O Dilúvio e a Torre de Babel

por Ellen White - História da Redenção, cap. 8 e 9- pág. 62-74

O dilúvio (Este capítulo é baseado em Gênesis 6-8; 9:8-17)

‘Os descendentes de Sete foram chamados filhos de Deus; os descendentes de Caim, filhos dos homens. Como os filhos de Deus se misturassem com os filhos dos homens, tornaram-se corruptos e, pela união em casamento com eles, perderam, mediante a influência de suas esposas, seu peculiar e santo caráter, e uniram-se com os filhos de Caim em sua idolatria. Muitos puseram de lado o temor de Deus e pisaram Seus mandamentos. Mas havia uns poucos que praticavam a justiça, que temiam e honravam ao seu Criador. Noé e sua família estavam entre estes poucos justos.

A maldade do homem era tão grande, e aumentou a um ponto tão terrível, que Deus Se arrependeu de ter criado o homem sobre a Terra, pois viu que a maldade do homem era grande, e que toda a imaginação dos pensamentos de seu coração era má continuamente.

Mais de uma centena de anos antes do dilúvio o Senhor mandou um anjo ao fiel Noé para fazê-lo saber, que Ele não mais teria misericórdia da raça corrupta. Mas não queria que ignorassem o Seu desígnio. Instruiria a Noé e faria dele um fiel pregador para advertir o mundo da breve destruição, para que os habitantes da Terra ficassem sem escusas. Noé devia pregar ao povo, e também preparar uma arca como Deus lhe ia mostrar, para salvar a si e sua família. Não devia apenas pregar, mas seu exemplo em construir a arca devia convencer a todos de que ele cria no que pregava.

Noé e sua família não estavam sozinhos em temer e obedecer a Deus. Mas Noé era o mais piedoso e santo de todos sobre a Terra, e foi aquele cuja vida Deus preservou para levar a cabo a construção da arca e para advertir o mundo de sua condenação por vir. Matusalém, o avô de Noé, viveu até o próprio ano do dilúvio; houve outros que creram na pregação de Noé e o ajudaram na construção da arca, os quais morreram antes do dilúvio de águas vir sobre a Terra. Noé, pela sua pregação e exemplo em construir a arca, condenou o mundo.

Deus deu a todos que desejassem a oportunidade de arrepender-se e voltar-se para Ele. Mas não creram na pregação de Noé. Zombaram de suas advertências e ridicularizaram a construção daquele imenso navio em terra seca. Os esforços de Noé para reformar seus compatriotas não tiveram êxito. Mas, por mais de cem anos ele perseverou em seus esforços para que os homens se arrependessem e voltassem a Deus. Cada pancada desferida sobre a arca pregava para o povo. Noé dirigia, pregava e trabalhava, enquanto o povo olhava com espanto e o considerava um fanático.

Construindo a arca

Deus deu a Noé as dimensões exatas da arca, e instruções explícitas com relação à sua construção em todos os pormenores. Em muitos sentidos ela não foi feita como um navio, mas preparada como uma casa; a base como um casco que pudesse flutuar sobre a água. Não existiam janelas nos lados da arca. Tinha três andares e a luz era recebida de uma janela na cobertura. A porta ficava ao lado. Os diferentes compartimentos para a recepção de diferentes animais foram feitos de maneira que a janela do alto iluminasse a todos. A arca foi feita de cipreste ou madeira de Gofer, a qual estaria isenta de apodrecimento por centenas de anos. Era uma construção de grande durabilidade, que nenhuma sabedoria de homem poderia inventar. Deus fora o planejador, e Noé o construtor-chefe.

Depois de Noé ter feito tudo ao seu alcance para fazer corretamente cada parte do trabalho, era impossível que ela pudesse por si mesma resistir à violência da tempestade que Deus em Sua ardente ira ia trazer sobre a Terra. O trabalho de acabamento da construção foi um processo lento. Cada peça de madeira foi cuidadosamente ajustada e todas as juntas cobertas com piche. Tudo o que o homem podia fazer se fez, para tornar perfeito o trabalho; e, afinal, depois de tudo isto, unicamente Deus podia preservar a construção sobre furiosas e altas ondas, pelo Seu miraculoso poder.

