Introdução ao Livro de Daniel Parte 1

Em Janeiro de 2001 tive o prazer de realizar uma viagem simplesmente maravilhosa! Havíamos feito o projeto para irmos a Brasília e ficarmos lá por um mês na casa de minha irmã Ana. Mas, acabamos vivendo férias inesquecíveis, após conhecermos Brasília decidimos ir além e Ana, companhia agradabilíssima  nos convidou para vivermos uma aventura. Findamos nessas férias conhecendo Brasília, Caldas Novas, a Chapada dos Viadeiros e um pouquinho de algumas cidades de Minas Gerais.


Vivemos experiências divertidas e aterrorizadoras... frutos do tipo de viagem não programada! Num dos trajetos nos perdemos e quando nos demos conta estávamos cercados por um touro amedrontador  Ele bufava em nossa direção, pois havíamos invadido o seu território. Por algum tempo paramos o carro com esse animal à nossa frente mirando-nos com o  seu olhar a espera de um gesto nosso para atacar. Era um animal muito bonito, grande e forte. Não havia dúvidas que com sua força e raiva faria um enorme estrago em nosso carro. Estávamos como estátuas. Eu, meu esposo Airton, Ana, nosso filho Israel e minha sobrinha Polly. Aquele touro estava no comando e nós nos submetemos. Só nos mexemos e saímos de lá quando ele desistiu, abrindo passagem para nós. E tivemos que sair devagarinho, respeitando aquela autoridade de 4 patas. Não duvide, não estou exagerando. Aquele animal estava disposto a virar o carro. Quando me senti segura olhei para fazer uma foto, mas o bicho já havia se enfiado na mata.

Quem me conhece sabe que tenho pavor a vaca e touro... em meus pesadelos esses bichos armam armadilhas para me pegar, se escondem e voam. Resultado do meu tempo de infância. Morava no interior e era comum vaqueiros atravessarem a cidade com sua boiada e nelas sempre havia um animal rebelde que era identificado por uma máscara. Chamávamos de a vaca mascarada. De vez em quando elas fugiam da boiada e os vaqueiros corriam atrás. Era um Deus nos acuda. Gente correndo para todo lado, se enfiando debaixo dos carros. Em uma dessas ocasiões batemos a porta da nossa casa na cara de uma fujona. Então... não é um medo sem fundamento! Mas, chega de touro!

Depois seguimos viagem para Ouro Preto. Minas Gerais tem lugares simplesmente maravilhosos para conhecermos! Assim como grandes personagens de nossa História.

Com certeza você já ouviu falar em Aleijadinho e em algumas de suas obras fantásticas. 

Pouco se sabe com certeza sobre sua biografia, que permanece até hoje envolta em cerrado véu de lenda e controvérsia, tornando muito árduo o trabalho de pesquisa sobre ele e ao mesmo tempo transformando-o em uma espécie de herói nacional. A principal fonte documental sobre o Aleijadinho é uma nota biográfica escrita somente cerca de quarenta anos depois de sua morte. Sua trajetória é reconstituída principalmente através das obras que deixou, embora mesmo neste âmbito sua contribuição seja controversa, já que a atribuição da autoria da maior parte das mais de quatrocentas criações que hoje existem associadas ao seu nome foi feita sem qualquer comprovação documental, baseando-se apenas em critérios de semelhança estilística com peças documentadas.” (Fonte) 

Não fomos a Congonhas, mas é de lá que me veio à lembrança o profeta Daniel. Congonhas de Minas Gerais está situada a 70 km de Belo Horizonte e nela se encontra um expressivo conjunto de riqueza barroca do maior artista brasileiro do gênero, Antônio Francisco Lisboa, conhecido como Aleijadinho. No Santuário de Bom Jesus de Matosinhos, Aleijadinho esculpiu em pedra-sabão as famosas imagens de doze profetas em tamanho real que são visitadas anualmente por milhares de turistas do Brasil e de todo o mundo.

Você pode ler um pouco mais sobre essas obras de arte aqui.

