A Vontade de Deus e as Portas Giratórias


por Morris Venden


O Livro - Introdução e Passos


Ao chegarmos a este passo final na busca do conhecimento da vontade de Deus em sua vida, seria significativo tomar apenas alguns minutos para recapitular os passos até aqui estudados, à guisa de sumário:

1.  Não tenha nenhuma vontade própria no dado assunto.

2.  Não se deixe levar pelos sentimentos.

3. Consulte a Palavra de Deus, para informação e comunicação.

4. Considere as circunstâncias providenciais.

5.  Consulte seus amigos piedosos.

6.  Ore sobre a decisão.

7. Tome uma decisão, e diga a Deus que decisão você tomou, baseado na evidência reunida nos passos precedentes.

8. E agora, prossiga com sua decisão, sendo sensível ás portas giratórias. Vá adiante como se você tivesse tomado a decisão correta, mas convide Deus a detê-lo se você por qualquer motivo errou o alvo.

Este último passo pode ser emocionante, porque dá-lhe a oportunidade de observar a Deus operando em sua vida. Pode ser também frustrante se você de algum modo tomou uma decisão errada. Mas você descobrirá, como muitos têm descoberto antes de você, que Deus é um perito em lidar com as portas.

Vamos primeiro ao livro de Apocalipse, terceiro capitulo. Não estamos interessados em fazer uma exposição sobre esta passagem de Apocalipse 3, na mensagem à igreja de Filadélfia. Tem havido um certo número de interpretações proféticas e históricas destes versos, algumas das quais se têm demonstrado incorretas, e outras não. Mas queremos chamar a atenção para apenas um ponto, dos versos 7 e 8:

"Ao anjo da igreja em Filadélfia escreve: Estas coisas diz o santo, o verdadeiro, aquele que tem a chave de Davi, que abre e ninguém fechará, e que fecha e ninguém abre: Conheço as tuas obras – eis que tenho posto diante de ti uma porta aberta, a qual ninguém pode fechar – que tens pouca força, entretanto guardaste a Minha palavra, e não negaste o Meu nome." 

Seja mais o que for a que estes versos possam se referir, um ponto é claro: Deus sabe abrir e fechar as portas. Se Deus abre uma porta, ninguém pode fechá-la. E se Deus fecha uma porta, ninguém tem o poder de abri-la.

Mas você pode indagar, depois de estudar estes oito passos: "Como posso saber que Deus está no controle das portas?" "O que pode acontecer se eu penso que tomei uma decisão correta, mas as portas parecem fechar-se em nosso caminho – não poderia ser o diabo tentando desanimar-me?" "Tem o diabo algum controle sobre as portas?" Estas são perguntas práticas, porque se estamos procurando conhecer a vontade de Deus, devemos ser capazes de confiar nEle em relação às portas.

Como acontece com cada um dos passos, a primeira coisa a sublinhar é a absoluta necessidade de um relacionamento contínuo, diário e pessoal com Deus, a fim de estarmos sob Seu controle mesmo antes de procurar conhecer Sua vontade em uma determinada decisão. A maior salvaguarda contra o ser desencaminhado por qualquer dos estratagemas do inimigo é conhecer a Deus por si mesmo, de sorte que você possa distinguir Sua voz da voz de um estranho.

Mas Deus faz sempre as portas se abrirem espontânea e imediatamente quando estamos seguindo Sua voz? Estamos garantidos de que tudo "cairá no lugar" rapidamente quando tivermos compreendido corretamente Sua orientação? As portas parecem fechar-se por algum tempo, mas finalmente se abrem, sob a direção do próprio Deus?

À nossa compreensão humana, parece que as portas deveriam abrir-se imediatamente, a menos que tenhamos errado o alvo. Gostaria de poder assegurar-lhe que se você seguiu cuidadosamente estes oito passos e tomou uma decisão que está em harmonia com a vontade de Deus, as portas sempre se abrirão amplamente, e permanecerão abertas; que se as portas parecem fechar-se em seu rosto, você pode saber que de algum modo você tomou uma decisão errada. Desejaria poder assegurar-lhe isto, mas a Bíblia tem uma história diferente a contar! Se formos fiéis ao relato bíblico, descobriremos que as portas podem ser coisas astutas e obstinadas!

