Deus e a Cova dos Leões - Daniel capítulo 6

comentários de C. Mervyn Maxwel1 e Siegfried J. Schwantes, Ph.D.2

"Fé é o pássaro que sente a luz e canta quando a madrugada é ainda escura." ( Rabindranath Tagore )



“Com isto faço um decreto, pelo qual em todo o domínio do meu reino os homens tremam e temam perante o Deus de Daniel; porque ele é o Deus vivo, e permanece para sempre; e o seu reino nunca será destruído; o seu domínio durará até o fim. Ele livra e salva, e opera sinais e maravilhas no céu e na terra; foi ele quem livrou Daniel do poder dos leões.”  (Daniel 6:26-27)

Siegfried J. Schwantes comentando sobre o capítulo 6 de Daniel diz2: “em contraste com o cap. 5 que retrata Belsazar como um monarca irresponsável, o cap. 6 reza mais como um panegírico de Dario. No enredo deste capítulo os cortesões e não o rei são os vilões. O rei aparece como protetor de Daniel contra as intrigas dos altos funcionários. Se o orgulho foi a fraqueza primária no caráter de Nabucodonosor e displicên­cia no de Belsazar, inveja e ciúmes marcam o comportamento dos adversá­rios de Daniel neste capítulo. Note-se mais uma vez que um retrato tão favorável de um rei pagão não evocaria nenhuma simpatia no clima altamen­te polarizado da época dos macabeus. A solução que muitos estudiosos propõem é de atribuir uma data muito anterior para a composição desta e outras histórias da primeira parte do livro, embora retendo uma data no segundo século para a seção profética. Mas esta solução contradiz a unidade evidente do livro. É preferível manter a data tradicional do livro que é apoiada pelo colorido local das histórias, e sua familiarida­de surpreendente como pormenores históricos, do que sacrificar sua unidade.

A história começa com uma breve descrição administrativa do império. O alto número de satrapias, 120, parece discordar do número que se sabe ter existido nos dias de Dario I (522-486), de acordo com Herôdoto.4 É bem possível que uma satrápia designasse tanto uma província como suas subdivisões. Alguns historiadores gregos usam o termo "sátrapa" para oficiais inferiores do reino. A fim de garantir um controle melhor dos sátrapas deste vasto império três presidentes foram designados, dos quais Daniel era um (v.2). Uma grande preocupação era que o rei não sofresse dano, certamente na questão do recolhimento de impostos.

Em virtude de seu "espírito excelente", já em evidência nos reinados anteriores, o rei pensava confiar Daniel com responsabilidades ainda maiores. Infelizmente o rei não levou em consideração a inveja que iria despertar pela promoção de um estrangeiro acima de seus compatrio­tas. Como era de esperar, presidentes e sátrapas feridos em seu amor próprio procuraram uma oportunidade de acusar Daniel diante do rei em matéria de administração. Seu despeito piorou ainda mais quando não lograram achar falta em Daniel "porque ele era fiel". Ficaram perplexos diante da fidelidade do profeta. Vendo bloqueada esta via de ataque, seus adversários procuraram a seguir achar falta com sua religião. Se não houvesse um pretexto válido, eles criaram um (vv.4-5).

Acostumados com artimanhas legais conceberam a ideia de enredar o rei em assinar um edito proibindo durante um mês que alguém fizesse petição a qualquer deus, ou a qualquer homem, exceto ao rei. A fórmula apelaria à estima própria do rei, e ao mesmo tempo colocaria a suposta lealdade dos funcionários numa luz favorável. Aparentemente contavam com a incapacidade do rei em adivinhar sua verdadeira intenção. Para garantir que o rei não mudasse da ideia quando percebesse o objetivo do interdito, chamaram sua atenção para a natureza irrevocável da "lei dos medos e persas" (vv. 8,12 e 15).

No que respeita a Daniel, não iria quebrar seus hábitos de oração por causa do edito real. Era-lhe mais importante obedecer a Deus do que aos homens. Em questões puramente seculares era hábito de toda sua vida conformar-se com as leis do país. Mas não permitiria que leis humanas interferissem com suas convicções religiosas. A despeito do interdito real, continuaria a orar três vezes ao dia no seu quarto, "onde havia janelas abertas da banda de Jerusalém" (v.10). Esta prática obedecia uma compreensão literal da prece de Salomão, "toda oração, e súplica que qualquer homem... fizer... estendendo as mãos para o rumo desta casa" (I Reis 8:38 e II Cron. 6:34).

