Uma Reflexão sobre a História do Cristianismo – parte 1


A história das perseguições contra os cristãos



Convido você a assistir esse documentário: 




“Este documentário relata em detalhes o modo de vida e as perseguições que sofreram os cristãos primitivos, e como foram martirizados os Apóstolos de Cristo. Mostra também o comovente testemunho de fé e coragem de Policarpo, Perpétua, Blandina, e muitos outros cristãos que preferiram a morte do que negar a fé no/do evangelho; fosse pelo fogo, pela espada ou pelas feras nas arenas, refugiando-se em cavernas e catacumbas para escaparem da perseguição Romana.”

Pegue sua Bíblia e examine os textos indicados nesses vídeos:
  



E assim o homem continuou confundindo tudo...

O mal é imenso. O sofrimento está em todos os lugares. A escutar o clamor existente ao nosso redor, sentimos a angústia universal da tristeza humana. (...)

Protesto contra a indiferença. Protesto contra o desespero. Quero falar diretamente aos que não têm fé e lhes dizer que Deus não é a causa, não importa o que tenha sido dito, ao contrário, se tivéssemos dado um pouco mais de atenção a Ele ao invés de representarmos com nossas grandes demonstrações de religião, certamente não estaríamos nesta situação.

É chegada a hora em que este Deus a quem tão prontamente responsabilizamos por todas as nossas infelicidades e desencorajamento, Se dirige aos homens, como fazia antigamente nas planícies da Judéia - aos homens de boa vontade. (...)

O chamado é dirigido a cada um de nós. (...) Deus procura os que são Seus. Estes que, na luta decisiva, tomarão posição ao Seu lado. Uma obra imensa está diante de nós. (...)"
 (Le Christ Oublié (O Cristo Esquecido) de Norbert Hugede)


Continuaremos essa reflexão.

Indicamos:





Ruth Alencar


Comentários

  1. Esta era uma época em que a igreja em sua natureza pura vivia o primeiro amor. Tudo era compartilhado entre si. Aqui o Cristianismo tinha sua essência maior: era o Caminho.

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  2. A história do cristianismo ainda está para ser contada.

    http://cafehistoria.ning.com/profiles/blogs/a-antiga-dec-ncia-crist
    http://cafehistoria.ning.com/profiles/blogs/e-o-mundo-ocidental-quase-foi-judeu

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    Respostas
    1. Bom dia, Ivanir Medina, seja bem vindo ao nosso site. Li os dois textos que vc nos propôs e destaco a seguir alguns parágrafos, existem muitos outros bem interessantes também. Gostaria de convidar você a visitar a nossa página do Índice Geral e assim conhecer nossa proposta.

      http://www.nossasletrasealgomais.com/p/indice-geral.html

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    2. Em seu texto Ivani Medina li:

      “A maioria quase absoluta das pessoas ainda pensa que o início do cristianismo se deu na Palestina, no século I, com a pregação de Jesus Cristo e seus apóstolos. No entanto, a história confirmada do cristianismo aponta para outra realidade e região: a região da Ásia Menor e a cidade de Alexandria, no Egito, dois focos de atritos entre a população judaica e a população não judaica, no século I. O cristianismo real, que veio a se desenvolver somente no século II, continua eclipsado pelo chamado “cristianismo apostólico” do mundo das lendas.”

      “[...] Como vimos, diversas formas de cristianismo floresceram nos primeiros anos desse movimento. Centenas de mestres, concorrendo entre si, afirmavam ensinar “a verdadeira doutrina de Cristo”, denunciando uns aos outros como charlatães. E os cristãos pertencentes as igreja que se espalhavam da Ásia Menor à Grécia, Jerusalém e Roma, dividiram-se em facções, debatendo a liderança das igrejas. Todos diziam representar “a tradição autêntica”. (PAGELS, 1995, p. 38)

      “A grande verdade de que Cristo viria dentro do ser humano, de que o princípio de Cristo existia potencialmente em cada um de nós, foi mudado para o ensinamento exclusivista de que o Cristo veio como homem. Ninguém poderia equiparar-se a ele, nem mesmo aproximar-se dele. [...]” (HARPUR, 2008, p.17) O mesmo teor de conteúdo encontramos ilustrado pela conhecida historiadora cristã Elaine Pagels: “Quem alcança a gnose torna-se “não mais um cristão, mas um Cristo”. (PAGELS, 1995, p. 155).”

      Eis o que penso:

      O cumprimento do propósito eterno divino passa pelo caminho da humildade quando servimos nossos semelhantes e os amamos como nos amamos. Foi isso que aconteceu naquela cruz. Jesus nos ama porque somos Sua própria essência. Não foi o pecado que levou Jesus a estar sobre aquela cruz, mas o amor. Revelar o caráter, a bondade de Deus ainda que não merecêssemos. O propósito eternodivino para a humanidade é dar-nos vida e vida em abundância. Esse é o centro da mensagem do cristianismo.

      Sugerimos a leitura desse nosso texto: http://www.nossasletrasealgomais.com/2012/11/qual-o-proposito-eterno-de-deus-para.html

      Sim, nós cremos em Cristo, naquele Cristo que morreu na cruz do calvário. E sabe o que me fascina em Jesus? Ele nos ensinou que a verdadeira transformação se dá no interior, no mundo dos pensamentos e das emoções. A mudança exterior é consequência da transformação interior. Ao nos alimentar com Sua presença o Espírito Santo escreve em nossos corações os princípios e normas divinas e passamos a viver em consequência. Ele não pressiona para que O sigamos, apenas convida. Não exige, propõe.