Não é mais possível contar com o passo oito, a abertura e fechamento das portas, como a palavra final sobre a vontade de Deus para sua vida, do que contar com qualquer outro passo, sendo ele o único. Se o abrir e fechar das portas fornecessem prova plena e final da vontade de Deus, então poderíamos com segurança ignorar todos os outros passos no conhecimento da vontade de Deus e depender simplesmente de contar a Deus que estamos seguindo em uma direção específica a menos que Ele nos detenha. Saberíamos que a menos que fôssemos detidos, estaríamos em harmonia com Sua vontade.

Não há mais segurança em confiar exclusivamente nas portas que se abrem e fecham do que em se deixar levar pelos próprios sentimentos ou confiar no que sua família ou os amigos dizem ser a decisão correta.

Se você segue todos os oito passos para conhecer a vontade de Deus em sua vida e então no final descobre que as portas estão evidentemente fechadas em seu rosto, é claro que você desejará voltar atrás e reconsiderar seriamente sua decisão. Você sentirá o desejo de reorganizar-se, recapitular, reconsiderar sua posição. Por mais frustrante que isto seja, o precedente bíblico é que pode haver ocasiões em que a vontade de Deus é que você siga adiante, embora por algum tempo Ele faça parecer-lhe impossível agir deste modo.

Consideremos várias biografias bíblicas ao tentarmos compreender este princípio – talvez o principio mais difícil de compreender em todo o viver cristão – o princípio da espera.

Adão encabeça a fila! Depois de ser encontrado por Deus no Jardim, oculto entre as folhas de figueiras, foi-lhe dada uma promessa. Viria o Messias. Por intermédio do Salvador vindouro ser-lhe-ia possível o perdão do seu pecado, e seria assegurada a restauração do Éden perdido. Quando lhe nasceu o primeiro filho, Adão estava certo de que este deveria ser o Filho prometido. Se Caim não fosse o Esperado, então certamente seria Abel, que se demorava no altar de manhã e à tarde e parecia tão sensível às coisas espirituais. Mas Caim veio a ser um assassino – e Abel foi sua vítima. Então Adão fixou suas esperanças em Sete, e talvez em cada filho sucessivo e neto e bisneto, até ao final da sua vida. A promessa fora feita. A vontade de Deus era clara. Mas Adão teve de esperar.

Noé teve problemas com o abrir e fechar das portas! Ele imaginou ter compreendido a orientação de Deus ao começar a construir uma arca. Durante 120 anos ele martelou, pregou e aguardou. Muitos que no início dos 120 anos foram convencidos por sua surpreendente mensagem, com o tempo abandonaram esta convicção, depois de ter transcorrido mais de um século. Estavam certos de que Noé havia errado completamente o alvo. Durante esse tempo, Noé certamente teve oportunidade de voltar atrás e reconsiderar os eventos que o haviam levado a crer que Deus o tinha dirigido na construção daquele barco.

Cento e vinte anos é um longo tempo! E como se isto não fosse suficiente, mesmo depois que os animais se reuniram do campo e da floresta, e Noé e sua família entrarem no barco, eles ainda tiveram de esperar um pouco mais. Deus fechou a porta – e ninguém pôde abri-la! Mas ainda havia outros sete dias antes de começar a chuva. Então choveu quarenta dias e quarenta noites – seguidos por mais de um ano de espera até que as águas do dilúvio secassem e a porta fosse aberta, para que eles pudessem sair do barco que havia sido tanto um abrigo quanto uma prisão! Noé certamente sabia o que significava esperar.

