagioso?1

Não. Mesmo os casos de câncer causados por vírus não são contagiosos, isto é, não passam de uma pessoa para outra, como um resfriado.

“O câncer no Brasil atinge, entre 12 e 13 mil crianças, anualmente. Sessenta por cento dos casos podem ser curados, mas apesar disso, a doença ainda registra números alarmantes, representando no País a terceira causa-morte de crianças entre um e 14 anos de idade. Isto acontece, porque, nem metade crianças com câncer chegam aos centros multidisciplinares de tratamento de câncer.

Apesar de não poder ser prevenido como os cânceres em adultos, o câncer infantil é mais sensível aos tratamentos e por isso mais fácil de ser curado, porém a grande arma contra o câncer infantil é o diagnóstico precoce. Mudanças de atitudes, hábitos ou disposição nas crianças, geralmente devem ser investigados. Como os cânceres da infância não esfoliam e raramente sangram, não existe um método de detecção precoce.

Os cânceres infantis, quando no início, são facilmente confundidos com patologias menores, comuns em crianças. A presença de gânglios, por exemplo, pode denunciar um linfoma ou leucemia: a barriguinha volumosa pode indicar, ao invés de uma verminose, a presença de tumor no rim ou alças intestinais; enquanto dores de cabeça, inchaços ou distúrbios de visão prolongados, também podem sinalizar algum tipo de câncer.

O diagnóstico tardio, além de exigir um aumento na intensidade do tratamento, pode causar um número maior de seqüelas, como amputações e diminuição na qualidade de vida, além do óbito.

Entre os cânceres mais comuns entre as crianças estão as leucemias, os linfomas e os tumores do sistema nervoso central. Nas crianças, se compararmos com os adultos, a doença apresenta uma evolução mais rápida e na maioria dos casos, uma localização mais profunda no organismo.

O tratamento é muito eficaz, pois o câncer infantil é muito mais sensível à quimioterapia. Este método age eficazmente sobre as células em divisão, sendo indicado para cerca de 65% dos casos. A quimioterapia pode ser associada, também à cirurgia. Em alguns casos, entretanto, a melhor terapia é a radioterapia.

Outra forma de combate ao câncer infantil é o transplante de medula óssea. Esse método permite que se possa usar altas doses de quimioterapia. Estas doses seriam letais caso o paciente não tivesse a sua medula óssea repousada, após a eliminação dos quimioterápicos.

A recuperação da medula pode ser feito através de transplante autólogo, usando as células da medula óssea do próprio paciente ou obtendo as células-mães no sangue periférico; ou por transplante alogênicos, a partir de doadores. Esses métodos podem beneficiar pacientes que são muito difíceis de serem curados pela quimioterapia convencional. Essas crianças representam entre 20 e 30% do total de crianças com câncer. Esta técnica normalmente é realizada em outros países, mas o Brasil já realiza o transplante em hospitais particulares.”2

“O câncer infantil corresponde a um grupo de várias doenças que tem em comum a proliferação descontrolada de células anormais e que pode ocorrer em qualquer local do organismo. As neoplasias mais freqüentes na infância são as leucemias (glóbulos brancos), tumores do sistema nervoso central e linfomas (sistema linfático).

Também acometem crianças o neuroblastoma (tumor de gânglios simpáticos), tumor de Wilms (tumor renal), retinoblastoma (tumor da retina dos olhos), tumor germinativo (tumor das células que vão dar origem às gonodas), osteossarcoma (tumor ósseo), sarcomas (tumores das partes moles).

Diferentemente do câncer de adulto, o câncer da criança geralmente afeta as células do sistema sanguíneo e os tecidos de sustentação, enquanto que o do adulto afeta as células do epitélio, que recobre os diferentes órgãos (câncer de mama, câncer de pulmão).

No adulto, em muitas situações, o surgimento do câncer está associado claramente aos fatores ambientais como, por exemplo, fumo e câncer de pulmão. Nas malignidades da infância não se observa claramente essa associação. Logo, prevenção é um desafio para o futuro. A ênfase atual deve ser dada ao diagnóstico precoce.”3


Sinais e Sintomas1

“Os sintomas são relacionados a diminuição na produção de células normais da medula óssea e com isso sua redução na circulação sangüínea:

1. Diminuição na produção de glóbulos vermelhos (hemoglobina): sinais de anemia levando a palidez, cansaço fácil, sonolência.

2. Diminuição na produção de plaquetas: manchas roxas que ocorrem em locais onde não relacionados a traumas, podem aparecer pequenos pontos vermelhos sob a pele (chamado de petéquias) ou sangramentos prolongados resultantes de pequenos ferimentos.

