sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

“Antes, importa obedecer a Deus do que aos homens”


Como disse Loron Wade quando não damos a Deus o primeiro lugar, que é o Seu lugar, em nossas vidas damos aos outros mandamentos apenas o caráter de "regras morais que não têm poder maior que milhares de outras ideias boas.”

Depois que o pecado se fez presente nosso mundo entrou em crise. A crise moral gerou suas consequências. Hoje temos um mundo fadado ao sofrimento por causa da soberba, vaidade e injustiça humana. A Bíblia diz que a Terra geme e sofre por causa de seus moradores. O sofrimento é extensivo aos animais, a natureza sofre com nossa indiferença e negligência... o homem não cessa de fazer o mal.

Esta é a verdade, o problema do mundo começa no coração do homem. A quem ele realmente pertence? É isto que a Bíblia ensina. Toda ação tem nele o seu berço. Um grande conflito nele se estabeleceu. Independente que se creia nisto ou não esta é a realidade, afinal o mal não encontra a sua origem em Deus. Veja o que Jesus ensina através da parábola do semeador: A que caiu à beira do caminho são os que a ouviram; vem, a seguir, o diabo e arrebata-lhes do coração a palavra, para não suceder que, crendo, sejam salvos.” (Lucas 8:11-12) Jesus está dizendo aqui que há um outro ser também que tem planos para o homem.

No Salmo 14 lemos que “o tolo diz em seu coração não há um Deus”. Isto é resultado de uma decisão intelectual com base em “uma postura do coração”.

Ninguém, em sã consciência, pode negar que o mundo está em crise. Não somente financeira, mas principalmente espiritual. Mas, sobre isto Jesus nos advertiu“Quando, porém vier o Filho do homem, porventura achará fé na terra?” (Lucas 18:8)

O que mais surpreende é a imaturidades das autoridades em achar que cadeia resolve o problema da marginalidade, nova moeda resolve o problema financeiro mundial, uma liderança mundial resolve o problema da crise humanitária. Agir com a mentira como instrumento de “verdade” é de um absurdo imperdoável. Por agir assim o homem afundará cada vez mais em seus problemas. Mais do que nunca os cristãos que têm se preocupado em seguir os ensinamentos de Cristo estão convencidos de que “antes, importa obedecer a Deus do que aos homens”. (Atos 5:29)

As autoridades do mundo, sejam chefes de Estado ou mesmo religiosos, vêm apresentando soluções equivocadas para um mundo já equivocado em seus problemas. Falta a direção de Deus! Enquanto não admitirem isto o mundo mergulhará cada vez mais em seus problemas. 

Abordamos um pouco sobre os conflitos que se desenhariam por conta dessas crises mundiais em nossos textos Sinais do Cumprimento de uma Promessa Maravilhosa. Nele comentamos: Deus é atemporal, mas Ele sabe que lida com homens e Ele tem alinhado Suas profecias à história dos homens. “À medida que a humanidade caminha em direção ao termo de sua história, a Providência pode estimar necessário desvendar o que pensa ser oportuno neste terreno.” (A L’Écoute de La Bible (Éditions SDT) p. 337-338)

Na Bíblia “três grandes livros, Isaías, Jeremias e Ezequiel abrem a parte essencialmente profética, seguidos dos que chamamos de profetas menores. Não porque sejam de menor importância, mas por causa do tamanho mais limitado de seus escritos. Todos esses livros contêm os lembretes das advertências divinas. Sempre relativas a tempos dificeis, eles explicam o presente ao mesmo tempo que lançam a esperança de dias melhores, quando Deus irá restaurar todas as coisas.” (Jean-Claude Verrecchia, La Bible mode d’emploi, Éditions Vie et Santé, p.32)

Entre os profetas do Antigo Testamento havia Daniel e no livro bíblico que tem o seu nome encontram-se ensinamentos que se complementam com o livro de Apocalipse, escrito por João um dos discípulos de Jesus. O livro de Daniel é marcado pelo doloroso período do exílio. A ele também foram dadas visões sobre o tempo do fim, mas foi dito que não seriam para seu tempo: “A visão da tarde e da manhã, que foi dita, é verdadeira; tu, porém, preserva a visão, porque se refere a dias ainda mui distantes.” (Daniel 8:26) 

Na Bíblia está registrado que Daniel achou graça diante de Deus e o anjo Gabriel foi enviado para explicar a Daniel a visão que ele recebera concernente ao tempo do fim: “[...] falava ainda na oração, quando o homem Gabriel, que eu tinha observado na minha visão ao princípio, veio rapidamente, voando, e me tocou à hora do sacrifício da tarde. Ele queria instruir-me, falou comigo e disse: Daniel, agora, saí para fazer-te entender o sentido. No princípio das tuas súplicas, saiu a ordem, e eu vim, para to declarar, porque és mui amado; considera, pois, a coisa e entende a visão.” (Daniel 9:21-23)

Jesus em Mateus 24: 32-33 disse: “Aprendei, pois, a parábola da figueira: quando já os seus ramos se renovam e as folhas brotam, sabeis que está próximo o verão. Assim também vós: quando virdes todas estas coisas, sabei que está próximo, às portas.” 