Tenho um interesse especial pelo profeta Daniel.  O cientista britânico Isaac Newtonpai da física moderna e responsável por formular a lei da gravidade, entre outras realizações científicas fundamentais, dedicou grande parte do seu tempo a estudar os livros bíblicos de Daniel e Apocalipse. Newton considerava esses dois livros como fonte de revelação sobre o fim do mundo. Para ele os livros de Daniel e de Apocalipse eram guias precisos para a história do mundo até sua época e continham a chave para desvendar o que aconteceria no final dos tempos. Em seus estudos ele relacionou profecias de Daniel com a história política e religiosa da Europa.


Comentário de Siegfried J. Schwantes*

INTRODUÇÃO

Antes de iniciar um estudo detalhado do livro seria conveniente responder aos argumentos oferecidos pelos críticos contra a data tradicional do livro e sua autoria.

Data do Livro: De acordo com a afirmação de Daniel 1:1 Daniel teria sido levado para Babilônia em 605 a.C., e teria estado na ativa "até o primeiro ano do rei Ciro" (1:21), até pouco depois da queda de Babilônia em 539 a.C. De onde a tradição de que o livro foi escrito no sexto século a.C. Esta opinião foi mantida pela maioria dos comentadores judeus e cristãos até fins do séc. 18. Com o avanço da crítica literária desde então, a opinião da maioria dos estudiosos passou a datar o livro do segundo século a.C. 

Os principais argumentos para uma data no segundo século a.C. são os seguintes: 

1. A descrição detalhada das guerras entre os Ptolomeus e os Selêucidas, que se encontra no cap. 11, explica-se melhor como uma pseudo-profecia, ou uma profecia post-eventum. De acordo com os críticos, a descrição corresponde bem com os fatos até 164 a.C., mas quando a tentativa é feita os aconte­cimentos subsequentes na carreira de Antíoco Epifânio a corres­pondência entre os acontecimentos e a predição começa a falhar. 

Resposta: O argumento se apoia na pressuposição de que não há verdadeira profecia, ou pelo menos profecia de longo alcance, como as que se acham no livro de Daniel. Consequentemente, de acordo com os críticos, uma explicação natural deve ser proposta quando uma profecia bíblica parece corres­ponder aos acontecimen­tos previstos. A explicação proposta é que a profecia foi escrita depois dos acontecimentos, e não passa de uma pseudo-profecia. 

Para aqueles que creem na revelação divina e que os profetas foram habilitados por DEUS para prever o futuro, o argumento não é convincente. Se para DEUS o futuro é como um livro aberto não há razão para crer que Ele não tenha comuni­cado a Seus profetas tanta informação do futuro quanto em Sua sabedo­ria Ele tenha considerado próprio revelar. Um corolário do argumento dos críticos é que profetas como Amós, Isaías e Jeremias só trataram da situação históri­ca de seus dias. Adereçaram-se sobretudo aos problemas morais e religiosos contemporâne­os, exortando seus concidad­ãos ao arrependimento e reforma. Por que deveria um profeta do sexto século a.C. se preocupar com os acontecimen­tos políticos do terceiro e segundo séculos a.C., como parece ser o caso de Daniel 11 ? 

A resposta a essa objeção é que embora os profetas do Velho Testamento como regra estejam mais interessados nos problemas morais e religiosos de sua própria geração, eles se pronun­ciam frequentemente sobre juízos iminen­tes, os juízos que cairiam sobre gerações futuras, se não houvesse arrependimen­to genuíno. Jeremias nos capítulos 25 e 29 de seu livro prediz que o cativeiro babilônico duraria 70 anos. Além disto, há não poucas passagens nos profetas clássicos que referem-se ao "dia do Senhor", um acontecimento que ocorreria num futuro indeterminado. As muitas referências nos escritos proféticos a um "dia" futuro com conotaç­ão escatológica indicam sua preocupação com o futuro tanto imediato como distan­te. 

