O nascimento de Moisés
1Um homem da casa de Levi casou com uma mulher da mesma tribo. 2A mulher ficou grávida e deu à luz um filho. Vendo que o menino era bonito, escondeu-o durante três meses. 3Não podendo, porém, escondê-lo por mais tempo, pegou um cesto de junco, tapou os buracos com betume e piche e, pondo nele o menino, largou o cesto no meio dos juncos à beira do rio. 4A irmã do menino ficou de longe, para ver o que ia acontecer com ele.
5A filha de Faraó desceu para se banhar no rio, e as moças que tinham vindo com ela passeavam pela margem. Quando ela viu o cesto no meio dos juncos, mandou que uma das criadas fosse buscá-lo. 6Abrindo o cesto, viu a criança; e eis que o menino chorava. Ela teve compaixão dele e disse:
— Este é um menino dos hebreus.
7Então a irmã do menino perguntou à filha de Faraó:
— Quer que eu vá chamar uma das hebreias para que sirva de ama e crie esta criança para a senhora?
8A filha de Faraó respondeu:
— Vá.
A moça foi e chamou a mãe do menino. 9Então a filha de Faraó disse à mulher:
— Leve este menino e amamente-o para mim; eu darei um salário para você.
A mulher pegou o menino e o criou. 10Quando o menino já era grande, ela o levou à filha de Faraó, da qual ele passou a ser filho. Esta lhe deu o nome de Moisés e disse:
— Porque das águas o tirei.
Moisés foge do Egito
11Naqueles dias, sendo Moisés já homem feito, saiu para visitar os seus irmãos e viu o trabalho pesado que faziam. Viu também que certo egípcio espancava um hebreu, um do seu povo. 12Olhou para todos os lados e, vendo que não havia ali ninguém, matou o egípcio e escondeu o corpo na areia. 13Moisés saiu no dia seguinte, e eis que dois hebreus estavam brigando. Então perguntou ao culpado:
— Por que você está espancando o seu próximo?
14O homem respondeu:
— Quem pôs você por príncipe e juiz sobre nós? Está querendo me matar, como matou aquele egípcio?
Moisés ficou com medo e pensou: “Com certeza já descobriram o que eu fiz.”
15Informado desse caso, Faraó quis matar Moisés; porém Moisés fugiu da presença de Faraó e foi morar na terra de Midiã.
Chegando lá, sentou-se junto a um poço. 16O sacerdote de Midiã tinha sete filhas, as quais vieram tirar água e encheram os bebedouros para dar de beber ao rebanho de seu pai. 17Então vieram os pastores e as expulsaram dali. Moisés, porém, se levantou, e as defendeu, e deu de beber ao rebanho. 18Quando elas voltaram para junto de Reuel, seu pai, este lhes perguntou:
— Por que vocês vieram mais cedo hoje?
19Elas responderam:
— Um egípcio nos livrou das mãos dos pastores, e ainda nos tirou água, e deu de beber ao rebanho.
20Então Reuel disse às filhas:
— E onde está ele? Por que vocês o deixaram lá? Chamem o homem para que venha comer conosco.
21Moisés consentiu em morar com aquele homem; e ele deu a Moisés sua filha Zípora, 22a qual deu à luz um filho, a quem Moisés deu o nome de Gérson, porque disse:
— Sou peregrino em terra estranha.
O sofrimento do povo
23Decorridos muitos dias, o rei do Egito morreu. Os filhos de Israel gemiam por causa da sua escravidão. Eles clamaram, e o seu clamor chegou até Deus. 24Deus ouviu o gemido deles e lembrou-se da sua aliança com Abraão, com Isaque e com Jacó. 25E Deus viu os filhos de Israel e atentou para a situação deles.
Êxodo 3
Deus fala com Moisés
1Moisés apascentava o rebanho de Jetro, o seu sogro, sacerdote de Midiã. E, levando o rebanho para o lado oeste do deserto, chegou a Horebe, o monte de Deus. 2Ali o Anjo do Senhor lhe apareceu numa chama de fogo, no meio de uma sarça. Moisés olhou, e eis que a sarça estava em chamas, mas não se consumia. 3Então disse consigo mesmo:
— Vou até lá para ver essa grande maravilha. Por que a sarça não se queima?
