Por que Cristo Morreu?



“Aquele que não conheceu pecado, o fez pecado por nós; para que nele fôssemos feitos justiça de Deus.”  (2 Corintios 5:21)

“O sacrifício expiatório de Cristo no Calvário marcou o ponto de mudança no relacionamento entre Deus e a humanidade. Embora ainda permaneça um registro dos pecados nas pessoas, como resultado da reconciliação Deus não mais considera esses pecados contra os seus praticantes. Isto não significa que Deus desistiu de aplicar a punição, ou que o pecado não mais provoque a Sua ira. Em vez disso, significa que Deus encontrou um meio para garantir perdão ao pecador arrependido, embora mantendo ainda perante o universo o elevado padrão de justiça de Sua eterna lei.” (Nisto Cremos, pág. 158)

“Isto é, Deus estava em Cristo reconciliando consigo o mundo, não lhes imputando os seus pecados; e pôs em nós a palavra da reconciliação.” (2 Coríntios 5:19) 

“A vida perfeita de Cristo demonstrou como os seres humanos podem viver sem pecado. Sua morte pagou a penalidade por todo o pecado. Sua ressurreição assegura a vitória dos crentes sobre o pecado e a morte. Quando cremos, Cristo perdoa nossos pecados, creditando-nos sua justiça e nos tornando justos.”

Jesus Cristo era divino, como também humano, mas nunca fez uso de Seu poder divino, para capacitá-Lo a sobrepujar o pecado. Ao depender de Seu Pai celestial, como nós podemos dEle depender, Jesus foi capaz de viver uma vida sem pecado.

Através do poder do Espírito Santo, os crentes em Cristo podem vencer assim como Ele venceu. Permita à mente, pela fé centralizar-se no amorável Jesus e a tornar-se semelhante a Ele.


O Sacrifício Expiatório de Cristo 

“No serviço simbólico do santuário do antigo Israel, o pecador deveria trazer um animal em sacrifício, “sem defeito” (Êxodo 12:5). Cada animal sacrificado representava a Cristo, “o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo” (João 1:29). O animal simbolizava a perfeição. Jesus Foi o único ser humano que viveu sem cometer pecado. Sua morte foi um sacrifício perfeito porque “nunca fez injustiça, nem dolo algum se achou em sua boca” (Isaías 53:9). (Em Plena Certeza, pág. 59) 

O sacrifício de animais era constantemente oferecido no templo israelita; mas esses sacrifícios basicamente nunca poderiam fazer expiação pelo pecado. O Senhor aceitou esses sacrifícios como um ato de fé da parte de Seu povo. (Hebreus 10:1-4)

Sua morte proveu a “remissão das transgressões que havia sob a primeira aliança”. Os crentes do velho Testamento serão salvos para a eternidade, não devido a expiação do sacrifício de animais por seus pecados, mas devido à morte do Messias que foi objeto de sua fé.”

“Por isso mesmo, ele é o Mediador da nova aliança, a fim de que, intervindo a  morte para remissão das transgressões que havia sob a primeira aliança, recebam a promessa da eterna herança aqueles que têm sido chamados.” (Hebreus 9:15)


. A eficácia do Seu sacrifício

“que não tem necessidade, como os sumos sacerdotes, de oferecer todos os dias sacrifícios, primeiro, por seus próprios pecados, depois, pelos do povo; porque fez isto uma vez por todas, quando a si mesmo se ofereceu.” (Hebreus 7:27)

“Ora, neste caso, seria necessário que ele tivesse sofrido muitas vezes desde a fundação do mundo; agora, porém, ao se cumprirem os tempos, se manifestou uma vez por todas, para aniquilar, pelo sacrifício de si mesmo, o pecado. [...]assim também Cristo, tendo-se oferecido uma vez para sempre para tirar os pecados de muitos, aparecerá segunda vez, sem pecado, aos que o aguardam para a salvação.” (Hebreus 9:26, 28)

Nessa vontade é que temos sido santificados, mediante a oferta do corpo de Jesus Cristo, uma vez por todas. Ora, todo sacerdote se apresenta, dia após dia, a exercer o serviço sagrado e a oferecer muitas vezes os mesmos sacrifícios, que nunca jamais podem remover pecados; Jesus, porém, tendo oferecido, para sempre, um único sacrifício pelos pecados, assentou-se à destra de Deus,” (Hebreus 10:10-12)


Pelos pecados de quem Jesus morreu? Quem pode ir a Ele para ser purificado?