      Indicamos a leitura deste nosso texto:

      http://www.nossasletrasealgomais.com/2012/12/venham-mim-eu-sou-o-caminho.html?spref=fb

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    3. Em seu texto li:

      “O personagem Jesus Cristo passou a existir pela necessidade inconfessada de se dar uma nova versão ao mito de Cristo, uma vez que a grande massa popular em toda bacia mediterrânea já estava acostumada ao cristianismo de *Serápis, inclusive a essa concepção eucarística da religião de mistérios do deus Mitra. As religiões de mistérios como a de Serápis se confundiam e se relacionavam sem constrangimento algum, podendo o mesmo altar servir a mais de um deus ou deusa.”

      “No entanto, os cristãos ortodoxos insistem que Jesus era de fato um ser humano, e que todo cristão de “reto pensar” deve tomar a crucificação como acontecimento histórico e literal. Para assegurarem-se disso incluíram no credo, como elemento fundamental da fé, a afirmação de que “Jesus Cristo padeceu sob Pôncio Pilatos, foi crucificado, morto e sepultado”. (PAGELS, 1995, p. 100).”

      Eis o que penso:

      Durante o tempo em que o mundo grego desprezava a humildade, Cristo veio como um salvador humilde. Ele humilhou-Se a Si mesmo tornando- Se obediente à vontade de Deus, o que resultou em Sua morte na cruz. Jesus exortou Seus seguidores a humilharem-se diante de Deus e dos homens.

      A grande verdade é que o melhor que há em nós é obra da divindade. Precisamos do Espírito Santo. Sem Jesus como intercessor tudo teria sido em vão. Sem o amor de Deus a nos atrair nem chegaríamos perto, pois é o Seu amor que nos atrai.

      Parece que falamos de coisas que se questionam, mas é certo que não são a mesma coisa. O Cristo que confessamos é real e é em Sua natureza Deus. Porém, quero que saiba que espeito demais seu ponto de vista.

      Confessamos o Cristo crucificado porque Sua morte nos trouxe libertação. Produziu em nós paz e contentamento. Não estagnação. Exatamente porque a salvação que Ele nos propôs é potencialmente a manifestação do trabalho divino em nós. Não se trata de uma "necessidade inconfessada de se dar uma nova versão ao mito de Cristo". Há uma verdade grande de transformação que se processa na vida dos que aceitam a proposta do Cristo que foi crucificado, creia-nos!

      Isto porque o verdadeiro crescimento espiritual provem do relacionamento com Ele O falso não produz verdades. O falso só gera ilusão. O contentamento espiritual que conhecemos em nosso relacionamento com Ele é a chave para a paz em Deus. Contentamo-nos com o Seu sacrifício. Contentamo-nos com a Sua salvação. Jesus satisfaz os anseios mais profundos de nossa alma. Contentamo-nos com Suas promessas. Chame disso o que vc quiser concluir. Nós dizemos que é vida em abundância!. O mito jamais, jamais seria capaz de provocar essa grande realidade na vida de todas essas pessoas que creem neste Cristo, personagem empírico e tão revolucionário no que concerne às grandes e mais importantes questões existenciais. NEle discernimos nossa origem, o sentido de nossas vidas e no que devemos esperar do futuro. Por isso, afirmamos sem receio que grande parte do estresse espiritual é resultante do orgulho e da soberba de recusar Jesus ( O Cristo crucificado)como a água da vida por excelência.

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    4. Muitas doutrinas sem fundamentação bíblica estão sendo ensinadas em púlpitos de igrejas cristãs: batismo pelos mortos, predestinação, arrebatamento secreto, dom de línguas, prosperidade material, imortalidade da alma, comer de tudo, uso de véu pelas mulheres, guarda do domingo, “mariolatria” ou culto às imagens, etc. são apenas alguns dos muitos exemplos. Tudo isto é resultado de uma interpretação equivocada pelo uso da descontextualização dos textos bíblicos.

      Temos convivido com uma infinidade de “igrejas” ou “denominações evangélicas” em nossos dias, com promessas de exorcismo, curas, milagres, prosperidade, um verdadeiro mercado eclesiástico! Cada uma com a Bíblia aberta dizendo o que pensa. Entendo perfeitamente a atitude de Jesus. Tenho vergonha espiritual de certas coisas que escuto e vejo!

      Antes tínhamos o problema terrível do fundamentalismo religioso, hoje é uma teologia liberal que tem gerado incrédulos, crentes equivocados na fé e líderes religiosos estranhos, que beiram o ridículo com seus ensinamentos e comportamento.

      Concluo dizendo as palavras do Dr. David H. Stern (judeu):

      " A melhor demonstração do caráter judaico do Novo Testamento é também a prova mais convincente de sua veracidade, ou seja o número de profecias do Tanakh – todas muitos séculos mais velhas que os acontecimentos registrados no Novo Testamento – cumpridas na pessoa de Yeshua de Natzeret (Jesus de Nazarè). A probabilidade de que qualquer pessoa pudesse se encaixar em dezenas de condições proféticas por mero acaso é infinitesimal. [...] Jesus cumpriu todas as profecias referentes à Sua primeira vinda; [...] As restantes serão cumpridas quando Ele retornar em glórias.” Nisto cremos também.

      Convidamos vc a acompanhar nossa série sobre o Messias. O primeiro texto começa aqui:

      http://www.nossasletrasealgomais.com/2013/06/o-messias-parte-1.html

      Um grande abraço e sinta-se à vontade para voltar sempre que quiser. Será um prazer conversar com vc.

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