4Quando o Senhor viu que ele se aproximava para ver, Deus, do meio da sarça, o chamou e disse:
— Moisés! Moisés!
Ele respondeu:
— Eis-me aqui!
5Deus continuou:
— Não se aproxime! Tire as sandálias dos pés, porque o lugar em que você está é terra santa.
6Disse mais:
— Eu sou o Deus de seu pai, o Deus de Abraão, o Deus de Isaque e o Deus de Jacó.
Moisés escondeu o rosto, porque teve medo de olhar para Deus.
7Então o Senhor continuou:
— Certamente vi a aflição do meu povo, que está no Egito, e ouvi o seu clamor por causa dos seus feitores. Conheço o sofrimento do meu povo. 8Por isso desci a fim de livrá-lo das mãos dos egípcios e para fazê-lo sair daquela terra e levá-lo para uma terra boa e ampla, terra que mana leite e mel; o lugar do cananeu, do heteu, do amorreu, do ferezeu, do heveu e do jebuseu. 9Pois o clamor dos filhos de Israel chegou até mim, e também vejo a opressão com que os egípcios os estão oprimindo. 10Agora venha, e eu o enviarei a Faraó, para que você tire do Egito o meu povo, os filhos de Israel.
11Então Moisés perguntou a Deus:
— Quem sou eu para ir a Faraó e tirar do Egito os filhos de Israel?
12Deus respondeu:
— Eu estarei com você. E este será o sinal de que eu o enviei: depois que você tiver tirado o povo do Egito, vocês adorarão a Deus neste monte.
13Moisés disse para Deus:
— Eis que, quando eu for falar com os filhos de Israel e lhes disser: “O Deus dos seus pais me enviou a vocês”, eles vão perguntar: “Qual é o nome dele?” E então o que lhes direi?
14Deus disse a Moisés:
— Eu Sou o Que Sou.
Disse mais:
— Assim você dirá aos filhos de Israel: “Eu Sou me enviou a vocês.”
15Deus disse ainda mais a Moisés:
— Assim você dirá aos filhos de Israel: “O Senhor, o Deus dos seus pais, o Deus de Abraão, o Deus de Isaque e o Deus de Jacó, me enviou a vocês. Este é o meu nome eternamente, e assim serei lembrado de geração em geração.”
16— Vá, reúna os anciãos de Israel e diga-lhes: “O Senhor, o Deus dos seus pais, o Deus de Abraão, o Deus de Isaque e o Deus de Jacó, me apareceu, dizendo: ‘Em verdade eu os tenho visitado e visto o que tem sido feito com vocês no Egito. 17E prometi tirá-los da aflição do Egito e levá-los para a terra do cananeu, do heteu, do amorreu, do ferezeu, do heveu e do jebuseu, para uma terra que mana leite e mel.’” 18E ouvirão o que você vai dizer. E você irá, com os anciãos de Israel, ao rei do Egito e lhe dirá: “O Senhor, o Deus dos hebreus, veio ao nosso encontro. Agora deixe-nos ir caminho de três dias ao deserto, a fim de oferecer sacrifícios ao Senhor, nosso Deus.” 19Eu sei, porém, que o rei do Egito não os deixará ir se não for obrigado por mão forte. 20Portanto, estenderei a mão e ferirei o Egito com todos os meus prodígios que farei no meio dele. Depois disso, o rei os deixará ir.
21— Eu farei com que este povo encontre favor diante dos egípcios; e, quando vocês saírem, não será de mãos vazias. 22Cada mulher pedirá à sua vizinha e à mulher que estiver hospedada em sua casa objetos de prata, objetos de ouro e roupas, que vocês porão sobre os seus filhos e sobre as suas filhas. E assim vocês despojarão os egípcios.