“e ele é a propiciação pelos nossos pecados e não somente pelos nossos próprios, mas ainda pelos do mundo inteiro.” (1 João 2:2)

A causa do sofrimento de Cristo na cruz

 “O imaculado Filho de Deus pendia da cruz, a carne lacerada pelos açoites; aquelas mãos tantas vezes estendida para abençoar, pregadas ao lenho; aqueles pés tão incansáveis em serviço de amor, cravados no madeiro; a régia cabeça ferida pela coroa de espinhos; aqueles trêmulos lábios entreabertos para deixar escapar um grito de dor. E tudo quanto sofreu – as gotas de sangue a Lhe correr da fronte, das mãos e dos pés, a agonia que Lhe atormentou o corpo, e a indivisível angústia que Lhe encheu a alma ao ocultar-se dEle a face do Pai – tudo fala a cada filho da família humana, declarando: É por ti que o Filho de Deus consente em carregar esse fardo de culpa; por ti Ele destrói o domínio da morte, e abre as portas do Paraíso. Aquele que impôs calma às ondas revoltas, e caminhou por sobre as espumejantes vagas, que fez tremerem os demônios e fugir a doença, que abriu os olhos cegos e chamou os mortos à vida – ofereceu-Se a Si mesmo na cruz em sacrifício, e tudo isso por amor de ti. Ele, o que leva sobre Si os pecados, sofre a ira da justiça divina, e torna-Se mesmo pecado por amor de ti.”


Ressurreição triunfante de Cristo

“E, se Cristo não ressuscitou, é vã a nossa pregação, e vã, a vossa fé; e somos tidos por falsas testemunhas de Deus, porque temos asseverado contra Deus que ele ressuscitou a Cristo, ao qual ele não ressuscitou, se é certo que os mortos não ressuscitam. Porque, se os mortos não ressuscitam, também Cristo não ressuscitou. E, se Cristo não ressuscitou, é vã a vossa fé, e ainda permaneceis nos vossos pecados. E ainda mais: os que dormiram em Cristo pereceram. Se a nossa esperança em Cristo se limita apenas a esta vida, somos os mais infelizes de todos os homens. Mas, de fato, Cristo ressuscitou dentre os mortos, sendo ele as primícias dos que dormem. Visto que a morte veio por um homem, também por um homem veio a ressurreição dos mortos. Porque, assim como, em Adão, todos morrem, assim também todos serão vivificados em Cristo. Cada um, porém, por sua própria ordem: Cristo, as primícias; depois, os que são de Cristo, na sua vinda.” (1 Coríntios 15: 14-23)

“Pois, se cremos que Jesus morreu e ressuscitou, assim também Deus, mediante Jesus, trará, em sua companhia, os que dormem. Ora, ainda vos declaramos, por palavra do Senhor, isto: nós, os vivos, os que ficarmos até à vinda do Senhor, de modo algum precederemos os que dormem. Porquanto o Senhor mesmo, dada a sua palavra de ordem, ouvida a voz do arcanjo, e ressoada a trombeta de Deus, descerá dos céus, e os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro;” (1 Tessalonicenses 4:14-16)

“A vida após a morte para os seres humanos dependeu da ressurreição de Cristo. Sua morte possibilitou nossa reconciliação com Deus. Sua ressurreição assegurou-nos a salvação eterna. Paulo ensinou que “seremos salvos pela sua vida (Romanos 5: 10).