A ocasião que os funcionários invejosos aguardavam não se fez esperar, e não perderam tempo em correr ao palácio com sua acusação vil. Lembraram ao rei as palavras do interdito, e o rei tomado de surpresa admitiu que de acordo com a lei dos medos e persas o decreto era irrevo­cável. Montgomery cita um caso no reinado de Dario III (336-331), quando o monarca decretou a morte de um homem inocente. O rei "imediatamente se arrependeu e culpou-se por ter grandemente errado; mas não era possível anular o que tinha sido feito por autoridade real".3

Somente agora o rei percebeu que o interdito que assinara visava particularmente a Daniel. Em sua aflição o rei fez tudo que pode para livrar Daniel da sentença horrível que sobre ele pesava, mas em vão. Seus oficiais trataram de bloquear qualquer solução legal, invocando com hipocrisia a irrevogabilidade da lei dos medos e persas (vv.14-15). Mas o que o monarca não pode fazer por causa da força da lei, Deus faria. Esta é a lição principal do capítulo.

Contrariado em seus sentimentos o rei ordenou que Daniel fosse lançado na cova dos leões, mas não sem expressar a esperança de que o Deus a quem Daniel servia tão fielmente o livrasse. Pode-se imaginar que foram os oficiais invejosos que fizeram pôr uma pedra sobre a boca da cova, e que fizeram que a mesma fosse selada com o sinete do rei e o seu, "para que nada se mudasse a respeito de Daniel" (v.17). Foi uma demons­tração tocante da alta estima em que o rei tinha seu servo, que ele passou a noite em jejum e certamente em súplicas. Ao romper do dia o rei dirigiu-se apressado à cova dos leões cheio de esperança de encontrar Daniel vivo. Com voz comovida o rei chamou a Daniel: "Daniel, servo de Deus vivo, dar-se-ia o caso que o teu Deus, a quem tu continuamente serves, tenha podido livrar-te dos leões?" (v.20). Para sua surpresa e alegria Daniel se achava vivo e pode contar ao rei como Deus enviara seu anjo e fechara a boca aos leões" (v.22) Uma referência a este acontecimen­to memorável é encontrada em Hebreus 11:33, onde este livramento é atribuído ao poder da fé. Daniel 6:23 diz que Daniel "crera no seu Deus".

A letra da lei tinha sido obedecida. Esta só exigia que Daniel fosse lançado na cova dos leões (v.7). Não especificava o limite de tempo. Em obediência à ordem do rei Daniel foi tirado da cova. Furioso com a intriga de seus oficiais, o rei agora ordenou que eles e suas famílias fossem lançados na cova, onde foram imediatamente esmigalhados pelas feras. A crueldade do ato é chocante, mas não podemos julgar uma monarca pagão pelas normas de uma época mais esclarecida. À vista dos massacres perpetrados em campos de concentração por uma nação dita civilizada, o desfecho é menos absurdo do que Montgomery, escrevendo em 1927, imaginava ser.

[...] O propósito desta e outras narrati­vas foi de promover fé no DEUS que pode salvar aqueles que põem sua confiança Nele. A fé atingira o nadir entre os judeus exilados agora que os setenta anos preditos por Jeremias deviam expirar. Intimidados pelo poder e majestade de um império terrestre, os exilados punham em dúvida cada vez mais a soberania universal de Jeová. A tarefa de Daniel, como de seu contemporâneo Ezequiel, era de reanimar um povo desmoralizado e de infundir em seus corações a convicção de que Jeová era infinitamente superior aos deuses do paganismo.

Ezequiel encerra a maior parte de seus oráculos com a fórmula de reconhecimento: "e sabereis que eu sou o Senhor Deus" (Ezequiel 23:48; 24:24,27; 25:7,11; 26:6, etc). Israel devia ser levado a reconhecer que Jeová era o único Deus verdadeiro e que nenhum poder terrestre poderia frustrar Seus desígnios. Não haveria futuro para os judeus como nação se esta verdade existencial não fosse gravada em sua consciência uma vez por todas.

