História da Redenção parte 1


Como tudo começou? 

“Então houve guerra no céu: Miguel e os seus anjos batalhavam contra o dragão. E o dragão e os seus anjos batalhavam, mas não prevaleceram, nem mais o seu lugar se achou no céu. E foi precipitado o grande dragão, a antiga serpente, que se chama o Diabo e Satanás, que engana todo o mundo; foi precipitado na terra, e os seus anjos foram precipitados com ele. Então, ouvi uma grande voz no céu, que dizia: Agora é chegada a salvação, e o poder, e o reino do nosso Deus, e a autoridade do seu Cristo; porque já foi lançado fora o acusador de nossos irmãos, o qual diante do nosso Deus os acusava dia e noite. E eles o venceram pelo sangue do Cordeiro e pela palavra do seu testemunho; e não amaram as suas vidas até a morte. Pelo que alegrai-vos, ó céus, e vós que neles habitais. Mas ai da terra e do mar! porque o Diabo desceu a vós com grande ira, sabendo que pouco tempo lhe resta.” (Apocalipse 12: 7-12)

“Não há registro na Bíblia de como se originou o mal no coração de Lúcifer, apenas narra que começou com ele e “nos expõe as consequências do mal. O objetivo de Deus é mostrar-nos que o mundo é regido por leis perfeitas estabelecidas para a preservação da vida, e que o desrespeito a essas leis pode ter consequências trágicas (...) Porém, não pode existir amor onde não existe liberdade. Portanto, a possibilidade de amar ou rejeitar a Deus, de servi-Lo ou abandoná-Lo, de fazer o bem ou o mal, era parte de um mundo perfeito. Se não existisse a possibilidade do mal, as criaturas celestes não seriam livres. Seriam escravas do bem. Fariam o bem porque não teriam opção de fazer o mal. (...) O mal não é a simples possibilidade. O mal é a rebelião contra os princípios do bem, é a escolha deliberada da possibilidade do mal.(...) Infelizmente esta foi a decisão de Lúcifer, o anjo mais famoso do universo. Ele se rebelou contra Deus e tentou derrubá-Lo do governo celestial. Acusou o Criador de duas coisas: em primeiro lugar, na opinião de Lúcifer, as criaturas celestiais poderiam ser mais felizes e mais livres se não existissem todas essas leis que regem o Universo. Em segundo lugar, Deus, na opinião do anjo caído, era um ditador arbitrário que amputava a liberdade de Suas criaturas e portanto ele, Lúcifer, era a pessoa certa para governar o Universo. (...) Lúcifer começou a semear entre os anjos suas dúvidas e acusações. E Deus não podia permitir por tempo indefinido essa situação no céu.” (Alejandro Bullon. O Terceiro Milênio e as Profecias do Apocalipse – Como viver sem medo do futuro. Pág. 20- 22. Casa Publicadora Brasileira. 1998)


Para uma melhor compreensão sugerimos a leitura deste texto: A Queda de Lúcifer , antes de assistir os episódios 'A Deserção e 'O Sonho'.


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