A descrição detalhada que se encontra no cap.11 dos acontecimen­tos político-militares dos séculos que precederam a era cristã enquadra-se num propósito religioso. Sua intenç­ão era preparar a comunidade judaica para fazer frente a uma grave ameaça à sua própria existência. Uma predição tão detalhada estimularia a fé em DEUS como o Senhor da História, e como Aquele que não falharia a Seu povo num período crítico de sua existência como nação. A seu turno toda a profecia cumprida fortaleceria a fé naquelas porções da palavra profé­tica ainda não cumpridas (Daniel 9:24). Dada a inspiração divina do livro de Daniel, as profecias de longo alcance cessam de ser um ônus insuportável para a fé. 


2. Inexatidões Históricas - Os críticos alegam várias inexa­tidões históricas como argumento contra uma data no sexto século para o livro de Daniel. Um autor do sexto século estaria melhor informa­do quanto aos fatos históricos que lhe eram contemporâneos, argumentam os críticos. Entre as supos­tas inexatidões se encon­tram as seguintes: 

a. O sítio de Jerusalém mencionado em Daniel1:1 

Embora nenhum sítio de Jerusalém ocorrido em 605 a.C. seja mencionado nos livros de Reis ou Crônicas, II Reis afirma que "nos dias de Joaquim, subiu Nabucodonozor, rei da Babilônia, contra ele e ele, por três anos ficou seu servo". (Ver também II Crônicas 36:6). Esta invasão de Judá não pode ser a de 597 a.C., porque Joaquim morreu no curso daquele ano. Comparar o v.6 de II Reis 24 com o v.10. De acordo com  as  Chroni­cles of Chaldean Kings (626-556 B.C.), publicadas por D.J. Wiseman, em 1956, pp. 25-27, Nabucodonosor depois de sua vitória sobre o exército egípcio em 605 a.C., em Carquemis, avançou vitoriosamente sobre a Síria e a Palestina, entre Abril e agosto do mesmo ano. Nabucodonosor ainda estava no Oeste quando seu pai Nabopolassar morreu em 15 de agosto, quando foi obrigado a voltar rapidamente a Babilô­nia. Joa­quim, que tinha sido posto no trono de Jerusalém pelo Faraó Neco II, foi obrigado a transferir sua lealdade a Nabucodono­sor. Se isto ocorreu após um breve sítio em Jerusalém não é claro, mas concebível. Em sua pressa de voltar a Babilônia, Nabucodonosor poderia ter aceito uma rendição simbólica de Joaquim, garantida pelo pagamento de tributo e a entrega de reféns, entre os quais se encontrariam Daniel e seus compa­nhei­ros. Uma tal hipótese não contradiria as afirmações de II Reis e II Crônicas, e tornaria verossímil a declaração de Daniel 1:1. 

b. O fato de Belsazar aparecer no capítulo 3 como o último rei de Babilônia, quando na realidade Nabonido foi o último rei. 

A ausência do nome de Belsazar das várias listas de reis de Babilônia, bem como do Canon de Ptolomeu, parecia à primeira vista um argumento formidável contra a credibilidade história  do livro de Daniel. Quando só se tinham à disposiç­ão as fontes históricas gregas, os críticos faziam muito do silêncio das fontes quanto a Belsazar. Este silêncio, porém, foi rompido quando tabletes cuneiformes foram desenter­rados e decifrados durante os últimos cento e cinqüenta anos. Lite­ralmente as pedras começaram a clamar à medida que o nome de Belsazar aparecia num número crescente de documentos associa­do com o de seu pai. 

H. F. Talbot, em 1861 e T. G. Pinches em 1882, e de novo em 1916, detectaram o nome de Belsazar associado com o de Naboni­do em juramentos e orações. Finalmente Sidney Smith demonstrou em 1924 que Nabonido, que esteve ausente de Babi­lônia durante dez anos, conferiu a regência a Belsazar duran­te sua longa estada em Tema1. Como J. C. Baldwim observa: "Uma vez que Belsazar foi para todos os efeitos rei, é pedantismo acusar o escritor do livro de Daniel de inexatidão por chamar Belsazar de Rei. A acusação é mais ainda fora de propósito à luz de dan. 5:7, 16 e 29, onde a recompensa oferecida a quem lesse a escrita misteriosa era de ocupar o terceiro lugar no reino. Evidentemente o autor sabia que Belsazar mesmo ocupava o segundo lugar depois de seu pai Naboni­do".2 

c. O fato de Nabucodonosor ser chamado o pai de Belsazar em Daniel 5:11, 18 e 22. 