Abraão esperou. Vinte e cinco anos se passaram desde o tempo em que pela primeira vez lhe foi feita a promessa de um filho. Ele tentou ajudar a Deus oferecendo-se para tomar sua serva como herdeira, e então seu casamento com Hagar e todos os seus esforços para encontrar um atalho foram infrutíferos. No final eles só lhe causaram problemas. Abraão não tinha compreendido a vontade de Deus. Tinha apenas compreendido mal o cronograma divino.

A Jacó foi prometido o direito de primogenitura, como notamos anteriormente. Ele, também, tentou apressar as coisas, ajudando a Deus. Não havia cometido erro em concluir que a vontade de Deus era que ele tivesse o direito de primogenitura, mas certamente não estava preparado para mais de trinta anos de espera até que a promessa se cumprisse.

Moisés reconheceu a mão de Deus em sua vida quando lhe foi dado o encargo de tirar o povo de Israel da terra do Egito. Pareciam-lhe que as portas não estavam se abrindo com suficiente rapidez, e assim ele tentou apressar as coisas. Então por quarenta anos parecia que as portas se haviam fechado completamente enquanto ele se achava no deserto, apascentando as ovelhas do seu sogro. Mas chegou o dia em que ele se deparou com a sarça ardente, e mais uma vez parecia que as portas estavam se abrindo diante dele.

Depois de discutir o assunto por algum tempo, Moisés finalmente submeteu-se ao plano de Deus para sua vida e desceu ao Egito. Mas mesmo então, suas expectações raramente se cumpriram. Havia chegado com dificuldade ao Egito antes que Faraó recebesse a notícia da sua missão e começasse a pressionar. O povo veio e se queixou a Moisés – e Moisés se dirigiu ao Senhor com uma oração lamentosa e quase divertida. Você pode ler isto em Êxodo 5:23, onde ele disse:  "Pois desde que me apresentei a Faraó, para falar-lhe em Teu nome, ele tem maltratado este povo: e Tu de nenhuma sorte livraste o Teu povo." 

Moisés lutava contra as portas. O povo de Israel lutava contra as portas. Após a chegada de cada praga parecia que as portas estavam se abrindo – mas depois de cada livramento de uma praga, as portas novamente se fechavam com ruído. Depois da última praga e da morte dos primogênitos do Egito, as portas pareciam se abrir – mas alguns dias depois às margens do Mar Vermelho, as portas pareciam se fechar. Então elas outra vez se abriram, enquanto o povo atravessava em terra seca!

Foram necessários apenas dois anos para chegarem pela primeira vez as fronteiras da Terra Prometida, mas então o povo fechou as portas em seu próprio rosto e tiveram de esperar trinta e oito anos antes que as portas pudessem novamente se abrir. Você pode ficar cansado apenas lendo sobre isto!

O que dizer de José? Ele sonhou. Eram os sonhos de Deus? Claro! Vieram eles a se realizar? Certamente. Mas houve algumas complicações ao longo do caminho – como o exílio, a escravidão, o aprisionamento e mais de vinte anos de espera até que as portas finalmente se abrissem. Mas quando as portas se abriram, elas se abriram amplamente, escancararam-se.

Davi foi trazido dos rebanhos de ovelhas nas montanhas e nos campos. Foi ungido rei de Israel, para muita surpresa sua e surpresa da sua família. Mas se passaram muitos anos até que ele realmente chegasse ao trono – e por todo o tempo parecia que ele estava se afastando progressivamente do cumprimento da promessa que lhe fora dada. Havia uma porção de portas fechadas para Davi. 

Você acha deprimente examinar a lista de pessoas que tiveram de esperar, às vezes anos, para que as portas se abrissem? Ou acha isto animador, ao tentar chegar a um acordo com a tarefa não concluída em sua própria vida? Sejam quais forem os seus sentimentos, ao considerar aqueles que tiveram de esperar até que as portas se abrissem, você tem de admitir que isto acontece com tanta freqüência a ponto de ser quase a regra em vez de ser as exceções!