A multidão a princípio aparentemente recebeu a advertência de Noé, todavia não se voltou para Deus em verdadeiro arrependimento. Houve algum tempo a eles dado antes que o dilúvio viesse, no qual foram colocados em graça — para serem provados e testados. Falharam em suportar a prova. A degeneração prevalecente venceu-os, e finalmente se uniram aos outros que eram corruptos, em escárnio e zombaria ao fiel Noé. Não quiseram abandonar seus pecados e continuaram na poligamia e condescendentes com suas paixões corrompidas.

Seu período de graça estava se aproximando do fim. Os descrentes e escarnecedores habitantes do mundo iam ter um sinal especial do divino poder de Deus. Noé tinha seguido fielmente as instruções dadas por Deus. A arca fora concluída exatamente como Deus ordenara. Ele tinha estocado imensas quantidades de alimento para homens e animais. Depois que isto fora feito, Deus ordenou ao fiel Noé: “Entra na arca, tu e toda a tua casa, porque reconheço que tens sido justo diante de Mim no meio desta geração.”

Os animais entram na arca

Anjos foram mandados a recolher das florestas e campos os animais que Deus havia criado. Os anjos foram adiante desses animais, e eles os seguiram, dois a dois, macho e fêmea, e os animais limpos em porção de sete. Estes animais, desde os mais ferozes até os mais mansos e inofensivos, pacífica e solenemente marcharam para a arca. O céu parecia anuviado com pássaros de toda espécie. Eles vinham voando para a arca, dois a dois, macho e fêmea, e os pássaros limpos aos sete. O mundo olhava com admiração — alguns com medo, mas eles tinham se tornado tão endurecidos pela rebelião que esta grande manifestação do poder de Deus teve apenas momentânea influência sobre eles. Por sete dias os animais foram entrando na arca, e Noé os dispunha nos lugares preparados para eles.

Ao contemplar a raça condenada, o Sol a resplandecer em sua glória, e a Terra vestida quase em edênica beleza, baniram seus temores crescentes com divertimento ruidoso, e, com suas ações de violência, pareciam convidar sobre si o castigo da ira de Deus, já despertada.

Tudo estava pronto para o fechamento da arca, o que não podia ter sido feito de dentro por Noé. Um anjo foi visto pela multidão escarnecedora descendo do Céu, vestido com luz deslumbrante semelhante a um relâmpago. Ele fechou a maciça porta, e então outra vez tomou seu caminho de volta para o Céu.

Sete dias esteve a família de Noé na arca antes que a chuva começasse a descer sobre a Terra.

Foi nesse tempo que eles fizeram as adaptações para a sua longa permanência, enquanto as águas estivessem sobre a Terra. E estes foram dias de divertimento blasfemo da multidão incrédula. Pensavam, porque a profecia de Noé não se cumprira imediatamente depois de sua entrada na arca, que ele estava enganado e que era impossível que o mundo pudesse ser destruído por um dilúvio. Antes disto não tinha havido chuva sobre a Terra. Um vapor erguia-se das águas, que Deus fazia voltar à noite como orvalho, para reviver a vegetação e levá-la a florescer.

Não obstante a solene exibição do poder de Deus que tinham testemunhado — a inusitada ocorrência dos animais deixando as florestas e campos e entrando na arca, o anjo de Deus vestido de luz deslumbrante e em terrível majestade descendo do Céu e cerrando a porta — ainda endureceram o coração e continuaram a divertir-se e zombar das notáveis manifestações do poder divino.