“O principal objetivo de Moisés ao escrever o livro de Êxodo foi o de narrar a maravilhosa intervenção divina em favor de Sua nação escolhida ao libertá-la da escravidão e Sua bondosa condescendência ao fazer uma aliança com esse povo. O tema que atravessa todo o livro tem o propósito de mostrar que a repetida infidelidade do povo escolhido e a oposição da maior nação da Terra não puderam frustrar o plano de Deus para Israel. Os relatos do êxodo falam à imaginação dos jovens e fortalecem a fé dos mais velhos, suscitando confiança na liderança divina e compelindo-nos a seguir a Deus humildemente aonde quer que nos conduza.” (Comentário Bíblico Adventista)
A sarça de Deus e o clamor do povo
Deus estava atento ao sofrimento de Seu povo (Êx 2:23, 24). O termo na’aqatam (“o gemido deles”) é usado para descrever aquilo que chama a atenção de Deus (Êx 2:24). Essa palavra geralmente expressa situações de profundo desespero no Antigo Testamento. Êxodo 2:24 descreve uma cena curiosa: o clamor do povo faz com que Deus Se lembre de Sua aliança com os patriarcas. No entanto, zakhar, o termo para “lembrar”, expressa ideias muito mais profundas do que um simples apelo à memória de algo antigo. O verbo carrega um caráter ativo, que salienta o foco detido e atento de um Deus onipresente, que Se alinha com um problema particular dos seres humanos. A ideia do verso é que Ele está tomando nas próprias mãos o problema de Seu povo.
Esse contexto literário aponta para o caráter especial do chamado de Moisés, em Êxodo 3. Trata-se da contrapartida terrestre à lembrança divina. Em outras palavras, Deus Se lembra e, portanto, chama Moisés. Tal foco teológico representa a íntima relação entre as ações de Deus e de Seus escolhidos, evidenciando que seres humanos podem ser eleitos para atuarem como respostas divinas.
Êxodo 3:1 nos informa que Moisés apascentava o rebanho de seu sogro na região do monte Horebe. Nessa passagem é descrita a atividade que o futuro líder de Israel, então com 80 anos de idade, vinha desempenhando por 40 anos. O nome do local onde a teofania (a aparição de Deus) aconteceu é qualificado como “o monte de Deus”, pois Ele escolheu Se revelar ali em uma sarça. O termo hebraico para “sarça” é seneh, uma palavra rara, presente apenas em Êxodo 3:2 e Deuteronômio 33:16. Possivelmente, ele é aqui utilizado para antecipar o monte Sinai por meio da semelhança linguística e identificá-lo com Horebe, preanunciando assim o local em que o povo encontraria o Senhor.
[…]
O nome de Deus e as desculpas de Moisés
O verbo de ligação hebraico hayah (“ser, estar”), assim como em português, exige um predicado, ou seja, um complemento. Em Êxodo 3, contudo, ele é utilizado de maneira única. O verso 12 o aplica na descrição do principal sinal que o Senhor dá a Moisés: “Eu estarei com você. E este será o sinal de que Eu o enviei: depois que você tiver tirado o povo do Egito, vocês adorarão a Deus neste monte”. Essa afirmação respondia à pergunta humilde de Moisés a respeito de sua inadequação para a tarefa de libertar o povo. A resposta é enigmática, pois sugere que a presença de Deus com Moisés, algo até então subjetivo para outros israelitas, e a futura adoração coletiva no monte Sinai, ainda não tangível, seriam os sinais principais de que Ele cumpriria o que prometia.