Jó, Miriã, Abraão, Sara, José, Daniel e uma multidão de outros santos do Velho Testamento permaneceriam eternamente em suas sepulturas se Cristo não houvesse ressurgido. Além do mais, se Cristo não houvesse ressuscitado da morte, permaneceríamos ainda em nossos pecados. Cristo pagou nossa culpa ns cruz, mas sem a Sua Intercessão viva e ministério salvífico essenciais, os benefícios de Seu sacrifício seriam em vão.”  (Em Plena Certeza, pág. 61)

E, se Cristo não ressuscitou, é vã a vossa fé, e ainda permaneceis nos vossos pecados.” (1 Coríntios 15: 17)

As Bênçãos da Ressurreição de Cristo 

“Para o crente, Cristo é a ressurreição e a vida. Em nosso Salvador é restaurada a vida que se perdera mediante o pecado; pois Ele possui vida em Si mesmo, para vivificar a quem quer que se perdera mediante o pecado; pois Ele possui vida em Si mesmo, para vivificar a quem quer. Acha-Se investido do poder de dar imortalidade. A vida que Ele depôs na humanidade, retoma, e dá a humanidade.” (O Desejado de Todas as Nações, pág. 755) 

“e nós somos testemunhas de tudo o que ele fez na terra dos judeus e em Jerusalém; ao qual também tiraram a vida, pendurando-o no madeiro. A este ressuscitou Deus no terceiro dia e concedeu que fosse manifesto, não a todo o povo, mas às testemunhas que foram anteriormente escolhidas por Deus, isto é, a nós que comemos e bebemos com ele, depois que ressurgiu dentre os mortos; e nos mandou pregar ao povo e testificar que ele é quem foi constituído por Deus Juiz de vivos e de mortos. Dele todos os profetas dão testemunho de que, por meio de seu nome, todo aquele que nele crê recebe remissão de pecados. (Atos 10: 39-43), (Romanos 1:4-5), (Romanos 10:9) e (Efésios 1:19-23)

 A Perfeita Intercessão de Cristo e a Comunhão do Crente

Que ato sacerdotal de Jesus era representado pela aspersão do sangue pelos sacerdotes israelitas depois de a oferta pelo pecado haver sido sacrificada?

“Quando, porém, veio Cristo como sumo sacerdote dos bens já realizados, mediante o maior e mais perfeito tabernáculo, não feito por mãos, quer dizer, não desta criação, não por meio de sangue de bodes e de bezerros, mas pelo seu próprio sangue, entrou no Santo dos Santos, uma vez por todas, tendo obtido eterna redenção. Portanto, se o sangue de bodes e de touros e a cinza de uma novilha, aspergidos sobre os contaminados, os santificam, quanto à purificação da carne, muito mais o sangue de Cristo, que, pelo Espírito eterno, a si mesmo se ofereceu sem mácula a Deus, purificará a nossa consciência de obras mortas, para servirmos ao Deus vivo!” (Hebreus 9:11-14)

“Esta é a aliança que farei com eles, depois daqueles dias, diz o Senhor: Porei no seu coração as minhas leis e sobre a sua mente as inscreverei, acrescenta: Também de nenhum modo me lembrarei dos seus pecados e das suas iniqüidades, para sempre. Ora, onde há remissão destes, já não há oferta pelo pecado. Tendo, pois, irmãos, intrepidez para entrar no Santo dos Santos, pelo sangue de Jesus, pelo novo e vivo caminho que ele nos consagrou pelo véu, isto é, pela sua carne, e tendo grande sacerdote sobre a casa de Deus, aproximemo-nos, com sincero coração, em plena certeza de fé, tendo o coração purificado de má consciência e lavado o corpo com água pura.” (Hebreus 10:16-22)

“A intercessão de Cristo no santuário celestial, em prol do homem, é tão essencial ao plano da redenção, como foi Sua morte sobre a cruz. Pela Sua morte iniciou essa obra, para cuja terminação ascendeu ao céu, depois de ressurgir. Pela fé devemos penetrar até o interior do véu, onde nosso Precursor entrou por nós. Ali se reflete a luz da Cruz do Calvário.” (Conflito dos Séculos, pág. 488)

“onde Jesus, como precursor, entrou por nós, tendo-se tornado sumo sacerdote para sempre, segundo a ordem de Melquisedeque.” (Hebreus 6:20)

“A vida, morte, ressurreição e intercessão celestial de Jesus Cristo têm valor salvífico apenas quando O recebemos em nossa vida pela fé.”