Daniel, por sua parte, sentiu a necessidade de impressionar seu povo com a verdade de que DEUS é o Senhor da história, que Ele "remove reis e estabelece reis" (2:21), que um dia o reino visível de DEUS seria estabelecido, e que Sua soberania não passaria a outro povo (2:44), e sobretudo que os viventes saibam "que o Altíssimo tem domínio sobre o reino dos homens e o dá a quem quer" (4:17-25). Não somente estas verdades tinham sido demonstradas nos dias de Daniel, mas eram igualmente válidas para o restante da história do homem neste planeta. Se o passado tinha vindicado o governo benévolo de DEUS, o futuro o faria de igual modo.”

“Ó Senhor, Deus de nossos pais, não és tu Deus no céu? E não és tu que governas sobre todos os reinos das nações? E na tua mão há poder e força, de modo que não há quem te possa resistir.” (2 Crônicas 20: 6)

Gosto muito da abordagem que C. Mervyn Maxwel faz em sua leitura de Daniel 6:


“[...] o Deus que libertou a Daniel naquela probante experiência, é o mesmo que ainda vive e nos resgata das perplexidades que temos de enfrentar na vida. A relevância dessa história para nossas necessidades atuais é salientada pelo apóstolo Pedro: “Sede sóbrios, vigiai. O vosso adversário, o Diabo, anda em derredor, rugindo como leão, e procurando a quem possa tragar;” (1 Pedro 5:8)

As pessoas que fixam sua fé em Deus podem ser livradas das tentações de Satanás do mesmo modo como Daniel foi libertado dos leões, pois Deus vive ainda hoje. Nosso Deus “é o Deus vivo, e permanece para sempre”.

No capítulo 5 “vimos que Belsazar foi condenado com justiça, pelo fato de que ele decidira pecar ‘mesmo sabendo’ tudo a respeito da experiência de Nabucodonosor (veja Daniel 5:22). Os homens que tentaram liquidar Daniel, tentaram assim proceder ‘mesmo sabendo’ de sua inocência e do registro excelente de sua vida, ao longo de aproximadamente 70 anos.  À semelhança de Belsazar – e de tantas outras pessoas que vivem nos dias de hoje – esses homens “não acolheram o amor da verdade”.

“e com todo o engano da injustiça para os que perecem, porque não receberam o amor da verdade para serem salvos.” (2 Tessalonicenses 2:10)

Pode parecer-nos estranho que um rei pudesse emitir um decreto mediante o qual todas as pessoas devessem orar tão somente a ele durante trinta dias, mas em tempos antigos os reis eram frequentemente tratados como deuses. Esse decreto particular pode até mesmo ter parecido razoável a muitas pessoas, pois foi interpretado como uma espécie de teste de lealdade, designado como forma de unir a todos sob o novo líder. [...] Quando Daniel ouviu falar do decreto que lhe proibia de orar ao Deus verdadeiro, tomou uma atitude digna de nota:

“... entrou em sua casa, no seu quarto em cima, onde estavam abertas as janelas que davam para o lado de Jerusalém; e três vezes no dia se punha de joelhos e orava, e dava graças diante do seu Deus, como também antes costumava fazer.” (Daniel 6:10)

Tendo diante de si a perspectiva da cova dos leões, antecipando mandíbulas e afiadíssimos dentes, Daniel dava graças. Pense no que isto significa! Daniel conhecia muito bem as promessas de Deus:

Deus é o nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente na angústia.” (Salmo 46:1)

“O anjo do Senhor acampa-se ao redor dos que o temem, e os livra.” (Salmo 34:7)

Daniel dava graças. Ele podia recordar toda uma vida de experiências relacionadas com orações atendidas. Podia agradecer a Deus porque Ele permanecera ao seu lado durante todos esses anos. Daniel se achava com 84 anos aproximadamente quando Deus o livrou dos leões famintos.

A gratidão podia referir-se ao fato de que Deus haver estado junto a ele em sua juventude, ajudando-o a manter-se ao lado do direito, ao mesmo tempo em que galgava as mais importantes posições humanas que um homem poderia desejar. Por certo deve ter agradecido a Deus por haver-lhe concedido a visão acerca dos reinos futuros, a qual o rei Nabucodonosor esquecera. Por meio desta providência, Deus salvara a sua vida e a de todos os homens sábios. Ele também podia agradecer a Deus pela libertação de seus amigos, lá na fornalha ardente. Mais do que por qualquer outro motivo, talvez Daniel se sentisse grato porque Deus o utilizara como instrumento para levar o poderoso rei Nabucodonosor a tornar-se um humilde servo do Senhor. [...]”

Interessante “que Daniel 7:1 diz: ‘No primeiro ano de Belsazar, rei de Babilônia, teve Daniel, na sua cama, um sonho e visões da sua cabeça. Então escreveu o sonho, e relatou a suma das coisas.’” Com isto compreendemos que “o profeta recebeu a visão relatada no cap. 7 vários anos antes de defrontar-se com a cova dos leões. A partir dos ensinamentos de Daniel 7, Daniel compreendeu que Deus era capaz de neutralizar ‘bestas’ tão cruéis e temíveis, que em comparação com elas – leões  não pareciam mais que inocentes gatinhos. Daniel possuía também plena confiança no dia da ressurreição. Se os leões decidissem engoli-lo, não importava; ele tornaria a viver.

“Naquele tempo se levantará Miguel, o grande príncipe, que se levanta a favor dos filhos do teu povo; e haverá um tempo de tribulação, qual nunca houve, desde que existiu nação até aquele tempo; mas naquele tempo livrar-se-á o teu povo, todo aquele que for achado escrito no livro. E muitos dos que dormem no pó da terra ressuscitarão, uns para a vida eterna, e outros para vergonha e desprezo eterno.”( Daniel 12:1-2)

Ao orarmos, deveríamos ser como Daniel dando graças a Deus. É melhor que não iniciemos nossas preces contando a Deus os nossos problemas. Quando assim procedemos, parece que os problemas se tornam mais e mais avolumados, e nossa fé tende a enfraquecer-se. Penso que melhor faremos se iniciarmos a oração citando algumas das divinas promessas, acrescentando então: “Senhor, eu creio em Ti.” Podemos então acrescentar a experiência de algumas orações que Deus atendeu previamente, dizendo: “Senhor, graças Te dou por isso!” Depois que tivermos conversando com Deus dessa forma algum tempo, estaremos em melhores condições – quanto a nossa própria segurança – de Lhe apresentarmos os problemas que nos afligem, pois nesse ponto nossa fé ter-se-á reforçado e os problemas parecerão passíveis de solução. Desse modo, estaremos em condição de orar com fé, e não em dúvida. Deus ouve a oração de fé e responde gloriosamente.

Medite em 2 Crônicas 20 

Portanto, Daniel dava graças a Deus. Esse era um de seus segredos. [...] A gratidão representava um hábito em sua vida, um dos mais gloriosos hábitos de sua vida extraordinária.

As pessoas admiram-se ao ver quanto foi realizado pelo apóstolo Paulo, que prosseguia sempre em frente quando tudo parecia volver-se contra ele. Deus livrou a Paulo de muitas provações, assim como fizera com Daniel, contudo, permitiu também que o apóstolo enfrentasse muitas dificuldades. Paulo pôde dizer: “dos judeus cinco vezes recebi quarenta açoites menos um. Três vezes fui açoitado com varas, uma vez fui apedrejado, três vezes sofri naufrágio, uma noite e um dia passei no abismo; em viagens muitas vezes, em perigos de rios, em perigos de salteadores, em perigos dos da minha raça, em perigos dos gentios, em perigos na cidade, em perigos no deserto, em perigos no mar, em perigos entre falsos irmãos;” (2 Coríntios 11: 24-26)

O segredo do poder de sustentação de Paulo era o mesmo de Daniel. Preso numa escura e fria prisão romana, ele foi capaz de escrever a seus companheiros de fé cristã.  (Filipenses 4: 4-7)

“Em tudo dai graças; porque esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus para convosco.” (2 tessalonicenses  5: 18) Posso aprender que nenhuma situação é tão negativa que nela não possamos achar algum motivo para dar graças a Deus.

“sempre dando graças por tudo a Deus, o Pai, em nome de nosso Senhor Jesus Cristo,” (Efésios 5: 20) para poder orar dessa maneira a pessoa necessita crer que Deus fará tudo – tudo, absolutamente - operar em favor de nosso bem e de Sua eterna glória. É exatamente isso que Ele nos promete em Romanos 8:28. 

A religião cristã é uma religião alegre. Deus retrata a Si próprio como estando a regozijar-Se em relação ao Seu povo, do mesmo modo como o noivo se alegra com sua noiva: “Pois como o mancebo se casa com a donzela, assim teus filhos se casarão contigo; e, como o noivo se alegra da noiva, assim se alegrará de ti o teu Deus.” (Isaías 62:5) Ele promete que os redimidos virão a Sião (a Jerusalém celestial) com cânticos de alegria, e que “haverá perpétua alegria sobre as suas cabeças;” (Isaías 51:11) Ele Se sentirá feliz se começarmos a praticar a alegria no lugar e nas circunstâncias em que nos encontramos agora.

Jesus nos ensinou também que não devemos sentir-nos ansiosos, e que não devemos preocupar-nos em função de “coisas”. Em vez disso, disse Ele, deveríamos buscar em primeiro lugar o reino de Deus e Sua justiça, confiando em que todas as nossas necessidades serão atendidas por Ele.”

Medite em Mateus 6:25 a 34 

 Ruth Alencar

________

Referências

1- Uma Nova Era Segundo as Profecias de Daniel, pág. 98-103

2- O Livro de Daniel

3- Heródoto III. 89.

4. ICC, Daniel, p. 270.

4. Ibid., p.278.



- Conversando sobre o Livro de Daniel
- por Ellen White , Profetas e Reis, Capítulo 35

- por Pr. Isaque Resende
- por pr. Ezequiel Gomes

- por Ruth Alencar com texto base de Luiz Gustavo Assis e vídeos da Tv Novo Tempo

- por Ruth Alencar com comentários de Flávio Josefo e Edward J. Young

 - por Ruth Alencar
- por Ruth Alencar com comentários de Flávio Josefo
- por Ruth Alencar
- por Ruth Alencar com comentário de Siegfried J. Schwantes

Uma Introdução ao Livro de Daniel (parte 1) (com comentário de Siegfried J. Schwantes)

Uma Introdução ao Livro de Daniel (parte 2)  (Siegfried J. Schwantes) 


. capítulo 1

. capítulo 2
. Revelação e explicação do sonho de Nabucodonosor (com Comentário de Siegfried J. Schwantes) 

. O Reino da Pedra

- por Ruth Alencar com comentário de Siegfried J. Schwantes
. Um pouco mais sobre a Mensagem de Daniel 3
- comentários de C. Mervyn Maxwell e Ellen White 

. capítulo 4
- comentário de Siegfried J. Schwantes
- por Ruth Alencar com comentários de C. Mervyn Maxwel, Urias Smith e Dr. Cesar Vasconcellos de Souza

. capítulo 5
- por Ruth Alencar com comentários de Siegfried J. Schwantes e C. Mervyn Maxwel

. capítulo 7
- comentários de Siegfried J. Schwantes e C. Mervyn Maxwel.
- por Ruth Alencar 
- por Ruth Alencar com comentários de Siegfried J. Schwantes 
- com comentários de Siegfried J. Schwantes e  José Carlos Ramos 
- por Ruth Alencar
- com comentários de Siegfried J. Schwantes e  José Carlos Ramos 
- por Ruth Alencar
- com comentários de Siegfried J. Schwantes e  José Carlos Ramos 
- por Ruth Alencar
 Continuando nossos estudos sobre Daniel 7  
 - por Ruth Alencar

. capítulo 8
- com comentários de Siegfried J. Schwantes e  C. Mervyn Maxwel
 Continuando nossos estudos sobre Daniel 8  
- por Ruth Alencar 

. capítulo 9
- com comentários de Siegfried J. Schwantes
- por Matheus Cardoso

. capítulo 10
. Daniel 10: O Conflito nos Bastidores
- Comentário de Siegfried J. Schwantes

. capítulo 11
- Comentário de Siegfried J. Schwantes
. capítulo 12
Daniel 12 : O Tempo do Fim – Parte 1- Por Siegfried J. Schwantes


Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

3º Dia: Por que as coisas pioram quando mais buscamos a Deus?

5º Dia: Unges a minha cabeça com óleo e o meu cálice transborda

O Rio Jordão: As Águas de Naamã