A natureza enigmática desses primeiros sinais parece ter soado irrazoável aos ouvidos de Moisés. Ele precisava de mais detalhes e, por isso, pediu o nome Daquele que o enviava. Novamente, o Senhor utiliza o verbo hayah de maneira singular para descrever-Se: “Eu sou o Que Sou” e “Eu Sou Me enviou a vocês” (Êx 3:14). Este parece ter sido o evento que revelou ao povo de Israel a essência do nome de Deus, o tetragrama sagrado. [Nota do editor: Em hebraico, a frase “Eu Sou” é uma palavra só escrita com quatro letras (iod, hê, vav, hê), geralmente transliteradas YHWH ou Yahweh, e por isso é chamada de “tetragrama”, que significa “que tem quatro letras”. Desse nome hebraico derivam os nomes divinos “Iavé”, “Javé” e “Jeová”. O tetragrama era tratado com muita reverência pelos antigos, e era substituído pela palavra “Adonai” (Senhor) durante a leitura das Escrituras hebraicas. As versões modernas da Bíblia mantêm essa tradição usando a palavra “Senhor”, em destaque, sempre que aparece o tetragrama no texto hebraico do Antigo Testamento.] Na mesma passagem, Deus afirma não ter sido conhecido por nome pelos patriarcas e, portanto, passa agora a Se autor revelar de maneira especial. No entanto, Ele já havia utilizado a frase “Eu Sou” em Sua comunicação com os patriarcas (Gênesis 15:7; 17:1; 26:24; 28:13; 35:11; 46:3). Era comum que os reis da antiguidade se apresentassem assim. A ausência do complemento, contudo, indica que o foco recai sobre a essência de Deus: Ele existe por Si mesmo, sustentando em Sua majestosa essência a vida e a realidade.
Apesar dessa apresentação, Moisés não aceitou prontamente o que Deus tinha para ele. Suas quatro desculpas revelam uma tentativa de escapar da missão. Sua visão de quem Deus, o povo e ele próprio eram compunham uma cosmovisão acomodada da realidade. Mesmo os sinais adicionais dados por Deus não foram suficientes para que Moisés aceitasse prontamente o chamado. Cada um dos milagres dados como sinal do poder de Deus ilustrava Sua soberania sobre a cultura egípcia. Contudo, Moisés aparentava estar ansioso a respeito de sua própria história com o Egito.
Sua última desculpa, “sou pesado de boca e pesado de língua” (Êxodo 4:10), possivelmente se referia à perda de fluência da língua egípcia, que ele não falava há 40 anos. Sua própria história de rebeldia contra aquela nação possivelmente trazia-lhe medo. Tal inadequação intrínseca, porém, era justamente o que Deus buscava.
Por fim, uma importante lição da história do chamado de Moisés é que nenhum propósito divino, por mais que seja completamente guiado por Deus, deve ser levado com displicência por quem é chamado. Êxodo 4:18 a 31 exemplifica isso ao indicar que Moisés precisaria descer ao Egito como um verdadeiro hebreu com toda a sua família. A circuncisão de Gérson, seu filho, não deveria ser negligenciada, dada a importância de que a família inteira se dedicasse ao chamado de Deus para ser parte de Seu povo. Deus mostrava, assim, que o serviço abnegado ao Senhor deve sempre ser pautado por retidão, preparo e, sobretudo, confiança em Seu poder. Quando procedemos assim, o pouco que temos e somos se torna o poder de Deus: “Então Moisés tomou a mulher e os filhos, fez com que montassem num jumento e voltou para a terra do Egito. Moisés levava na mão o bordão de Deus” (Êxodo 4:20).” (Felipe Alves Masotti)

“Havia chegado o tempo em que o Senhor queria que Moisés trocasse o cajado de pastor pelo bordão de Deus, pois o tornaria poderoso em realizar sinais e maravilhas, livrando Seu povo da opressão e protegendo-o quando perseguido por seus inimigos. “Então Moisés perguntou a Deus: ‘Quem sou eu para ir a Faraó e tirar do Egito os filhos de Israel?’ Deus respondeu: ‘Eu estarei com você. E este será o sinal de que Eu o enviei: depois que você tiver tirado o povo do Egito, vocês adorarão a Deus neste monte.’ Moisés disse para Deus: ‘Eis que, quando eu for falar com os filhos de Israel e lhes disser: “O Deus dos seus pais me enviou a vocês”, eles vão perguntar: “Qual é o nome Dele?” E então o que lhes direi?’ Deus disse a Moisés: ‘Eu Sou o Que Sou.’ Disse mais: ‘Assim você dirá aos filhos de Israel: “Eu Sou me enviou a vocês.”’ Deus disse ainda mais a Moisés: ‘Assim você dirá aos filhos de Israel: “O Senhor, o Deus dos seus pais, o +Deus de Abraão, o Deus de Isaque e o Deus de Jacó, me enviou a vocês. Este é o Meu nome eternamente, e assim serei lembrado de geração em geração”’” (Êxodo 3:11-15; Spiritual Gifts, v. 3, p. 188).