Pedro 1:19 diz: “Temos, assim, tanto mais confirmada a palavra profética, e fazeis bem em atendê-la, como a uma candeia que brilha em lugar tenebroso, até que o dia clareie e a estrela da alva nasça em vosso coração,”

Precisamos sim discernir os sinais que se apresentam diante de nós. Precisamos discernir os sinais característicos da época do fim dos tempos, a fim de estarmos preparados para reconhecermos a verdade e nos posicionarmos com relação a ela. Teremos que decidir se obedeceremos a Deus ou aos homens. Esta é uma questão onde a tolerância será exercida em sua mais profunda essência. Muitos confundirão tolerância com subserviência. O limite então será o que é dos homens e o que é de Deus. 

Antes da existência de Hittler o mundo cria na possibilidade do Holocausto? Quantos homens com espíritos ditadores têm se erguido ao longo da história e conseguido levantar grandes números de adeptos? Se você disser que poucos eu lhe direi que você está muito equivocado, pois muitas nações sofreram nas mãos de ditadores locais. Muitas inclusive até hoje os aclamam como grandes líderes. Um olhar mais profundo do que se passou por trás das cortinas da Revolução Francesa não me deixam mentir! Napoleão Bonaparte foi tão bom general de guerra como foi Hittler. Da mesma forma foram tão soberbos, arrogantes e cruéis!  Todos os dois, por imposição da força ou não, formaram um grande exército. A História está aí para que a verdade não seja pisoteada! 

Infelizmente no mundo espiritual não é diferente. A religião quando mal usada tem também o seu papel de subjugar, dominar, perseguir. Por que a história sempre se repete? Porque a natureza humana é a mesma! O homem sempre quis dominar o outro. E no mundo das religiões não é diferente. Em nome do manter-se no poder, leis são necessárias. Os homens religiosos também têm suas leis de dominação!

No Livro de Atos capítulo 5 encontramos o registro de mais uma tentativa de perseguição ao movimento cristão. Mas, essa segunda tentativa, por essa época, da parte das autoridades sacerdotais, de tolher o movimento dos cristãos, teve tão pouco êxito como a primeira. F.F. Bruce faz essa interessante observação: “Esta segunda iniciativa é interessante porque sua narrativa nos leva à presença do grande rabino Gamaliel, o Velho, discípulo de Hilel e mestre de Paulo. Seu conselho moderador, para que se deixasse de mão o novo movimento, pois podia ser que se provasse oriundo de Deus, foi acolhido por certo tempo, embora os apóstolos tivessem o ensejo de alegrar-se por se acharem dignos de sofrer açoites pelo Nome ilustre que anunciavam.”

No v.35  está escrito: “e lhes disse: Israelitas, atentai bem no que ides fazer a estes homens.”

Muitos acham que é equivoco e alarmismo dos adventistas porque afirmamos já há muito que haverá um tempo de grande discussão religiosa em torno da Lei de Deus. Mais especificamente com relação ao 4º Mandamento. Isto porque o mundo cristão esquartejou a vontade de Deus para dar supremacia à sua vontade própria. 

Os quatro primeiros mandamentos da Lei de Deus na sua origem trazem conselhos e ordens sobre como devemos nos relacionar com Deus. É a vontade de Deus expressa sob a forma de regras morais para com Ele. Os outros 6 restantes se referem às regras morais para com o nosso próximo.

Os mandamentos, segundo a fé católica, desestruturaram este princípio tão bem enfatizado quando Jesus disse: “Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma, e de todo o teu entendimento. Este é o grande e primeiro mandamento. E o segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo. Destes dois mandamentos dependem toda a Lei e os Profetas.” (Mateus 22:37-40)

“A razão pela qual observamos o primeiro dia da semana no lugar do sétimo não se encontra em nenhum mandamento afirmativo. É em vão que procuremos nas Escrituras uma justificativa para a substituição o sábado pelo domingo. Os primeiros cristãos começaram a adorar a Deus no primeiro dia da semana porque Jesus ressuscitou neste dia. Depois, pouco a pouco, este dia de adoração tornou-se um dia de repouso, uma festa legalizada no ano de 321. É por isto, que nosso sábado cristão não revela uma ordenança positiva. É um dogma da igreja.” ( C.G. Chappel, auteur méthodiste. Tem Rules for living. Abingdon – Cokensbury Press, New York-Nashiville, 1938, p. 61).