A tempestade irrompe

Mas, ao oitavo dia o céu escureceu. O ribombo do trovão e o vívido resplendor dos relâmpagos começaram a terrificar os homens e animais. A chuva caía das nuvens sobre eles. Isto era algo que nunca tinham visto, e seu coração desmaiava de temor. Os animais vagueavam de um lado para outro no mais desenfreado terror, e seus gritos discordantes pareciam lamentar seu próprio destino e a sorte dos homens. A violência da tempestade aumentou até que a água parecia cair do céu como poderosas cataratas. As margens dos rios se rompiam, e as águas inundavam os vales. Os fundamentos do grande abismo também se partiram. Jatos de água irrompiam da terra com força indescritível, arremessando pedras maciças a muitos metros para o ar, que ao caírem, sepultavam-se profundamente no solo.

O povo viu a princípio a destruição das obras de suas mãos. Seus esplêndidos edifícios, e os belos jardins e bosques em que haviam colocado seus ídolos, eram destruídos pelos raios do céu, e as ruínas se espalhavam por toda parte. Tinham erigido altares nos bosques, consagrados aos seus ídolos, sobre os quais ofereciam sacrifícios humanos. Estas coisas que Deus detestava foram subvertidas em Sua ira perante eles, e eles tremiam ante o poder do Deus vivo, o Criador dos céus e da Terra; e foi-lhes feito saber que foram suas abominações e horríveis sacrifícios idólatras que haviam atraído a sua destruição.

A violência da tempestade aumentou, e misturados com a fúria dos elementos ouviam-se os lamentos das pessoas que desprezaram a autoridade de Deus. Árvores, edifícios, rochas e terra eram arrojados em toda direção. O terror do homem e dos animais era indescritível. O próprio Satanás, que fora obrigado a permanecer no meio dos elementos em fúria, temeu pela sua existência. Ele se havia deleitado em dirigir uma raça tão poderosa, e desejara que vivessem para praticar suas abominações, e aumentar sua rebelião contra o Deus do Céu. Proferia imprecações contra Deus, acusando-O de injustiça e crueldade. Muitos dentre o povo, como Satanás, blasfemavam de Deus, e, se pudessem levar a cabo sua rebelião, tirá-Lo-iam de Seu trono de justiça.

Enquanto muitos blasfemavam e amaldiçoavam seu Criador, outros, com frenético temor, estendendo as mãos para a arca, rogavam sua admissão ali. Mas, isto era impossível. Deus havia fechado a porta, a única entrada, e fechou Noé dentro e os ímpios fora. Somente Ele podia abrir a porta. O temor e arrependimento deles veio tarde demais. Foram compelidos a saber que havia um Deus vivo que era mais poderoso que o homem, a quem tinham desafiado e contra quem blasfemaram. Clamavam a Ele ferventemente, mas Seus ouvidos não estavam abertos a seu clamor. Alguns em seu desespero procuraram forçar a entrada na arca, porém a firme estrutura resistiu aos seus esforços. Alguns agarraram-se à arca até que foram arrebatados pelas águas revoltas, ou foi seu apego interrompido pela colisão com rochas e árvores, lançadas em toda direção.

Aqueles que haviam ignorado as advertências de Noé e ridicularizado o fiel pregador da justiça arrependeram-se demasiado tarde de sua descrença. A arca era severamente agitada e sacudida. Os animais, dentro, em suas variadas vozes, exprimiam medo selvagem; mas em meio a toda fúria dos elementos, a elevação das águas e o arremesso violento de pedras e árvores, a arca flutuava em segurança. Anjos magníficos em poder guiavam a arca preservando-a de danos. Cada momento durante a terrível tempestade de quarenta dias e quarenta noites a preservação da arca foi um milagre do Todo-poderoso.