O termo "pai" tem uma conotação tão geral nas línguas semíticas antigas que não se pode atribuir erro a Daniel por empregá-lo no sentido de avô ou simples antepassado dinástico de Belsazar. Com efeito não há palavra para o "avô" nem no hebraico nem no aramaico. Basta dizer que Davi é chamado pai de diversos reis de sua dinastia: de Abdias (I Reis 15:3), de Asa (15:11), de Amazias (II Reis 14:30), de Jotão (15:38), de Acaz (16:2), de Ezequias (18:3), e de Josias (22:2). Os leitores não tinham dúvidas sobre o que o autor queria dizer. A hipótese de que Nabonido tivesse casado com uma filha de Nabucodonosor não deve ser excluída. Seu prestígio na corte retrocede a 585 a.C., na qual data ele mediou um tratado de paz entre a Média e a Lídia fixando o rio Halis como a fron­teira entre os dois reinos. Além disto, diversos reis assí­rios chamavam seus pais reis que eram realmente seus avós.3 

d. A existência de um Império Médio que se seguiu ao de Babilônia e precedeu o dos Persas (Daniel 5:30; 6:1; 9:1). 

O fato de Daniel afirmar que Dario, o Medo seguiu a Belsazar no trono de Babilônia não deve ser interpretado como se o autor assumisse a existência de um Império Medo que teria sucedido ao de Babilônia. O que os textos acima provam é que de acordo com o autor, houve um rei Dario o Medo que reinou em Babilônia entre a morte de Belsazar e o tempo quando Ciro o Persa assumiu o trono de Babilônia. 

De acordo com o livro de Daniel o Império Babilônico foi sucedido pelo Império Medo-Persa. Segundo Daniel 5:28, o reino de Belsazar seria dado aos "Medos e Persas". Segundo o cap. 6 a lei do novo império é chamada "a lei dos Medos e Persas" (vv. 8, 12, 15). O carneiro do cap. 8 é interpretado como sendo "os reis da Média e da Pérsia", a Média e a Pérsia sendo consideradas como uma unidade política. Do mesmo modo que o bode simbolizava a Grécia (v.21), o carneiro simboliza­va a Medo-Pérsia (v.20), um império e não dois. 

Embora as fontes históricas não nos permitam identifi­car Dario o Medo, o fato de que Ciro, segundo textos comer­ciais contemporâneos, não assumiu o título de rei da Babilô­nia a não ser um ano depois da queda da cidade, abre a possi­bilidade de um breve reinado de um rei desconhecido nas fontes extra-bíblicas, mas identificado no livro de Daniel como Dario o Medo. 

Na opinião de D. J. Wiseman, Dario o Medo deve ser identificado com Ciro o Persa. Ele propõe que Daniel 6:28 seja traduzido como segue: "Daniel, pois, prosperou no reinado de Dario, isto é, no reinado de Ciro o Persa", tratando a con­junção hebraica waw como um waw explicativo5. J. C. Whitcomb sugere que Dario o Medo era outro nome de Gubaru, que é mencionado em dife­rentes textos como governador de Babilônia e do distrito além do rio6. Este Gubaru é sem dúvida o Gobryas que aparece nas fontes gregas. 

Afirmações dogmáticas sobre a identidade de Dario são descabidas à luz dos conhecimentos presentes, mas o que é certo é que o autor de Daniel não postulou a existência de um império da Média que teria precedido o da Pérsia. 