“Os protestantes ou retornam ao sábado judaico ou devem submeter-se a autoridade da igreja católica que, pelo poder recebido de Deus, substituiu o dia do sábado pelo dia do domingo. (...) Na verdade, isto não se trata de uma simples disciplina, mas de uma mudança dos preceitos divinos...” (Abade Ad. Tanquerey, P.S.S., professeur de théologie dogmatique, Synopsis Theologicae Dogmaticae, Desclée et Socil, Rome- Tournai- Paris, 1922, t,l,p. 368 (traduit du latin).





Qual é a vontade do Senhor? 

“Nada acrescentareis à palavra que vos mando, nem diminuireis dela, para que guardeis os mandamentos do SENHOR vosso Deus, que eu vos mando.” (Deuteronômio 4:2) 

“É mais fácil passar o céu e a terra do que cair um til sequer da lei.” (Lucas 16:17)


Muitos têm alegado que o sábado pertence a Antiga Aliança. Será? Vejamos o que diz o Novo Testamento:





“Mentir é falar ou dizer algo contrário à verdade; é a expressão e manifestação contrária ao que alguém sabe, crê ou pensa. Pode-se crer na mentira, falar mentira e praticar a mentira. É o engano em seus diferentes aspectos; nocivo ao ser humano e ofensa grave diante de Deus. O diabo é o pai da mentira (João 8:44) e, portanto, a mentira é um instrumento diabólico que o homem usa para sua própria perdição. O mais triste é que o homem ama a mentira, não ama a verdade pois ele é mau por natureza (Romanos 1:25; Apocalipse 22:15). [...] Existe também a mentira doutrinária e a mentira teórica. O espírito do erro nega que Jesus Cristo veio em carne, nega que Cristo é Deus (I João 4:6). Esta é uma mentira doutrinária. A teoria da evolução é uma mentira teórica pois nega a criação, negando assim o Criador que é Deus. Há pessoas que creem nessas mentiras, e haverá muitíssimos que irão crer na mentira por não terem dado crédito à verdade (II Tessalonicenses 2:10-12). [...] Portanto, ao homem agrada, por natureza, crer na mentira; agrada-lhe praticar a mentira e ele até mesmo ama a mentira. Repito, a mentira é prejuízo ao homem e, com todos os seus horrorosos aspectos, o degenera e o leva à perdição. O diabo com seu instrumental de mentira rouba, mata e destrói o homem. Está escrito: "O ladrão vem somente para roubar, matar e destruir" (João 10:10). O diabo lançou a sua mentira no mundo: "a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida" (I João 2:16).  Devemos aborrecer a mentira, em qualquer forma [...]. Temos que amar a verdade, a qual está em nós, e estará para sempre (II João 1, 2). Procuremos praticar a verdade em nossas vidas, crer na verdade, falar a verdade e amar a verdade. Cristo disse: "Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim" (João 14:6). "Pelo que deixai a mentira, e falai a verdade cada um com o seu próximo; porque somos membros uns dos outros." (Efésios 4:25).” (Fonte: http://www.stories.org.br/textos/men.html

Concordamos, nós os cristãos, em sua grande maioria com os 9 mandamentos. Paradoxalmente, em sua grande maioria discordamos com relação ao aleijamento da Lei de Deus. Mas, em meio a cristandade há ainda um povo que  crê que a Lei Moral do Senhor continua em sua integridade em vigor. Cremos na vigência da observação espiritual do sábado como um dia especial, reservado por Deus para comunhão entre nós e Ele. Cremos na autoridade da Bíblia como a Palavra de Deus e é nela que está firmada a nossa fé. Confiamos no Seu amor e reconhecemos Sua soberania e Autoridade em nossas vidas.  

“As recomendações de Deus sempre visam ao nosso bem-estar. Ao colocar em Sua Lei um mandamento específico sobre a santificação de um dia da semana, Ele, na verdade, estava nos prevenindo a respeito da correria em busca de posses e do desgaste físico e mental que dela advém. Hoje, poderíamos dizer que, ao obedecer ao quarto mandamento, estamos, na verdade, melhorando nossa qualidade de vida e evitando o estresse. [...]  A palavra “Domingo” não se encontra na Bíblia. No entanto, há oito referências ao primeiro dia da semana no Novo Testamento (Mateus 28:1; Marcos 16:1 e 2; Lucas 24:1; João 20:1; Marcos 16:9; João 20:19; Atos 20:7; I Coríntios 16:2). Basta lê-las para perceber que em nenhuma delas há qualquer indicação de ser o domingo um dia diferente dos demais ou santificado. O cardeal Gibbons, arcebispo de Baltimore e primaz da Igreja Católica nos EUA, disse: “Podereis ler a Bíblia de Gênesis ao Apocalipse, e não encontrareis uma única linha que autorize a santificação do domingo. As Escrituras ordenam a observância religiosa do sábado, dia que nós nunca santificamos” (
Faith of Our Fathers, pág. 89). 

O primeiro dia da semana era dedicado ao culto do Sol, pelos antigos babilônios. Em 274 d.C., o imperador Aureliano adotou o culto do Sol como a religião oficial do Império Romano. Ao culto do Sol foi dedicado o primeiro dia da semana (em inglês, domingo ainda significa “Dia do Sol” – 
Sunday; e em alemão, também – Sonntag). Com o tempo, esse dia santo dos pagãos foi sendo adotado pela cristandade, até que no dia 7 de março de 321, o imperador Constantino assinou um decreto que oficializava o domingo como dia de guarda, o que foi aprovado pela Igreja Católica no ano 364. Porém, sempre houve fiéis que não aceitaram as tradições humanas, permanecendo leais às Escrituras e sendo perseguidos por isso.”  (Fonte: http://michelsoncursobiblico.blogspot.com/2006/12/lio-17-o-verdadeiro-dia-de-guarda.html 

Se eles sabem disto por que tentam agora estabelecer leis de observância europeia afirmando ser o domingo o dia de descanso? Para mim está claro que os homens estão querendo sobrepor suas vontades em detrimento da de Deus. 

Faço parte do grupo de fiéis que consideram em vigor o sábado memorial da criação divina e tenho dito como os apóstolos “antes, importa obedecer a Deus do que aos homens”. É muito provável que isto seja confundido por muitos como radicalismo e fundamentalismo religioso. Mas, a grande questão para os que têm decidido submeter-se a vontade de Deus é exatamente essa: a Sua vontade é soberana.

Numa época em que o mundo se organiza, com o apoio de certas lideranças religiosas, para oficializar sua rebeldia à vontade divina, como cristã, reafirmo meu compromisso com Deus.  

A observância do sábado é enunciada em Isaías 58:13, 14 nos seguintes termos: “Se desviares o pé de profanar o sábado e de cuidar dos teus próprios interesses no Meu santo dia; se chamares ao sábado deleitoso e santo dia do Senhor, digno de honra, e o honrares não seguindo os teus caminhos, não pretendendo fazer a tua própria vontade, nem falando palavras vãs, então, te deleitarás no Senhor.”
 

Vimos no texto “Retrospectiva e Perspectiva - Do Sábado para o Domingo”  os questionamentos interessantes de Samuelle Bachiochi: “Pode o domingo ser considerado como a legítima substituição do sábado? Pode o quarto mandamento ser corretamente citado para impor a observância do domingo? Deveria o domingo ser visto como a hora de adoração em vez de o santo dia de repouso ao Senhor? Declaramos de início que para responder estas perguntas, e daí formular critérios teológicos válidos necessários para ajudar a solucionar o importante problema de generalizada profanação do domingo, é indispensável averiguar tanto a base bíblica quanto a gênese histórica desta festividade. Acreditamos que esta verificação foi justificada pela convicção cristã de que qualquer decisão atual com respeito ao dia do Senhor deve estar baseada na autoridade bíblica, confrontada com o desenvolvimento histórico do cristianismo primitivo. O “sábado” sem Deus não tem o menor sentido. Assim como nenhum sentido há em pretender adoração a Deus através de um dia com a motivação de que a vontade de Deus não precisa ser levada em conta. 


O que Deus pediu? 

Lembra-te do dia de sábado, para o santificar. Seis dias trabalharás e farás toda a tua obra. Mas o sétimo dia é o sábado do SENHOR, teu Deus; não farás nenhum trabalho, nem tu, nem o teu filho, nem a tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o forasteiro das tuas portas para dentro; porque, em seis dias, fez o SENHOR os céus e a terra, o mar e tudo o que neles há e, ao sétimo dia, descansou; por isso, o SENHOR abençoou o dia de sábado e o santificou.” 


O que os homens estão pedindo?


“Porém, se vos parece mal servir ao SENHOR, escolhei, hoje, a quem sirvais: [...] Eu e a minha casa serviremos ao SENHOR.” (Josué 24:15)


Ruth Alencar

Um comentário:

  1. Isto tudo é muito sério...

    a igreja não pode confundir a fé dos fiéis porque tem um dogma a defender.

    A essência do cristianismo não se fundamenta num dia de observância. São cristãos sim, sinceros mas completamente equivocados. Não podemos firmar uma verdade teológica baseada em dogmas religiosos. O domingo como está sendo anunciado não tem fundamentação bíblica.

    Agora, se a Bíblia não é mais válida e o que importa é a Tradição...fazer o que?

    Que os cristãos sinceros busquem, estudem, pesquisem pois as posições aqui não têm ao mesmo tempo a verdade. Uma anula a outra.

    Que o Senhor nos ilumine a todos e que possamos encontrar a paz.

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