Os animais, expostos à tempestade, corriam para os homens, buscando unir-se com os seres humanos, como a esperar deles auxílio. Alguns dentre o povo amarraram seus filhos e a si mesmos em cima de animais poderosos, sabendo que estes se apegariam à vida, e subiriam aos pontos mais altos para escaparem das águas que se elevavam. A tempestade não abrandou sua fúria — as águas aumentaram mais rapidamente do que no começo. Alguns ataram-se a altas árvores sobre os elevados pontos da terra, mas, estas árvores foram desarraigadas e lançadas com violência através do ar como que arremessadas furiosamente, com pedras e terra, nas elevadas e encapeladas ondas. Sobre os mais elevados pontos seres humanos e animais lutavam para manter sua posição até que todos foram arremessados dentro das águas enfurecidas, que quase alcançavam os píncaros da Terra. Os pontos mais elevados foram afinal alcançados, e homens e animais igualmente pereceram pelas águas do dilúvio.

Noé e sua família ansiosamente esperaram o decrescimento das águas, pois almejavam sair de novo à terra. Ele soltou um corvo que voava da arca para fora e voltava para a arca. Não obtendo a informação que desejava, soltou uma pomba, que, não encontrando onde pousar, retornou à arca. Depois de sete dias a pomba foi novamente solta, e quando se viu em seu bico uma folha de oliveira, houve grande regozijo por parte desta família de oito pessoas, que tinha passado tão longo tempo fechada na arca.

Novamente um anjo desceu e abriu a porta da arca. Noé podia remover a cobertura, mas não podia abrir a porta que Deus fechara. Deus falou a Noé mediante o anjo que abriu a porta, e ordenou à sua família que saísse da arca tomando consigo todos os seres vivos.


O sacrifício de Noé e a promessa de Deus

Noé não se esqueceu de Deus, que graciosamente os havia preservado, e imediatamente erigiu um altar, tomando de todo animal limpo e de toda ave limpa, para oferecer uma oferta queimada no altar, mostrando sua fé em Cristo, o grande sacrifício, e manifestando sua gratidão a Deus por Sua maravilhosa preservação. A oferta de Noé subiu a Deus como um cheiro suave. Ele aceitou a oferta e abençoou a Noé e sua família. Aqui uma lição é ensinada a todos os que vivem sobre a Terra: que a cada manifestação da misericórdia e amor de Deus para com eles, o primeiro ato de todos deve ser render-Lhe gratidão e humilde adoração.

Para que não acontecesse que a acumulação de nuvens e queda da chuva enchessem os homens de um terror constante, proveniente do medo de um outro dilúvio, o Senhor graciosamente encorajou a família de Noé com uma promessa: “Estabeleço a Minha aliança convosco: não será mais destruída toda carne por águas de dilúvio, nem mais haverá dilúvio para destruir a Terra. Disse Deus: Este é o sinal da Minha aliança que faço entre Mim e vós, e entre todos os seres viventes que estão convosco, para perpétuas gerações. Porei nas nuvens o Meu arco; será por sinal da aliança entre Mim e a Terra. Sucederá que, quando Eu trouxer nuvens sobre a Terra, e nelas aparecer o arco, então Me lembrarei da Minha aliança, firmada entre Mim e vós e todos os seres viventes de toda carne; e as águas não mais se tornarão em dilúvio para destruir toda carne. O arco estará nas nuvens; vê-lo-ei e Me lembrarei da aliança eterna entre Deus e todos os seres viventes de toda carne que há sobre a Terra.”

Que condescendência da parte de Deus! Que compaixão pelo homem falível, colocar o belíssimo e variegado arco-íris nas nuvens, sinal do concerto do grande Deus com o homem! Este arco-íris devia tornar evidente a todas as gerações o fato de que Deus destruiu os habitantes da Terra por um dilúvio, por causa de sua grande maldade. Era o propósito de Deus que, quando os filhos das gerações posteriores vissem o arco-íris nas nuvens e perguntassem a significação do glorioso arco que abrange os céus, seus pais pudessem explicar-lhes a destruição do velho mundo pelo dilúvio, porque as pessoas se entregaram a toda sorte de maldades, e que as mãos do Altíssimo tinham curvado o arco e colocado nas nuvens como um sinal de que Ele nunca mais enviaria um dilúvio de águas sobre a Terra.