Em vez de exagerar as assim chamadas "inexatidões históri­cas" do livro, os críticos deveriam responder à per­gunta de como um autor do segundo século poderia ter sabido da existência de Belsazar como regente em Babilônia no momen­to de sua queda, quando os historiadores gregos que ele poderia ter consultado ignoravam totalmente o fato. Igualmen­te enigmático para os críticos é o problema de como um escri­tor do segundo século a.C. podia ter sabido que Nabucodonozor merece o crédito principal para a construção de Babilônia em sua última fase (Daniel 4:30). Comentando o fato, E. B. Pfeif­fer escreveu: "provavelmente nunca saberemos como nosso autor descobriu que a nova Babilônia foi obra de Nabucodonosor", como os escavadores o provaram. 
7 (Daniel o profeta do juízo - Schwantes)

Continuaremos... 



__________

NOTAS 

1. S. Smith, Babylonian Historical Texts (Londres, 1924), pp. 84,88; R.R. Dougherty, Nabonidus and Belshazzar (Yale Series),    XV, 1929, pp.105-111.

2. Joyce C. Baldwin, Daniel (Intervarsity Press, 1978), p. 22.

3. Para Tglath-Pileser III ver ANET, p. 274; para Salmanasar III
   ANET, p.276.

4. W.H. Shea, "Darius the Mede: An Update". AUSS, VOL. 20,   pp.229-276.                    

5. New Bible Dictionary, artigo "Darius". p.293.

6. Darius the Mede (Eerdmans, 1959), pp. 10-16.

7. Introduction to the Old Testament, (Black, 1952), pp. 758-759.


Ruth Alencar




- Conversando sobre o Livro de Daniel
- por Ellen White , Profetas e Reis, Capítulo 35

- por Pr. Isaque Resende
- por pr. Ezequiel Gomes

- por Ruth Alencar com texto base de Luiz Gustavo Assis e vídeos da Tv Novo Tempo

- por Ruth Alencar com comentários de Flávio Josefo e Edward J. Young

 - por Ruth Alencar
- por Ruth Alencar com comentários de Flávio Josefo
- por Ruth Alencar
- por Ruth Alencar com comentário de Siegfried J. Schwantes


Uma Introdução ao Livro de Daniel (parte 2)  (Siegfried J. Schwantes) 



. capítulo 1

. capítulo 2
. Revelação e explicação do sonho de Nabucodonosor (com Comentário de Siegfried J. Schwantes) 


. O Reino da Pedra

- por Ruth Alencar com comentário de Siegfried J. Schwantes
. Um pouco mais sobre a Mensagem de Daniel 3
- comentários de C. Mervyn Maxwell e Ellen White 

. capítulo 4
- comentário de Siegfried J. Schwantes
- por Ruth Alencar com comentários de C. Mervyn Maxwel, Urias Smith e Dr. Cesar Vasconcellos de Souza

. capítulo 5
- por Ruth Alencar com comentários de Siegfried J. Schwantes e C. Mervyn Maxwel

. capítulo 6
- comentários de Siegfried J. Schwantes e C. Mervyn Maxwel

. capítulo 7
- comentários de Siegfried J. Schwantes e C. Mervyn Maxwel.
- por Ruth Alencar 
- por Ruth Alencar com comentários de Siegfried J. Schwantes 
- com comentários de Siegfried J. Schwantes e  José Carlos Ramos 
- por Ruth Alencar
- com comentários de Siegfried J. Schwantes e  José Carlos Ramos 
- por Ruth Alencar
- com comentários de Siegfried J. Schwantes e  José Carlos Ramos 
- por Ruth Alencar
 Continuando nossos estudos sobre Daniel 7  
 - por Ruth Alencar

. capítulo 8
- com comentários de Siegfried J. Schwantes e  C. Mervyn Maxwel
 Continuando nossos estudos sobre Daniel 8  
- por Ruth Alencar 

. capítulo 9
- com comentários de Siegfried J. Schwantes
- por Matheus Cardoso

. capítulo 10
. Daniel 10: O Conflito nos Bastidores
- Comentário de Siegfried J. Schwantes

. capítulo 11
- Comentário de Siegfried J. Schwantes

. capítulo 12
Daniel 12 : O Tempo do Fim – Parte 1- Por Siegfried J. Schwantes

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