Hebreus 11:39 faz o registro daqueles que morreram, sem nunca terem recebido as coisas prometidas, tendo apenas visto-as de longe – contudo eles ainda morreram na fé. Seguiram a orientação divina em sua vida, até onde foram capazes de segui-la, mas as portas apenas se abriram até aqui, e no final da vida eles ainda estavam esperando.

Houve um poema, recitado em minha formatura por H. M. S. Richards, orador de rádio, que falou naquela ocasião.

Ora, disse Adão ao seu filho Sete,
Quando a vida de Adão estava prestes a findar,
Eu sou o primeiro homem a ser criado
E contudo um fracasso, estou com medo.
Mas você é jovem e a vida é sua.
Terá uma oportunidade que nunca foi minha
Quando eu finalmente sucumbir ao combate.
– Vá – faça as coisas da maneira correta.
Séculos deram, e séculos se foram,
E Sete chamou Enos perto de si, e disse:
Eu falhei em cumprir a ordem de meu pai
De sempre servir ao Senhor.
Mas você é jovem, e diante de você está a vida;
Quando finalmente eu for perdido de vista,
Erga a tocha bruxuleante que eu conduzi.
– Vá – faça as coisas da maneira correta. 
Mas Enos, quando os anos se tinham ido,
Ainda passou adiante o mesmíssimo fardo,
E seu filho o passou a outros
Esses outros ainda a outros mais.
Para filho e neto, e outra vez
Infindavelmente, para outros homens.
O chamado ainda vinha da noite do Éden
– Vá – faça as coisas da maneira correta.
E isto ainda soa ao longo dos nossos anos
Entre guerra e paz, em sorrisos e lágrimas.
O chamado é transmitido, outra vez, reiteradamente,
O grito angustiado de homens turbados
Que tentam à antiga senda fugir
E fazem seu trabalho cada pôr-de-sol.
Mas ainda clamam, ao cair da noite:
– Vá – faça as coisas da maneira correta.
Assim, gente de hoje, levante-se e brilhe;
Os melhores de todos os anos são seus.
Faça agora a tarefa,
Que outros já fizeram a cada pôr-de-sol.
– Vá aonde Deus chamar; Sua palavra proclamando
Por serviço amoroso, não por fama.
Busque em Cristo coragem, esperança e luz.
– Vá – faça as coisas da maneira correta.

Pode haver ocasiões em que você tenha seguido persistentemente os passos para conhecer a vontade de Deus em sua vida e tenha errado o alvo. Quando isto acontece, com muita freqüência o erro foi cometido no primeiro passo. Mui freqüentemente deixamos de chegar à condição de não ter nenhuma vontade própria no dado assunto. Mas pode haver outras ocasiões em que você seguiu os passos até ao fim e tomou uma decisão correta, mas ainda tem de esperar até que as portas je abram. Isto é decepcionante. E assustador. E emocionante. E é também válido para a carreira na vida cristã!

Por que existem atrasos, demoras, tardança? Por que é que nós com tanta freqüência devemos esperar e esperar e esperar? É porque Deus, em toda a orientação que oferece aos Seus filhos, tem mais em jogo do que a crise ou a decisão imediata. Ele tem a considerar o desenvolvimento do nosso caráter. Ele vê todo o conjunto da nossa vida para Ele, não apenas uma escolha isolada. E Ele tem os planos e propósitos que está operando na vida do Seu povo em prol de todo o Universo.

Frequentemente nos dirigimos a Ele em busca de alguma bênção, e se Ele responde, concedendo-nos a bênção que pedimos, ficamos satisfeitos e chegamos à conclusão de que nossa fé nEle é grande. Mas a verdadeira prova da nossa fé vem quando há demora, adiamento, tardança. O que então acontece? Desistimos, concluindo que aquilo que estávamos buscando de Suas mãos não é digno de espera? Desistimos do nosso relacionamento com Ele quando Ele não satisfaz as nossas expectativas? Ou continuamos a buscá-Lo, sem levar em conta o lugar para onde Ele dirige ou como dirige ou quando o faz?

Um motivo por que as portas se abrem devagar é que Deus tem algo melhor para nós. Quer dar não apenas a orientação e a bênção que buscamos, mas quer também ajudar-nos a crescer, a desenvolver uma confiança maior nEle e em Sua sabedoria e poder.

Quando Deus o "detém", o faz esperar, você corta a ligação? Ou aguarda? Está disposto a esperar tanto quanto for necessário – mesmo que sua espera se prolongue até á eternidade – em vez de desviar-se de Sua vontade para você? Parece que você vem esperando um longo tempo que algumas das portas da sua vida se abram e você possa passar? Não considere o tempo de espera como tempo perdido. A espera em si é parte do processo pelo qual Deus opera a fim de guiá-lo, aperfeiçoá-lo e prepará-lo para a obra que Ele escolheu para você.

Temos gasto muito tempo considerando as portas que se abrem devagar – mas há boas novas! Às vezes as portas se abrem imediatamente! Esta é uma verdade mais fácil de aceitar, não é? E também verdade, tão verdadeira como o fato de que muitas vezes as portas não se abrem imediatamente!

Quando Elias orou no monte Carmelo não teve de esperar muito até descer fogo do céu. Este caiu do céu imediatamente. Davi não teve de esperar por ajuda com sua funda quando Golias veio ao seu encontro. Daniel não teve de esperar por livramento da boca dos leões, e seus três amigos não tiveram de esperar que Deus esfriasse o fogo da fornalha em seu favor.

Leiamos um relato em que as portas se abriram rapidamente, o qual está registrado em Atos 16. Paulo e seus companheiros tinham estado pregando o evangelho, viajando de um lugar para outro. Dizem os versas 6 a 10: "E percorrendo a região frigio-gálata, tendo sido impedidos pelo Espírito Santo de pregar a palavra na Ásia, defrontando Mísia, tentavam ir para Bitínia, mas o Espírito de Jesus não o permitiu. E, tendo contornado Mísia, desceram a Trôade. À noite, sobreveio a Paulo uma visão, na qual um varão macedônio estava em pé e lhe rogava, dizendo: Passa á Macedônia, e ajuda-nos. Assim que teve a visão, imediatamente procuramos partir para aquele destino, concluindo que Deus nos havia chamado para lhes anunciar o evangelho." 

Dentro de um espaço de tempo muito curto, Paulo se defrontou com uma porta fechada para a Ásia, uma porta fechada para a Bitínia, e então uma porta escancarada para a Macedônia. Ele não teve de esperar cento e vinte anos, ou quarenta, ou sete. A orientação para sua obra veio imediatamente, quando ele necessitava.

Ao procurar conhecer a vontade de Deus em sua própria vida, haverá ocasiões para ambas as possibilidades: ocasiões em que você terá de esperar e ocasiões em que a resposta virá da noite para o dia. E podemos ser gratos por ambas, porque tanto as portas abertas quanto as fechadas são parte do método de Deus para dar-nos Sua orientação em nossa ida. Podemos obter mais discernimento, idéias, introspecções sobre a vontade de Deus em nossa vida, observando as portas giratórias.

Podemos dar-nos ao luxo de cometer uma porção de erros no que se refere à tomada de decisão, o que constitui boas novas, porque muitos de nós temos cometido uma porção de erros! Mas há um erro que não nos é permitido cometer, e este é deixar de orar e de procurar por nós mesmos conhecer a Deus, para que possamos estar em tão intimo relacionamento com Ele que reconheçamos Sua orientação. Ao continuarmos a ir a Ele, temos dEle a promessa de que Ele nos comunicará, não apenas Sua vontade para nossa vida, mas o conhecimento de Si mesmo, conhecimento este que significa vida eterna.



Morris Venden é o mesmo autor do Livro Como Conhecer a Deus  

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Título original em inglês: How to Know God’s will in your Life
Tradução: Francisca Alves de Pontes
Casa Publicadora Brasileira

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