Este símbolo nas nuvens deve confirmar a crença de todos, e estabelecer sua confiança em Deus pois é um sinal de divina misericórdia e bondade para com o homem; que embora Deus tivesse sido provocado a destruir a Terra pelo dilúvio, ainda assim Sua misericórdia circunda a Terra. Deus disse que quando olhasse para o arco nas nuvens Se lembraria. Não precisa fazer-nos compreender que Ele jamais Se esquece, mas fala ao homem em sua própria linguagem, para que o homem possa melhor compreendê-Lo.

A torre de Babel (Este capítulo é baseado em Gênesis 11:1-9)

Alguns dos descendentes de Noé logo começaram a apostatar. Uma parte seguiu o exemplo de Noé e obedeceu aos mandamentos de Deus; outros foram descrentes e rebeldes e nem mesmo tinham a mesma idéia quanto ao dilúvio. Alguns descriam da existência de Deus, e em sua própria mente atribuíam o dilúvio a causas naturais. Outros criam que Deus existia e que fora Ele quem destruíra a raça antediluviana pelo dilúvio, e seus sentimentos, como os de Caim, ergueram-se em rebelião contra Deus porque Ele destruiu da Terra o povo e amaldiçoou a Terra pela terceira vez, por um dilúvio.

Aqueles que era inimigos de Deus sentiam-se diariamente reprovados pela justa conduta e piedosa vida daqueles que amavam, obedeciam e exaltavam a Deus. Os descrentes consultaram entre si e decidiram separar-se dos fiéis, cuja vida justa era uma contínua restrição à sua ímpia conduta. Viajaram a certa distância para se afastarem deles, e escolheram uma vasta planície para habitar. Então construíram uma cidade, e conceberam a ideia da edificação de uma grande torre que alcançasse as nuvens, para que pudessem habitar juntos na cidade e na torre, e não mais fossem dispersados.

Arrazoaram que estariam seguros no caso de outro dilúvio, pois construiriam sua torre com muito maior altura do que as águas prevaleceram no tempo do dilúvio, e que todo o mundo os honraria e que eles seriam quais deuses e governariam o povo. Esta torre fora planejada para exaltar seus construtores, e pretendia voltar a atenção dos outros que vivessem na Terra, de Deus, para unirem-se com eles em sua idolatria. Antes do trabalho de construção estar cumprido, as pessoas moravam na torre. Salas foram esplendidamente mobiliadas, decoradas e devotadas aos seus ídolos. Aqueles que não criam em Deus imaginavam que se sua torre chegasse às nuvens, eles seriam capazes de descobrir as causas do dilúvio.

Exaltaram-se contra Deus. Ele, porém, não lhes permitiria completar seu trabalho. Tinham construído a torre até grande altura quando o Senhor mandou dois anjos para confundi-los em seu trabalho. Homens tinham sido apontados para receber as ordens dos que trabalhavam no topo da torre, que pediam material para o seu trabalho, sendo que o primeiro comunicava ao segundo, e este ao terceiro, até que a ordem chegava aos que estavam na base. Ao ser a ordem passada de um para outro, os anjos confundiram sua linguagem, e quando a ordem chegava aos que trabalhavam na base, provia-se material que não fora pedido. E depois de um laborioso processo de fazer chegar o material aos operários no cimo da torre, não era o que eles desejavam. Desapontados e enraivecidos, eles reprovavam aqueles que julgavam estar em falta.

Depois disso não houve mais harmonia em seu trabalho. Irados uns com os outros, e sem saber a que atribuir os mal-entendidos e estranhas palavras entre eles, abandonaram o trabalho, separaram-se uns dos outros e se espalharam sobre a Terra. Até aquele tempo os homens tinham falado uma única língua. Raios do céu, como um sinal da ira de Deus, quebraram a parte superior da torre, lançando-a por terra. Deus queria mostrar assim ao homem rebelde que Ele era supremo.” 


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