3. Diminuição na produção de glóbulos brancos: aumentado o risco de infecção.
Os linfoblastos leucêmicos podem acumular-se no sistema linfático, e, com isso, os linfonodos (gânglios) podem aumentar de tamanho. As células leucêmicas podem se alojar no líquido céfalo-raquiano causando dores de cabeça e vômitos.

4. Dor óssea: representa o comprometimento leucêmico do periósteo e do osso também é muito freqüente. No início, as crianças pequenas podem mancar ou recusar-se a andar.

Os sinais e sintomas da leucemia são inespecíficos e podem mimetizar várias outras doenças tais como infecção, reumatismo, entre outras. O paciente deve procurar seu médico para que seja feito o diagnóstico.”

Os tratamentos1

Quais os principais tratamentos?

No tratamento pode ser usado a quimioterapia (o câncer infantil é mais sensível à quimioterapia, a principal arma contra a doença), radioterapia, cirurgia e o transplante de medula óssea (usado em alguns caso de leucemia, linfomas e tumores sólidos). A criança reage melhor ao tratamento e apresenta menos efeitos colaterais.

O progresso no desenvolvimento do tratamento do câncer na infância foi espetacular nas últimas quatro décadas. Atualmente, 70% das crianças acometidas de câncer podem ser curadas, se diagnosticadas precocemente e tratadas em centros especializados. A maioria dessas crianças terá vida praticamente normal.

Porém, viver uma vida normal durante o tratamento e depois da alta, implica na re-inserção do paciente em seu meio social e, em se tratando de crianças e adolescentes em idade escolar, no seu retorno ao ambiente escolar. Infelizmente, a volta à escola apresenta uma série de desconfortos para o paciente.

Esse retorno é estressante para as crianças com câncer por envolver aspectos emocionais e questões relativas à aceitação social. Antes do trabalho informativo a falta de esclarecimento sobre o câncer propiciou o estabelecimento do mistério em torno da aparência física das crianças doentes na escola, configurando um clima hostil e agressivo para elas. Essas dificuldades vão desde o preconceito quanto á doença em si e medo irracional de contágio por parte dos colegas, até a maneira com que o professor pode tratar um paciente ou ex-paciente de câncer infantil dentro e fora da sala de aula.

As faixas etárias pediátricas mais precoces (0 a 4 anos) são as mais propensas ao desenvolvimento de câncer (Petrilli et al., 1997), com exceção de linfomas, carcinomas e tumores ósseos, que predominam em crianças entre 10 e 14 anos. As estatísticas da AACC de 2001 a 2007, mostram que 40% dos pacientes atendidos está na faixa de 06 a 15 anos e, portanto em idade escolar.”3

Fonte:


2- Lúcia Helena Salvetti De Cicco, Diretora de Conteúdo e Editora Chefe



Ruth Alencar





Comentários

  1. Obrigado Ruth pela força em divulgar este pedido de oração. Uma grande corrente de oração em prol do Vítor e de outras crianças que estão na luta contra a leucemia se faz necessário.

    Quem sabe com uma campanha deste tipo D-us ouça nossas preces e nos conceda a cura definitiva para esta doença que tem destruído familias inteiras e arruinado sonhos de muitas pessoas.

    Mas apesar do pesares, confiamos em D-us e reafirmamos nossa fé ao observar a força que estas criaturinhas dEle fazem para continuar a vida. Só dEle vem a cura e a força para enfrentar as dores e pesares deste mundo!


    abração!

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  2. Oi T'us!

    Estamos orando pelo Vítor e por todos pedidos que serão postados.

    Vamos fazer uma grande corrente de oração!

    Grande abraço, amigo!!!

    ResponderExcluir
  3. Algumas pessoas estão com dificuldades para postar comentários, principalmente através do INTERNET EXPLORER. Se você tiver alguma dificuldade para postar comentários, tente mudar de navegador. Pelo FIREFOX não estamos tendo esse problema.

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  4. Senhor, lembra-Te do Vitor, Pai. Revela-Te a essa criança.

    Onde houver dúvida Senhor, que ele e os seus pais, encontrem em Ti a esperança do conforto e da fé.

    Confiamos e submetemo-nos à Tua vontade, Senhor Jesus.

    Visita seu lar, seu coração e leva Contigo as bençãos da Tua intervenção, Senhor.

    Entregamos o nosso pedido em Teu altar Senhor, porque foi Tu mesmo que disseste que poderíamos ir a Ti quando fracos e abatidos.

    Rogamo-Te essas bençãos no nome de Jesus, nosso Salvador e Senhor.

    Amém.

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