 O que a Sua presença em nosso coração faz por nós?

“Não vos deixarei órfãos, voltarei para vós outros. Ainda por um pouco, e o mundo não me verá mais; vós, porém, me vereis; porque eu vivo, vós também vivereis. Naquele dia, vós conhecereis que eu estou em meu Pai, e vós, em mim, e eu, em vós.” (João 14: 18-20)

“eu neles, e tu em mim, a fim de que sejam aperfeiçoados na unidade, para que o mundo conheça que tu me enviaste e os amaste, como também amaste a mim.” (João 17: 23)

“A presença de Cristo em nosso coração pelo Espírito Santo é a qualificação para o céu. Se Lhe permitirmos habitar em nosso ser, controlando nossos pensamentos, desejos, motivos e ações, nossa vida refletirá a glória do Seu caráter.”

 O Perdão de Cristo

“Quando confessarmos pela virtude do sacrifício de Cristo, nossa culpa é eliminada e Deus purifica o nosso coração.”

“O perdão de Deus não é meramente um ato judicial pelo qual Ele nos livra da condenação. É não somente perdão pelo pecado, mas livramento do pecado. É o transbordamento de amor redentor que transforma o coração.” (Maior Discurso de Cristo, 100)

Paulo chama o perdão de justificação. Assim, na justificação, Deus elimina nossa culpa e transforma nosso coração. (Romanos 4:1-8; 23-25), (Gênesis 15:6)

“Em infinito amor e misericórdia, Deus fez com que Cristo, que não conheceu pecado, Se tornasse pecado por nós, para que Nele fôssemos feitos justiça de Deus. Guiados pelo Espírito Santo, sentimos nossa necessidade, reconhecemos nossa pecaminosidade, arrependemo-nos de nossas transgressões e temos fé em Jesus como Senhor e Cristo, como Substituto e exemplos. Esta fé que aceita a salvação, advem do divino poder da Palavra e é dom da graça de Deus. Por meio de Cristo somos justificados, adotados como filhos e filhas de Deus,  e libertos do domínio do pecado. Por meio do Espírito, nascemos de novo e somos santificados; o Espírito renova nossa mente, escreve a lei de Deus, a lei do amor, em nosso coração, e recebemos poder para levar uma vida santa. Permanecendo nEle, tornamo-nos participantes da natureza divina e temos a certeza da salvação agora e no juízo.”

 Cristo Capacita para o Crescimento em Santidade

Por que é necessário o crescimento em santidade se os crentes têm o dom da santidade em Cristo agora?

“O motivo é que ele mantém uma natureza humana caída que somente pode ser controlada pela aceitação diária da perfeita justiça de Cristo. A santificação como crescimento é o processo de toda a vida através do qual obtemos progressiva vitória sobre nossa natureza caída ao aprendermos a confiar totalmente na santidade de Cristo.” (1 Coríntios 9:27), (Gálatas 5:15-17), (1 Tessalonicenses 3:12-13 ),  (1 Tessalonicenses 4:1-3 ),  (2 Coríntios 3:18 ) e (2 Pedro 3:18)

“Podemos experimentar mais e mais o amor de Cristo, mais e mais de Sua santidade e poder. O crescimento na graça é o processo pelo qual as imperfeições espirituais vão sendo eliminadas, e o Senhor vai eliminando a “mácula” ou a “ruga”, a fim de que desfrutemos de uma vida santificada.”