Na criação do homem, manifestou-se a atuação de um Deus pessoal. Quando Deus fez o homem à Sua imagem, a forma humana era perfeita em toda a sua composição, mas não tinha vida. Então um Deus pessoal e autoexistente soprou naquela forma o fôlego da vida, e o homem se tornou um ser vivo, inteligente. Todas as partes de seu organismo se puseram em ação. O coração, as artérias, as veias, a língua, as mãos, os pés, os sentidos, as faculdades da mente, tudo passou a funcionar, sendo todos submetidos a uma lei. O homem se tornou alma vivente. Mediante Cristo, a Palavra, um Deus pessoal criou o homem, dotando-o de inteligência e poder. Nossa matéria não Lhe era oculta quando, em segredo, fomos formados. Seus olhos viram essa matéria ainda informe, e em Seu livro todos os nossos membros foram descritos quando ainda nenhum deles havia (A Ciência do Bom Viver, p. 258).
Se Deus desejasse ser representado como personalidade ligada às coisas da natureza – flor, árvore, hastes da relva – não teria Cristo falado disso aos Seus discípulos quando esteve na Terra? Mas em parte alguma nos ensinos de Cristo é Deus representado dessa forma. Cristo e os apóstolos ensinaram claramente a verdade da existência de um Deus pessoal. Cristo revelou tudo de Deus que os seres humanos pecadores poderiam suportar sem serem destruídos. Ele é o divino Mestre e Iluminador. Se Deus houvesse pensado que necessitávamos de outras revelações além das feitas por intermédio de Cristo e em Sua Palavra escrita, Ele as teria dado (Testemunhos Para a Igreja, v. 8, p. 217).
“Enquanto Moisés vivia em seu retiro, o Senhor enviou anjos para instruí-lo com relação ao futuro. Ali ele aprendeu a ter domínio próprio e humildade. Cuidava do rebanho de Jetro e, enquanto cumpria sua humilde tarefa de pastor, Deus o preparava para ser o pastor espiritual de Suas ovelhas, o povo de Israel. Ele se graduara general a fim de liderar exércitos, mas o Senhor queria que ele aprendesse os deveres e desempenhasse as tarefas de um pastor fiel de Seu povo, para cuidar ternamente de Suas ovelhas errantes e perdidas. Então “chegou a Horebe, o monte de Deus. Ali o Anjo do Senhor lhe apareceu numa chama de fogo, no meio de uma sarça. Moisés olhou, e eis que a sarça estava em chamas, mas não se consumia. Então disse consigo mesmo: ‘Vou até lá para ver essa grande maravilha. Por que a sarça não se queima?’ Quando o Senhor viu que ele se aproximava para ver, Deus, do meio da sarça, o chamou e disse: ‘Moisés! Moisés!’ Ele respondeu: ‘Eis-me aqui!’ Deus continuou: ‘Não se aproxime! Tire as sandálias dos pés, porque o lugar em que você está é terra santa.’ Disse mais: ‘Eu sou o Deus de seu pai, o Deus de Abraão, o Deus de Isaque e o Deus de Jacó.’ Moisés escondeu o rosto, porque teve medo de olhar para Deus. Então o Senhor continuou: ‘Certamente vi a aflição do Meu povo, que está no Egito, e ouvi o seu clamor por causa dos seus feitores. Conheço o sofrimento do Meu povo. Por isso desci a fim de livrá-lo das mãos dos egípcios e para fazê-lo sair daquela terra e levá-lo para uma terra boa e ampla, terra que mana leite e mel; o lugar do cananeu, do heteu, do amorreu, do ferezeu, do heveu e do jebuseu. Pois o clamor dos filhos de Israel chegou até Mim, e também vejo a opressão com que os egípcios os estão oprimindo. Agora venha, e Eu o enviarei a Faraó, para que você tire do Egito o Meu povo, os filhos de Israel‘ (Êxodo 3:1-10; Spiritual Gifts, v. 3, p. 187).
