A Vontade de Deus e sua Vontade


                                                                   
por Morris Venden

O Livro - Introdução e Passos

Passo 1

“Sua própria vontade é neutra. Isto não significa que você não terá nenhuma preferência, mas que você está disposto a ir por qualquer caminho que Deus dirija. Isto só é possível para alguém que está envolvido em comunhão diária com Deus, porque não podemos levar-nos a nós mesmos à rendição. Deus deve fazer isto por nós. O exemplo de Jesus nisto está registrado em Mateus 26:39 : “Adiantando-se um pouco, prostrou-se sobre o seu rosto, orando e dizendo: Meu Pai, se possível, passe de mim este cálice! Todavia, não seja como eu quero, e sim como tu queres.”

João 4:34 : “Disse-lhes Jesus: A minha comida consiste em fazer a vontade daquele que me enviou e realizar a sua obra.”

Talvez o conheçamos melhor por causa da sua jumenta. Embora Balaão tivesse sido por algum tempo profeta de Deus, ele finalmente demonstrou-se falso. Falhou em compreender corretamente e aceitar a vontade de Deus em sua vida porque não estava disposto a renunciar aos seus próprios planos. E sua vida terminou em tragédia.

Você se lembra da história. Os filhos de Israel tinham chegado às fronteiras da Terra Prometida. Balaque, rei moabita, ficou imediatamente preocupado. Os israelitas, acampados do outro lado do rio Jordão, nas planícies de Moabe, representavam uma força poderosa, e Balaque não tinha certeza de que o seu exército se igualava ao deles. Assim ele resolveu tentar alguma estratégia.

Enviou mensageiros a Balaão, dizendo: "Eis que um povo saiu do Egito, cobre a face da terra, e está morando defronte de mim. Vem, pois, agora, rogo-te, amaldiçoa-me este povo, pois é mais poderosa do que eu; para ver se o poderei ferir e lançar fora da terra, porque sei que, a quem tu abençoares será abençoado, e a quem tu amaldiçoares será amaldiçoado." (Números 22:5 e 6)

Poderia parecer à primeira vista que Balaão deveria ter sabido imediatamente que este não era o plano de Deus! Mas ele ficou tão impressionado pelas recompensas que o rei lhe oferecia por seus serviços que disse aos mensageiros: "Ficai aqui esta noite, e vos trarei a resposta como o Senhor me falar." (Verso 8). E assim os mensageiros passaram ali a noite.

Balaão pediu orientação, e a orientação do Senhor veio em alto e bom som. "Então disse Deus a Balaão: Não irás com eles, nem amaldiçoarás o povo; porque é povo abençoado." (Verso 12)

Balaão despediu relutantemente os mensageiros na manhã seguinte, e eles voltaram para Balaque com a mensagem. Mas Balaque não se deixava vencer facilmente pelo desânimo. Enviou de volta um segundo grupo de mensageiros que prometeu maiores recompensas do que da primeira vez, concluindo que Balaão estava simplesmente resistindo por um preço mais alto. Prometeu a Balaão honra e promoções se ele cooperasse com seu plano. 

As palavras de Balaão foram corretas, porque ele respondeu, no verso 18: "Ainda que Balaque me desse a sua casa cheia de prata e de ouro, eu não poderia traspassar o mandado do Senhor meu Deus, para fazer coisa pequena ou grande." Mas o coração de Balaão não era reto. Sua própria vontade era obstinada – ele queria desesperadamente ir com os mensageiros, pronunciar contra Israel as maldições exigidas e receber a recompensa. Talvez ele raciocinasse que as palavras não eram afinal nada, que o povo de Deus não poderia ser ferido por seus sortilégios, e sua própria causa seria obviamente muito ajudada. Certamente ele tinha racionalizações que ensaiara em sua mente, quando mais uma vez foi perante o Senhor a fim de inquirir sobre Sua vontade no assunto.

Deus foi muito paciente com este errante profeta e mais uma vez veio falar com ele, e disse: "Se aqueles homens vierem chamar-te, levanta-te, vai com eles." Verso 20.

Tanto quanto sabemos, Balaão não pediu um sinal, mas o Senhor lhe ofereceu um. "Se eles vierem chamar-te, vai com eles. Se não, fica em casa." Mas os mensageiros não vieram chamar Balaão. Impacientes ante a demora e esperando a mesma resposta que tiveram antes, não viram nenhum proveito em esperar por ele. Cedo de manhã seguiram seu caminho, e quando Balaão foi procurá-los, eles já tinham partido de volta para o palácio.

Agora a vontade própria de Balaão estava em completo controle e, ignorando a ordem direta do Senhor, albardou a sua jumenta e saiu atrás dos mensageiros. Antes de alcançá-los, foi interrompido pelo anjo – a princípio invisível a ele, mas visto por sua jumenta. A mente de Balaão estava decidida. Ele sabia o que queria. E mesmo uma jumenta falante e um anjo com a espada desembainhada não foram suficientes para fazê-lo mudar de idéia. Ele não parou por estar disposto a parar, mas sim porque foi forçado a isto. Disse ele ao anjo: "Agora, se parece mal aos teus olhos, voltarei." Parece que tinham sido dados a Balaão um ou dois indícios no tocante a que se Deus estava ou não insatisfeito com o seu procedimento, não é? Mas Balaão estava decidido a ir adiante se houvesse qualquer meio que ele pudesse empregar para conseguir o seu intento.

Deus, em Sua infinita consideração pela faculdade da escolha do homem, permitiu que Balaão seguisse seu próprio caminho, mas disse- lhe que ele poderia falar somente as palavras que lhe fossem dadas por Deus. 

E fácil unir-se a Balaão, não é? Não é difícil compreender a vontade de Deus quando ela está em harmonia com nossas próprias inclinações. Mas quando vemos que a vontade do Senhor nos levaria a algum caminho diverso daquele que escolheríamos para nós mesmos, quão difícil achamos ouvir Sua voz! Podemos orar longa e ardentemente, pedindo a Deus que nos mostre o que devemos fazer, mas Deus conhece nosso coração. Ele sabe se somos sinceros ao buscarmos conhecer Sua vontade ou se estamos simplesmente buscando o Seu selo de aprovação para nossa própria escolha. Ele pode às vezes lidar conosco como fez com Balaão e permitir que prossigamos no caminho que escolhemos, até que venhamos a perceber que não temos renunciado à nossa própria vontade no assunto. Porque é somente quando não temos nenhuma vontade própria que estamos em condições de começar a buscar a vontade do Senhor.

Balaão e Balaque tentaram três vezes amaldiçoar a Israel, mas Balaão não pôde falar senão bênçãos. Balaque perdeu finalmente a calma e disse: "Chamei-te para amaldiçoar os meus inimigos; porém agora já três vezes somente os abençoaste." (Números 24:10). Balaão seguiu para casa, gritando bênçãos sobre Israel enquanto partia, e com ira no coração por ser lesado das riquezas e honras que teriam sido suas se ele tivesse sido capaz de prover maldições em vez de bênçãos.

Depois de chegar em casa, ele sugeriu outro plano para amaldiçoar a Israel. Desta vez, sem mesmo consultar ao Senhor, porque ele sabia que estava em rebelião, retornou ao palácio com uma brilhante idéia. Ele conhecia a fonte do poder de Israel, mesmo que Balaque não o soubesse. Também sabia que quando o povo de Deus estivesse separado da fonte do seu poder, a maldição seria automática.

Balaque ficou exultante com o plano de Balaão e imediatamente o pôs em execução. Foram dadas a Balaão as honras e riquezas que ele tanto cobiçava, mas ele não as usufruiu por muito tempo, porque foi morto na batalha que se seguiu.

Balaão é um exemplo clássico da verdade do primeiro passo em buscar a vontade de Deus em sua vida. Você não deve ter nenhuma vontade própria no dado assunto. Se sua própria vontade estiver no comando, não lhe será de nenhum proveito conhecer a vontade de Deus, porque você não estará disposto a aceitá-la. Se sua própria vontade estiver controlando, nem mesmo a voz de Deus na noite ou uma jumenta que fala ou um anjo bloqueando seu caminho ou seu próprio juízo e razão e consciência, não serão suficientes para afastá-lo do seu curso. Sua própria vontade deve ser posta sob o controle de Deus antes que uma revelação da Sua vontade a você possa ser aceita e apreciada.

O que significa não ter nenhuma vontade própria? Suponha que você esteja tentando decidir-se com quem casar ou para onde mudar-se ou que emprego aceitar. Não ter nenhuma vontade própria significa que você não tem nenhuma preferência no assunto? Não ter nenhuma vontade própria faz de você alguma espécie de joguete sem nenhum pensamento ou desejo acerca do que quer?

Não ter nenhuma vontade própria não significa que você não terá nenhuma preferência. Jesus teve uma preferência no Horto do Getsêmani, quando orou: "Não se faça a Minha vontade, e, sim, a Tua." S. Lucas 22:42. Ele preferiria escapar das agonias do Horto, da humilhação do julgamento público, dos açoites e do horror da cruz. Ele teria preferido não Se separar de Seu Pai. Ele tinha uma preferência. Maior, porém, do que sua preferência pessoal foi o Seu compromisso de trazer salvação ao mundo, de cooperar com Seu Pai na obra da redenção. 

Portanto, a despeito de Sua própria preferência, Ele pôde dizer: "Eu desci do Céu não para fazer a Minha própria vontade; e, sim, a vontade dAquele que Me enviou." S. João 6:38.

Assim, uma coisa é ter preferência; outra é estar tão completamente rendido à vontade de Deus seja qual for que tão logo a mesma se revele, você esteja disposto a segui-la. Não ter nenhuma vontade própria significa que sua prioridade consiste em aceitar a vontade divina, de sorte que quando esta vontade é revelada, você a aceita e acaricia, e sua própria preferência se rende.

Sempre que alguém deixa de receber a orientação do Senhor em sua vida, isto geralmente ocorre como resultado de falha neste primeiro passo – não tendo nenhuma vontade própria em dado assunto. Mas é impossível chegar à condição de não ter nenhuma vontade própria, à parte de um relacionamento pessoal com Cristo. Somente Seu poder e controle em sua vida pode levá-lo a uma rendição genuína à Sua vontade. Se você está no comando de si mesmo, todas as vezes você se unirá a Balaão, dizendo a Deus: "Minha mente está decidida; não me confunda com os fatos."

Há muitos exemplos bíblicos daqueles que aparentemente buscaram a orientação do Senhor, mas que não renderam a vontade no processo. Os filhos de Israel, em sua primeira viagem para as fronteiras da Terra Prometida, menos de dois anos após a sua saída do Egito, cometeram o mesmo erro. Enviaram espias para observar como era esse novo país, e quando os espias regressaram com o seu relatório negativo, o povo se rendeu ao temor e à dúvida. Recusaram a oportunidade de aceitar a vontade divina para eles, de que deveriam marchar imediatamente e possuir a terra. Em vão Josué e Calebe pleitearam com eles. Moisés e Arão foram incapazes de dissuadi-los de sua decisão. Oraram pedindo para morrer no deserto, e sua oração foi tragicamente respondida de acordo com o seu desejo.

Saul não estava disposto a esperar pela vinda de Samuel a fim de oferecer os sacrifícios como sacerdote, e foi avante por sua conta. Estava indisposto a aceitar as instruções do Senhor concernente aos cativos e aos despojos de guerra e em vez disto seguiu seu próprio caminho. Estava indisposto, finalmente, a consultar a vontade divina, que tão freqüentemente estivera em desacordo com sua própria vontade, e em lugar disto dirigiu-se a En-Dor a fim de encontrar conselho mais agradável.

Sansão não estava disposto a aceitar para si a orientação divina na escolha de uma esposa. Jezabel não estava disposta a aceitar a orientação do Senhor através de Elias, procurando matá-lo em vez disto. Davi consultou sua própria vontade em vez de consultar a vontade do Senhor em seu relacionamento com Bate-Seba. A lista poderia prosseguir ininterruptamente.

Talvez nossa maior dificuldade em compreender a vontade do Senhor para nossa vida esteja no fato de que nossa própria vontade tão constantemente entra em cena. E por este motivo não temos nenhuma esperança de nos livrarmos de nossa própria vontade, exceto se formos diariamente a Cristo e nos entregarmos a Ele, através de um contínuo relacionamento diário. Se nos rendermos diariamente a Ele e diariamente aceitarmos Sua direção em nossa vida, quando chegar o momento da decisão, estaremos em condições de não ter nenhuma vontade própria e de aceitar a vontade de Deus para nós.

Cristo, em Sua vida terrestre, não fez nenhum plano para Si mesmo. Diariamente recebia os planos de Seu Pai para Si, e foi assim que Sua vida estava constantemente em harmonia com a vontade de Seu Pai. A mesma orientação que Ele tinha está à nossa disposição.

Significa isto que não devemos fazer absolutamente nenhum plano, que devemos simplesmente nos assentarmos em uma cadeira de balanço e esperar que Deus a embale? Ou significa que não devemos fazer planos separados de Deus – nenhum plano para nós mesmos que O ignore? Podemos fazer planos, como melhor conhecemos, mas devemos estar sempre dispostos a renunciar a esses planos, ou levá-los avante, conforme Sua providência indique.

O apóstolo Paulo é um exemplo disto. Ele fazia planos em suas viagens missionárias, mas às vezes seus planos eram interrompidas. Atos 16:6-9 nos fala disto. Eles estavam planejando ir a um lugar, mas o Espírito Santo os dirigia a outro, e eles aceitavam Seus planos, porque estavam rendidos ao Seu controle. Estavam dispostos a aceitar que seus próprios planos fossem obstruídos sempre que esses planos não estivessem em harmonia com os planos de Deus.

Você pode ver isto em operação na vida de Jesus. Ele e Seus discípulos estavam perto de uma aldeia samaritana. Jesus estava tão cansado que não pôde nem mesmo percorrer com Seus discípulos o restante do caminho até á cidade, mas em vez disto assentou-Se ao lado do poço, planejando descansar até que Seus discípulos trouxessem de volta algum alimento. Mas Seus planos quanto ao descanso foram interrompidos. Uma mulher veio tirar água do poço, e ela necessitava do Seu auxílio. Seu Pai havia programado um divino encontro, e Jesus aceitou o desafio. Quando os discípulos, surpresos ante Seu procedimento, O indagaram no tocante a isto, Ele respondeu: "A Minha comida consiste em fazer a vontade dAquele que Me enviou, e realizar a Sua obra." S. João 4:34.

Que significa isto? Significa que para a pessoa que está seguindo as pegadas de Jesus, se vier a escolha, mesmo que seja escolher entre o alimento e o serviço, ela saberá que escolha fazer. E não apenas saberá qual é a escolha certa, mas considerará um privilégio e uma honra escolher servi-Lo.

Você pode estar cansado, faminto ou sedento. Mas o Senhor pode prover-lhe um divino encontro, e ao aceitar Sua orientação, você descobre força que não suspeitava possuir. Já aconteceu isto em sua vida? O Senhor pode enviá-lo a algum local de serviço que você jamais teria escolhido por si mesmo. Mas ao seguir Sua orientação, você descobre que a maior bênção lhe advém de ir aonde Ele o conduz.

Quer você não ter nenhuma vontade própria? Só há um meio possível de conseguir isto. Ao continuar o relacionamento com Deus, relacionamento com Ele a fim de seguir o seu próprio caminho, você está em perigo.

Conheci um jovem que não queria ser um pastor. Toda vez que ele se aproximava de Deus, sentia a batida de Deus em seu ombro, trazendo- lhe a convicção de que Deus queria que ele fosse um pastor. Mas ele definitivamente não queria ser um pastor, de sorte que achou uma solução. Afastou-se de Deus. Escolheu deliberadamente não se aproximar muito. Foi então que ele não sentiu mais a batida no ombro!

Uma vez li a história de um homem que estava tão decidido a não se tornar um pastor e tão convicto de que Deus queria que ele fosse um, que recusou entregar o coração ao Senhor, recusou a conversão, recusou ir a Deus em busca de arrependimento, perdão e poder. Permaneceu distante por anos, até que finalmente desistiu da luta. Ele afirmou que quando chegou o tempo, não começou pedindo a Deus o perdão dos pecados, ou o arrependimento ou a aceitação de Deus. Sua primeira oração, quando ele finalmente permitiu que Deus o alcançasse foi: "Tudo bem, eu serei um pastor." E todos os demais ingredientes da salvação vieram depois disto.

Por vários anos nossa família morou no norte da Califórnia, em um local que mais se assemelhava a uma estação de veraneio do que a qualquer outra coisa. Situava-se no alto das montanhas, calmo, pacífico, formoso. Então recebemos um chamado para Nebraska.

Não estávamos interessados em ir para Nebraska. Não queríamos nada com Nebraska. Fizemos brincadeiras acerca de obter um adesivo de pára-choque que dissesse: "Esqui Nebraska." Falávamos, em tom de ironia, acerca de Nebraska como sendo a capital recreativa do mundo.

Levou algum tempo antes de estarmos mesmo dispostos a orar acerca do assunto. Mas chegou o momento, no relacionamento contínuo com Cristo, quando se tornou necessário ou dar ouvidos à Sua vontade 20 no que se referia a Nebraska ou cortar o relacionamento. E assim oramos a respeito do chamado para Nebraska.

A despeito da extensão de tempo que Lhe tomou para convencer- nos a não termos nenhuma vontade própria no determinado assunto, estando nós uma vez dispostos a renunciar à nossa própria preferência, Sua vontade se tornou muito clara em um tempo surpreendentemente curto.

Quando nos mudamos para Nebraska, as notícias de nossa atitude anterior nos haviam precedido! O escritório da igreja tinha sido decorado com bandeiras que diziam "Esqui Nebraska" – e outras piadas "íntimas"! Estávamos envergonhados! Mas estávamos também gratos de que o povo de Nebraska tivesse tal senso de humor!

Finalmente, não apenas estávamos dispostos a ficar em Nebraska, mas estávamos realmente emocionados com a perspectiva e mal podíamos esperar para ver qual era o plano de Deus pára nós naquele lugar, sendo que Ele fora tão explícito acerca de levar-nos para lá.

Tem Deus em mente um lugar especial para você trabalhar para Ele? Sim, Ele tem, tão certamente como tem Ele um lugar especial preparado no Céu para você. E não importa quais sejam suas preferências pessoais, se você aceitar sua escolha para você em sua vida, em seu lar, em seu serviço para Ele, você encontrará a maior felicidade. E o primeiro passo na direção de descobrir esta vontade para sua vida é permitir que Ele o leve ao ponto de não ter nenhuma vontade própria em determinado assunto.”



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Morris Venden é o mesmo autor do Livro ComoConhecer a Deus 

Comentários

  1. Ah, se a nossa ansiedade de sobrevivência fosse tal qual a de Jesus :"A minha comida consiste em fazer a vontade daquele que me enviou e realizar a sua obra”, o mundo seria outro.Mas a gente pensa que veio ao mundo para conquistar, ser servido...Ainda bem que Deus nos dá o entendimento de reconhecê-Lo em nosso caminho e descobrir a Sua vontade para nossa vida.

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