“com toda oração e súplica, orando em todo tempo no Espírito e para isto vigiando com toda perseverança e súplica por todos os santos” (Efésios 6:18)
  
Jonh Paulien em seu livro Deus no Mundo Real, pág. 35-52 diz:: "Nem as melhores coisas do mundo podem competir com a cruz, como meio de determinar o valor humano. Nada que eu faça, ou que alguém mais faça por mim, pode ocupar o lugar daquilo que Deus tem feito em meu favor por meio de Jesus Cristo.  Quando verdadeiramente soubermos o que a cruz significa, teremos algo de que nos gloriar. Quando verdadeiramente compreendemos o significado daquilo que Cristo fez por nós na cruz, o mundo, com seus bens, desempenho e pessoas, será colocado em seu verdadeiro lugar. A cruz nos conta que a maior Pessoa de todo o Universo nos valoriza tanto que Se dispôs a morrer em nosso favor. Isso coloca sobre nós um valor infinito. Para Jesus, valemos tanto quanto o Universo inteiro. Posses, desempenho e pessoas são importantes, mas seu papel ao construir nossa auto-estima é insignificante em comparação com a cruz. Quando dependemos de posses, desempenho e pessoas para sentirmos que temos valor, tudo isso se torna pecado, formas sem saída para encontrar valor pessoal.

[...] todos temos um registro passado de pensamentos e atos pecaminosos, o qual não podemos anular. Em algum momento, todos nos rebelamos contra Deus; todos fizemos coisas que refletem nossa natural inimizade contra Ele. (...) Falhamos - não só em guardar Sua lei dos Dez Mandamentos, como também em seguir o exemplo perfeito da vida terrestre de Jesus. [...]

A história da cruz é a história de um Deus que desceu à Terra e assumiu as limitações da natureza humana. Deus e a raça humana estão perfeitamente representados nessa Pessoa divino-humana. A raça humana inteira participou da perfeita obediência do Homem Jesus. A todos aqueles que “carecem da glória de Deus”, Jesus oferece o dom de Sua justiça perfeita, conquistada em 33 anos de perfeita obediência aqui na Terra.”

O que isto me diz? Compreendo que a salvação para mim e para você não se encontra em nossas obras, mas no ato sobrenatural de Deus. Por isso, precisamos convidar e aceitar a presença de Jesus em nossas vidas se quisermos essa salvação. Só em Jesus teremos a vida eterna que tanto desejamos. 

Continuo com o pensamento de Jonh Paulien, pág. 52: “Na cruz, descobrimos um sofrimento infinito, uma humilhação infinita e uma rejeição infinita. Ninguém jamais será capaz de saber o que significou para o Criador ser pregado a uma cruz, reservada para criminosos, pelos próprios seres que Ele criou! Todavia, ao suportar a agonia máxima, Ele expiava os pecados e as deficiências do Seu Universo todo. De alguma forma, “em cristo”, Deus tem  o direito legal de considerar cada pecador como justo diante dEle.  (...) O que Deus fez em Cristo Jesus é suficiente para me colocar dentro de uma relação inteiramente nova com Ele. [...] Meu registro velho se foi. Um registro novo e perfeito ocupou o lugar. Meus melhores esforços atuais são aceitáveis a Ele. E o que Cristo fez é suficiente em valor para redimir não só a mim, mas ao Universo inteiro.”

Isto fala de amor. Um amor incondicional. Um amor que se dá, mas se dá em processo de liberdade. Somos livres para aceitá-lo ou não. Deus me ama. Deus ama você.


Referências:

. Crescendo em Cristo


Ruth Alencar


Comentários

  1. Enviei o texto incompleto para Brígida e tive que fazer as alterações. Peço desculpas.

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  2. Justamente pela morte de CRISTO que Paulo escreveu aos colossences 2:16-17 a não nessecidade de guardar o sábado.

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  3. valorosa,concordo com o argumento supra citado!!!

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  4. Interessante foi Cristo mesmo quem disse: Não vim para abolir a Lei, vim para cumprí-la.

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  5. Mesmo depois de todas as reflexões que enviei para vc, vc ainda tem dúvidas sobre a guarda do sábado, pastor?

    hehehehehehe. Acertei?

    Diga para mim onde a morte sobre a cruz anula o sábado?

    Dê-me argumentos bíblicos. Podemos continuar nosso velho bate papo. Eu já estava com saudades de seus comentários.

    grande e fraterno abraço, meu irmão em Cristo. Que a Paz do Senhor seja contigo.

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