Antes de partir, Moisés recebeu sua grande comissão, a ordenação para essa grandiosa obra, de uma forma que o encheu de admiração e lhe conferiu um profundo senso de sua fraqueza e indignidade. Enquanto estava dedicado a seus deveres, viu um arbusto cujo tronco, ramos e folhas ardiam, mas não eram consumidos. Aproximou-se para observar a cena maravilhosa, quando ouviu uma voz dirigida a ele, provinda do interior da chama. Era a voz de Deus. Havia sido Ele, na qualidade de Anjo da aliança, quem Se revelara aos patriarcas em outras eras. Moisés estremeceu, enchendo-se de terror quando o Senhor o chamou pelo nome. Com lábios trementes, respondeu: “Eis-me aqui!” (Êxodo 3:4). Foi então advertido a não se aproximar do Criador com indevida familiaridade: “Tire as sandálias dos pés, porque o lugar em que você está é terra santa” (Êxodo 3:5; Perto do Céu, 18 de julho)
Antes de partir, Moisés recebeu sua grande comissão, a ordenação para essa grandiosa obra, de uma forma que o encheu de admiração e lhe conferiu um profundo senso de sua fraqueza e indignidade. Enquanto estava dedicado a seus deveres, viu um arbusto cujo tronco, ramos e folhas ardiam, mas não eram consumidos. Aproximou-se para observar a cena maravilhosa, quando ouviu uma voz dirigida a ele, provinda do interior da chama. Era a voz de Deus. Havia sido Ele, na qualidade de Anjo da aliança, quem Se revelara aos patriarcas em outras eras. Moisés estremeceu, enchendo-se de terror quando o Senhor o chamou pelo nome. Com lábios trementes, respondeu: “Eis-me aqui!” (Êxodo 3:4). Foi então advertido a não se aproximar do Criador com indevida familiaridade: “Tire as sandálias dos pés, porque o lugar em que você está é terra santa”.” (Êxodo 3:5; Perto do Céu, 18 de julho).

Anjo do Senhor é uma expressão já conhecida em Gênesis 16 e 22. O contexto sugere que se refere ao próprio Deus e Senhor.
Gênesis 16:7 = era o Senhor, o próprio Deus.
Gênesis 22:11 = o próprio Senhor.
“A teofania ocorre por meio do “Anjo do Senhor”, uma figura recorrente no Antigo Testamento. Esse Anjo é apresentado aceitando adoração e exibindo características divinas (Gênesis 16:7-13; 22:11-15; 31:11-13; Número 22:22-38; Josué 5:13-15; Juízes 2:1-3; 6:11-22). Em Êxodo 3, o paralelismo entre o “Anjo do Senhor” (v. 2) e o nome de Deus, o tetragrama (v. 4), aponta para o fato de que tais designações descrevem o mesmo Ser. […]
Pela primeira vez na Bíblia, ao lembrar da promessa feita aos patriarcas, Deus Se refere à terra prometida como um lugar em que “mana leite e mel” (Êx 3:8). Aos patriarcas, essa característica de Canaã não havia sido mencionada. Somente em Êxodo, para um povo escravizado, tal descrição funcionaria como imagem de uma libertação completa e duradoura.” (Felipe Alves Masotti)
Em Êxodo 3: 2-18 o Anjo Se intitula como sendo “o Deus de Abraão, o Deus de Isaque e o Deus de Jacó”.
No capítulo 5 do livro bíblico Josué v. 13-15 o “Príncipe do Exército do Senhor” aparece a Josué.
Chama de fogo é símbolo da presença divina.
Josué se prostra e O adora. O Príncipe pede a Josué para retirar suas sandálias porque ele estava diante de um ser Santo.
Temos, então:
. O “Príncipe do Exército do Senhor” é o mesmo Ser nas duas experiências.
. Os dois títulos são usados para a mesma Pessoa, que também é denominada como “Senhor” (Yahweh) e Deus “Elohim”
O Príncipe do Exército do Senhor é o Anjo do Senhor:
Êxodo 3:4-6
Josué 6:2
Daniel 8:11
Daniel 8:25 – esta fórmula “Príncipe dos príncipes é um superlativo usado para divindades. (Deuteronômio 10:17; Salmo 136:3; Apocalipse 19:16)
Daniel 9:25 o Messias é chamado de Príncipe.
Daniel 10:13 – Miguel é um dos “primeiros príncipes”
Daniel 10:21 – Miguel é o Príncipe do povo de Deus – “vosso Príncipe “
Daniel 11:22 – menciona o ‘Príncipe da Aliança’
Daniel 12:1 Miguel, o grande príncipe, o defensor dos filhos do teu povo”
Jesus Cristo é denominado como Príncipe nas Escrituras:
Isaías 9:6 = Príncipe da Paz
Atos 5:31 = Deus O exaltou a Príncipe e Salvador.
O Príncipe do Exército do Senhor é o Anjo do Senhor, não é qualquer anjo. É o Arcanjo Miguel.
Judas 9 identifica Miguel como sendo “o arcanjo”.
Só há um arcanjo mencionado na Bíblia:
Judas 9
I Tessalonicenses 4:15-17
João 5:25 , 28-29
A expressão “Senhor dos Exércitos” no Antigo Testamento se refere a Deus comandando os Seus anjos. 2 Reis 6:15-17.
Apocalipse 12: 7-8 => duas forças contrárias, porém, não com seus respectivos chefes
. Miguel e os Seus anjos x o dragão (Satanás) e os seus anjos (1/3 parte que ele arregimentou dos anjos do Céu.

“Na sarça ardente, quando Moisés, não reconhecendo a presença de Deus, dirigiu-se para contemplar a maravilhosa visão, foi dada a ordem: “Não se aproxime! Tire as sandálias dos pés, porque o lugar em que você está é terra santa. […] Moisés escondeu o rosto, porque teve medo de olhar para Deus” (Êxodo 3:5,6). […] O ser humano não consegue, mediante pesquisa, encontrar a Deus. Ninguém, com mão presunçosa, deve querer levantar o véu que oculta Sua glória. “Inexplicáveis são os Seus juízos, e quão insondáveis são os Seus caminhos!” (Romanos 11:33). É uma prova de Sua misericórdia o fato de Seu poder ser oculto, pois erguer o véu que encobre a divina presença significa a morte. Nenhuma mente humana consegue penetrar no retiro em que o Poderoso habita e atua. Unicamente aquilo que Ele acha por bem revelar podemos compreender sobre Ele. A razão precisa reconhecer uma autoridade superior a ela. O coração e o intelecto precisam dobrar-se diante do grande Eu Sou (A Ciência do Bom Viver, p. 276, 278).
O propósito de Deus é tornar evidentes, por meio de Seu povo, os princípios de Seu reino. Mas, para que possa revelar esses princípios em sua vida e caráter, o Senhor deseja separá-lo dos costumes, hábitos e práticas do mundo. Procura aproximá-lo de Si para que lhe possa dar a conhecer Sua vontade.
Esse foi Seu propósito na libertação de Israel do Egito. Na sarça ardente, Moisés recebeu de Deus a mensagem destinada ao Faraó: “Deixe o Meu povo ir, para que Me adore” (Êx 7:16). Com mão forte e braço estendido, Deus tirou o povo hebreu da terra do cativeiro. Foi maravilhosa a libertação que operou em seu favor, punindo com uma destruição completa os inimigos que recusaram atender à Sua Palavra.
Deus queria separar Seu povo do mundo e prepará-lo para receber Sua Palavra. Do Egito conduziu-o ao monte Sinai, onde lhe revelou Sua glória. Ali nada havia que pudesse desviar seu espírito de Deus; e, enquanto o povo levantava os olhos para os elevados cumes que se erguiam para o céu, podia compreender sua insignificância diante do grande Criador. Ao lado desses rochedos, que nada podia mover exceto a vontade divina, o Senhor Se comunicou com o ser humano. E, para que Sua Palavra lhes ficasse clara e distintamente gravada na mente, proclamou Sua lei, que tinha dado no Éden e era o transcrito de Seu caráter, em meio a trovões e relâmpagos, com tremenda majestade. Essas palavras foram escritas sobre tábuas de pedra pelo dedo de Deus. Desse modo, a vontade divina foi revelada a um povo que fora chamado a dar a conhecer a todas as nações, tribos e línguas os princípios de Seu governo no Céu e na Terra (Testemunhos Para a Igreja, v. 6, p. 13)
Comentário Bíblico Adventista
“Numa chama de fogo. O texto hebraico diz literalmente “do meio da sarça”. Não é que houvesse apenas uma sarça próxima ao monte Horebe, mas essa foi a única a que se atribuiu um significado especial. A sarça ardente foi uma representação visível da mensagem que Deus transmitiu a Moisés. Em contraste com as árvores mais nobres e altas (Juízes 9: 15), a sarça espinhosa pode ser comparada ao povo de Israel em sua humilhação, desprezado pelo mundo. O fogo que queimava mas não consumia o arbusto pode ser tomado como representante da aflição refinadora da escravidão. No entanto, a sarça não era consumida; da mesma forma que, na chama castigadora, o Senhor não entrega Seu povo à morte (Salmo118:18).
5. Não te chegues para cá. Ao se aproximar do arbusto, Moisés não esperava receber uma visão, nem estava ainda ciente da presença de Deus. Portanto, quando chegou perto para examinar aquela “grande maravilha” (v. 3), ele foi advertido a permanecer a uma distância segura. Tira as sandálias dos pés. Uma vez que sapatos como temos hoje não eram usados pelos egípcios nem pelos habitantes do deserto oriental, é mais correto traduzir a palavra heb. na’al por “sandália”. A prática de tirar os sapatos antes de entrar num templo, palácio ou mesmo em casas particulares sempre foi costume universal Oriente Médio. Uma vez que sapatos ou sandálias carregam poeira e outras impurezas, a mente oriental considera um sacrilégio entrar calçado num lugar limpo ou sagrado. A mesma ordem dada a Moisés foi repetida a Josué mais tarde (Josué 5:15).
Terra santa. O lugar onde Moisés estava era santo, não porque já fosse um antigo santuário ou lugar sagrado desconhecido para ele, como alguns comentaristas sugerem, mas devido à presença de Deus. 6. O Deus de teu pai. A transição de “Anjo do SENHOR” (v. 2) para “SENHOR” (v. 4), e então para “Deus” (v. 4, 6) exclui a ideia de que Yahweh era simplesmente um Deus nacional, como alega a Alta Crítica. Isso mostra que as três expressões são mais ou menos sinônimas. Após tornar Sua presença conhecida a Moisés, Deus Se apresentou como o Deus de seus antepassados, Abraão, I saque e Jacó. Desse modo, Ele o fez recordar as promessas feitas aos patriarcas, as quais estavam prestes a se cumprir para sua descendência, os filhos de Israel. Na expressão “teu pai”, os três patriarcas estão classificados como um todo, por causa das relações pessoais que cada um teve com Deus e das promessas que cada um recebeu dEle. Moisés escondeu o rosto. A glória do santo Deus não pode ser contemplada por homem nenhum. Portanto, era natural que Moisés escondesse sua face . Mais tarde, Elias fez o mesmo nesse lugar (I Reis 19:13), e até os santos anjos diante do trono de Deus no céu fazem assim (Isaías 6:2).
Comentário Estudo em Religião: Pentateuco (SALT – IAENE) – Teologia do Êxodo
“Deus havia feito uma promessa para Abraão de que a sua descendência, após 400 anos de cativeiro em terra estrangeira seria libertada para herdar a terra de Canaã. Quando o relógio divino marcou o tempo de cumprimento desta promessa Deus já havia preparado um homem, Moisés […]”
Comentários Dr. Rodrigo Silva:
“De fato Deus em Si mesmo Se basta. Mas, Ele resolveu criar a humanidade. Ele nos quis. Ele nos trouxe a existência. