O Cristão e as Fornalhas Ardentes - Capítulo 3

Se percorrermos o traçado da história da humanidade veremos facilmente que a fogueira está presente como instrumento de punição e de controle social, político e religioso. Os mártires da Grande Inquisição religiosa são as maiores testemunhas disto.  A Bíblia nos conta a história de três jovens que ocupavam importantes cargos políticos durante o reinado do rei Nabucodonosor na Babilônia e que foram jogados numa fornalha simplesmente porque decidiram adorar unicamente a Deus e não a um rei com suas arrogâncias e loucuras pelo poder. Podemos ler esta história no capítulo 3 do livro de Daniel. 

O reino babilônico era formado por províncias. Daniel foi colocado como governador “sobre toda a província de Babilônia,” como também “chefe principal de todos os sábios de Babilônia. A pedido de Daniel, o rei constituiu superintendentes sobre os negócios da província de Babilônia a Sadraque, Mesaque e Abednego; mas Daniel permaneceu na corte do rei.” (Daniel 2:48-49)

“Embora Nabucodonosor tivesse reconhecido que o DEUS de Daniel era 'DEUS dos deuses e o Senhor dos senhores', é evidente que não estava contente com as implicações do sonho descrito e interpretado no cap. 2. Era-lhe extremamente penoso admitir que seu reino também fosse transitó­rio. Como crente no poder da mágica, ele faria construir uma imagem inteiramente de ouro que anulasse o encanto da imagem da qual somente a cabeça era de ouro. [...] A altura dessa imagem seria de sessenta cúbitos e a largura de seis cúbitos” [cerca de 2,70 x 27 metros], “em harmonia com o sistema sexagesimal babilônico. Sua falta de proporção era indício do caráter irracional da idolatria. Sua aparên­cia seria mais de um obelisco do que de uma figura humana. Ou devemos imaginar um pedestal muito alto suportando uma figura humana de proporç­ões mais próximas do normal.

“O rei Nabucodonosor fez uma imagem de ouro que tinha sessenta côvados de altura e seis de largura; levantou-a no campo de Dura, na província da Babilônia. [...] Qualquer que se não prostrar e não a adorar será, no mesmo instante, lançado na fornalha de fogo ardente. Portanto, quando todos os povos ouviram o som da trombeta, do pífaro, da harpa, da cítara, do saltério e de toda sorte de música, se prostraram os povos, nações e homens de todas as línguas e adoraram a imagem de ouro que o rei Nabucodonosor tinha levantado.” (Daniel 3:1)

Era costume entre os reis assírios erguerem estátuas de si mesmos. Nabucodonosor era um poderoso monarca e um general tremendamente bem sucedido, que nunca tinha perdido uma batalha e que reinou soberanamente durante quarenta anos na Babilônia. Quem poderia ousar afrontá-lo em seus decretos? Acontece que no meio da multidão prostrada algo chamou a atenção, três jovens não se curvaram: Sadraque, Mesaque e Abednego.

Aparentemente a intenção original em convocar os funcionários das províncias era meramente de lhes dar a oportunidade de testemunhar a dedicação da estátua.  A ordem subsequente de que todos se prostrassem e adorassem a imagem de ouro foi uma decisão posterior. Isso explicaria a presença de Sadraque, Mesaque e Abednego entre a multidão.” (Siegfried J. Schwantes)

O nome de Daniel não é mencionado no episódio da fornalha ardente, compreendo que, talvez, por estarem separados geograficamente. Afinal, Daniel estava lotado na corte do rei, portanto na capital. Porém, é interessante sua ausência haja vista o fato de que o rei Nabucodonosor mandou ajuntar os sátrapas, os prefeitos, os governadores, os juízes, os tesoureiros, os magistrados, os conselheiros e todos os oficiais das províncias, para que viessem à consagração da imagem que o rei Nabucodonosor tinha levantado. Então, se ajuntaram os sátrapas, os prefeitos, os governadores, os juízes, os tesoureiros, os magistrados, os conselheiros e todos os oficiais das províncias, para a consagração da imagem que o rei Nabucodonosor tinha levantado; e estavam em pé diante da imagem que Nabucodonosor tinha levantado.” (Daniel 3:1-3)

Concordo com  Siegfried quando diz que “a ausência de Daniel nesta ocasião tem sido explicada por várias conjecturas. Mas o que é certo é que se Daniel estivesse presente também teria recusado prestar culto à imagem.” Compreendo que se a Bíblia não menciona Daniel nesse ponto, é inútil especular sobre a questão.

Nabucodonosor desejava com este ato concretizar seu sonho de um reino unido. A estátua era a representação prática do seu desejo de se auto afirmar como o grande monarca. A Bíblia não afirma que a estátua levantada por Nabucodonosor era uma imagem dele mesmo, disse apenas que Daniel assim se expressou: Tu, ó rei, na visão olhaste e eis uma grande estátua. Esta estátua, imensa e de excelente esplendor, estava em pé diante de ti; e a sua aparência era terrível. [...] Tu, ó rei, és rei de reis, a quem o Deus do céu tem dado o reino, o poder, a força e a glória; e em cuja mão ele entregou os filhos dos homens, onde quer que habitem, os animais do campo e as aves do céu, e te fez reinar sobre todos eles; tu és a cabeça de ouro.” (Daniel 2:31, 37-38)

É provável que ao Daniel identificar o rei Nabucodonosor com a cabeça de ouro tenha servido como incentivador para um coração já soberbo por suas conquistas. O fato é que Nabucodonosor ficou cheio de orgulho! Orgulho suficiente para desejar honrar a seu deus como também a si mesmo.

A repetição monótona dos títulos dos oficiais, sete ao todo, bem como dos nomes dos instrumentos musicais, era típica da retórica semíti­ca, embora soe mal aos nossos ouvidos. A LXX elimina a repetição sempre que compatível com a clareza do texto. Este estilo repetitivo é encontrado em outras seções do livro. Alguns destes títulos são de origem medo-persa, e sua presença aqui pode ser explicada se esta parte do livro foi redigida depois da conquista de Babilônia pelos persas. A palavra 'arauto' do v. 4 é uma tradução de keroz, termo que se pensava outrora ser de origem grega, mas que se sabe hoje ser derivado do antigo persa.1

Concernente ao nome dos seis instrumentos citamos o comentário de J. C. Baldwin: ‘Dos seis instrumentos mencionados aqui, somente o primeiro, 'trompa', ocorre no hebraico do Velho Testamento (aram. - garna, hebraico geren), pífaro (aram. - masroqita) é difícil de identificar por falta de evidência, a única chave sendo uma possível conexão com o hebraico saraq, 'sobiar'. Harpa ou lira (aram. gayteros) ou é a palavra emprestada do grego kítara, ou tanto ela como o aramaico vêm de uma raiz comum. Cítara (aram. sabbeka) também parece ser um termo estrangeiro de origem desco­nhecida... Saltério (aram. pesanterim) pensa-se ser outro instrumento de corda de forma triangular, o grego psalterion. A última palavra na lista (aram. sumponeya) traduzida por gaita de foles, pode não ser instrumento algum; antes significaria 'em uníssono'. De outro lado se tem sugerido que se trata de um instrumento de percussão’.2 Trocas comerciais e culturais se faziam entre o mundo do Egeo e o do Próximo Oriente muito antes de Nabucodonosor, de modo que não surpreende achar instrumentos de origem grega e com nomes gregos na Babilônia do sexto século antes de nossa era.” (Siegfried J. Schwantes)

Este fato aconteceu no período que vai entre 595 e 590 antes de Cristo. O local indicado pela Bíblia onde fora erguida a estátua é o Campo de Dura na província de Babilônia. A literatura rabínica (Tamude de Babilônia, Folio 92a) diz que a planície de Dura vai do rio Eshel até Rabbath.





"De acordo com o dicionário bíblico John Davis e A Pequena Enciclopédia Bíblica de Orlando Boyer, o significado do nome Dura, Durá ou Durú (no acádio) é círculo. Pouco se sabe sobre a planície de Dura ou Durá. Estima-se que ela ficava uns 10 km da capital Babilônia."

Sadraque, Mesaque e Abed-Nego estavam no meio de um conflito entre os adoradores dos deuses do paganismo e o único Deus vivo. O verdadeiro Senhor do Céu e da Terra. Certamente que o contexto dessa história envolvia toda uma rede de inveja e intrigas. A Bíblia diz que alguns caldeus (v. 1) denunciaram ao rei os três jovens hebreus que não se prostraram. “Os caldeus mantinham uma posição proeminente na sociedade babilônia; assim, quando acusaram os judeus isso foi feito, sem dúvida, para parecer um serviço patriótico quando, na verdade, era instigado pelo ciúme e pela inveja.”3

Que grande provação espiritual estavam passando. Muita coisa em suas vidas havia sido mudada desde que foram deportados para a Babilônia. A primeira delas foi a troca humilhante de seus nomes. Hananias (Deus é gracioso) passou a se chamar Sadraque, ‘aquele que adora a lua’. Azarias (Deus é meu ajudador), passou a ser chamado de Abede-Nego, ‘servo de Nebo’. E Misael (não há outro igual a Deus) tornou-se Mesaque, ‘devoto da deusa do vinho’. Estratégia babilônica de dominação psicológica e espiritual na tentativa de fazer os povos dominados diminuírem sua devoção aos deuses de sua terra natal.

Mas, é claro que a estratégia não funcionou com esses três jovens hebreus. Esse tipo de pressão não tem efeito quando o cristão está maduro espiritualmente. Quando se tem na mente a certeza plena de que “importa antes obedecer a Deus que aos homens” (Atos 5:29) significa dizer que sua fé não se condiciona pelo medo da morte, mas firma-se na certeza de saber em Quem tem crido.

“Porque para mim o viver é Cristo, e o morrer é lucro.” (Filipenses 1:21)

São registros bíblicos como esses que nos fazem acreditar que a obediência agradável e justa a Deus se fundamenta no conhecimento sobre Quem é Deus. Faz uma enorme diferença uma confiança em Deus baseada não no que Deus pode conceder, mas em Quem Ele É! Por isso Jó, no auge do seu sofrimento, pôde dizer com segurança: “Por que me ponho em perigo e tomo a minha vida em minhas mãos? Embora ele me mate, ainda assim esperarei nele;” (Jó 13:14-15)

Por isso, Jesus expressou com segurança: Pai, se queres afasta de mim este cálice; todavia não se faça a minha vontade, mas a tua.” (Lucas 22:42)

Por isso os três jovens hebreus disseram a Nabucodonosor: “Se o nosso Deus, a quem servimos, quer livrar-nos, ele nos livrará da fornalha ardente e das tuas mãos, ô rei. Se não, fica sabendo, ó rei, que não serviremos a teus deuses, nem adoraremos a imagem de ouro que levantaste.” (Daniel 3:17-18)

“Sadraque, Mesaque e Abednego foram acusados de desobediência e trazidos diante do rei. Uma segunda oportunidade lhes foi dada de obedecer, ou em caso contrário de serem lançados na fornalha ardente. Uma vez que tinha admitido a verdade da acusação não sentiam necessidade de apresentar desculpas (v.16). Estavam prontos a morrer por suas convicções religiosas. Criam firmemente que DEUS poderia salvá-los da sentença de morte, mas mesmo se DEUS achasse por bem não livrá-los, não renegariam sua decisão de não adorar a imagem de ouro. A rudeza aparente de sua resposta não visava ofender o rei; expressava simplesmente sua convicção inabalável.

Nabucodonosor não ia tolerar desafio a suas ordens, e furioso ordenou que a fornalha fosse aquecida ao máximo e os 3 indivíduos fossem lançados amarrados com suas vestes. Fornalhas havia às dezenas num país que dependia de tijolos para a maior parte das construções. O combustível usado nestas fornalhas consiste em "óleo cru e palha. Uma temperatura tremenda é assim produzida, e pela abertura (lateral) o observador pode ver os tijolos aquecidos até a incandescência".4

“Morte por cremação é pouco documentada. Um tablete vem do tempo de Rin Sin, rei de Larsa (1750 a.C.). Outro vem de Neriglissar, genro de Nabucodonosor, que afirma "haver queimado adversários e desobedientes". Jeremias 29:22  é o único texto do Velho Testamento que faz referência a este tipo de castigo infligido a dois falsos profetas por Nabucodonosor. Este texto é praticamente contemporâneo de Daniel. A palavra usada por fornalha no texto bíblico é attun, e é derivada da mesma raiz que o termo babilônico utunum.

Ao aguardar o desfecho de sua sentença cruel Nabucodonosor viu atônito "quatro homens soltos, que andam passeando dentro do fogo" (v.25). Aparecem ilesos e o quarto tem uma aparência divina. Em sua estupefação o rei se aproxima da boca da fornalha e pede aos três mártires que saiam. O espetáculo insólito é testemunhado por aqueles mesmos que acusaram Sadraque, Mesaque e Abed-Nego.

O resultado da prova foi realçar a superioridade do DEUS de Sadraque, Mesaque e Abede-Nego, cuja fé foi assim publicamente honrada. Movido por esta intervenção do Altíssimo, o rei baixou um decreto proibindo sob pena de morte qualquer insulto ao DEUS, que de modo tão maravilhoso livrou Seus servos. A cerimônia toda que tinha em vista ser uma ocasião para a deificação do monarca redundou para a exaltação dAquele que pode frear o orgulho dos reis e exaltar os que põem sua confiança nEle.” (Siegfried J. Schwantes)

Qual a relevância, então, dessa história para o nosso tempo? Ora, a fé dos adoradores do Deus vivo, Sadraque, Mesaque e Abede-Nego, foi extremamente desafiada. Vencer tal desafio exigiu deles além de uma coragem inabalável, valores corretos. Precisamos estar convictos sobre a nossa fé se quisermos resistir à tentação. Há muitas fornalhas na vida de todos os cristãos, mas com certeza haverá uma, a ardente, que fará prova de nossa fé. Diante de situações de provações muitos cristãos são levados a pensar que é inútil resistir. Dizem para si mesmos “por que ‘morrer’ no centro de uma ‘fornalha’? Isto é pedir demais à fé pessoal!” Não pensavam assim os três jovens hebreus. Eles não tinham a menor dúvida sobre a capacidade de Deus para salvá-los. Com convicção salientaram ao rei a capacidade ética de Deus, isto é, se Deus em Sua vontade quisesse Ele o faria.

A Bíblia nos traz conselhos e este é muito importante: “Amados, não estranheis a ardente provação que vem sobre vós para vos experimentar, como se coisa estranha vos acontecesse; mas regozijai-vos por serdes participantes das aflições de Cristo; para que também na revelação da sua glória vos regozijeis e exulteis. Se pelo nome de Cristo sois vituperados, bem-aventurados sois, porque sobre vós repousa o Espírito da glória, o Espírito de Deus. Que nenhum de vós, entretanto, padeça como homicida, ou ladrão, ou malfeitor, ou como quem se entremete em negócios alheios; mas, se padece como cristão, não se envergonhe, antes glorifique a Deus neste nome. Porque já é tempo que comece o julgamento pela casa de Deus; e se começa por nós, qual será o fim daqueles que desobedecem ao evangelho de Deus? [...] Portanto os que sofrem segundo a vontade de Deus confiem as suas almas ao fiel Criador, praticando o bem.” (1 Pedro 4:12-19)

“... pelo poder de Deus sois guardados, mediante a fé, para a salvação que está preparada para se revelar no último tempo; na qual exultais, ainda que agora por um pouco de tempo, sendo necessário, estejais contristados por várias provações, para que a prova da vossa fé, mais preciosa do que o ouro que perece, embora provado pelo fogo, redunde para louvor, glória e honra na revelação de Jesus Cristo; a quem, sem o terdes visto, amais; no qual, sem agora o verdes, mas crendo, exultais com gozo inefável e cheio de glória, alcançando o fim da vossa fé, a salvação das vossas almas.” (1 Pedro 1:5-9)

O amor do mundo e o amor de Deus nem se assemelham, nem se misturam, da mesma maneira que não se misturam óleo e água.

“Ninguém pode servir a dois senhores; porque ou há de odiar a um e amar o outro, ou há de dedicar-se a um e desprezar o outro. Não podeis servir a Deus e às riquezas.” (Mateus 6:24).

“Sadraque, Mesaque e Abednego, caíram atados dentro da fornalha de fogo ardente. Então o rei Nabucodonosor se espantou, e se levantou depressa; falou, e disse aos seus conselheiros: Não lançamos nós dentro do fogo três homens atados? Responderam ao rei: É verdade, ó rei. Disse ele: Eu, porém, vejo quatro homens soltos, que andam passeando dentro do fogo, e nenhum dano sofrem; e o aspecto do quarto é semelhante a um filho dos deuses.” (Daniel 3:23-25)

Quatro homens soltos caminhando no meio do fogo? Que Deus tremendo, quando não impede a adversidade em nossa vida, atravessa conosco! “Um grande milagre de Deus acontecera. Milagre é um ato, realizado no mundo externo pelo poder sobrenatural de Deus, contrário ao curso comum da natureza, e seu propósito é servir de sinal ou comprovação. Um milagre, por conseguinte, não deve ser considerado meramente como uma obra poderosa designada a comprovar os propósitos redentores de Deus. A milagrosa libertação da fornalha ardente tinha o propósito de demonstrar a soberania do verdadeiro Deus sobre a nação que havia feito cativa Israel. Nabucodonosor reconhece a superioridade do Deus de Israel ‘... e disse: Bendito seja o Deus de Sadraque, Mesaque e Abednego, o qual enviou o seu anjo e livrou os seus servos, que confiaram nele e frustraram a ordem do rei, escolhendo antes entregar os seus corpos, do que servir ou adorar a deus algum, senão o seu Deus. Por mim, pois, é feito um decreto, que todo o povo, nação e língua que proferir blasfêmia contra o Deus de Sadraque, Mesaque e Abednego, seja despedaçado, e as suas casas sejam feitas um monturo; porquanto não há outro deus que possa livrar desta maneira’. (Daniel 3:28-29) (Edward J. Young, P.H.D., Professor do Antigo Testamento do Westminster Theological Seminary, Filadelfia, USA., Daniel.

O amor é um sentimento prático. Amar a Deus de todo coração, alma, entendimento e força implica em percebê-LO como um Ser precioso e importante, um verdadeiro tesouro! Quando retemos nosso olhar para “as fornalhas” da vida com o argumento de que Deus pede provas difíceis de fé a Seus filhos atestamos nossa falta de preparo espiritual para caminharmos na fé e pela fé. Creio que verdadeiramente Jesus é o filho de Deus e que Sua mensagem de vida é a mais eficaz porque engrandece a humanidade ao dar-lhe o valor de Sua própria vida. Sua morte nos ensinou que a vida foi o legado que Ele nos deu. É pois, a vida que devemos prestigiar não a morte. Deus não Se agrada com a violência, o ódio, a guerra. Ele não Se agrada com o nepotismo, com o imperialismo, com a arrogância.

Que o Senhor Jesus possa, através do Espírito Santo, abrir-nos à mente e o coração de forma que Sua Palavra se cumpra em nossa vida: “Conhecereis a verdade e ela vos libertará.” Ainda que tenhamos que percorrer fornalhas e que estas estejam ardentes!






Notas:

Referência: O Livro de Daniel, comentários de Siegfried J. Schwantes

1. Lexicon in Vestus Testamenti Liberos, por L. Koehler e W. Baumgartner, 1958.

2. J. C. Baldwuin, Op. Cit., p. 102.


4. SDABC, Iv. P. 783. Montgomery, Daniel, p. 202. 




Ruth Alencar





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- por Pr. Isaque Resende
- por pr. Ezequiel Gomes

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Uma Introdução ao Livro de Daniel (parte 1) (com comentário de Siegfried J. Schwantes)

Uma Introdução ao Livro de Daniel (parte 2)  (Siegfried J. Schwantes) 


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. capítulo 2
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. capítulo 4
- comentário de Siegfried J. Schwantes
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. capítulo 5
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. capítulo 6
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. capítulo 7
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. capítulo 11
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. capítulo 12
Daniel 12 : O Tempo do Fim – Parte 1- Por Siegfried J. Schwantes


Comentários

  1. É verdade, Ruth, é preciso estar tremendamente firme na fé para confiar em Deus assim. Ameaçados de morte, eles disseram que morreriam por Deus. Bom, nada mais justo, já que Deus morreu por nós também.

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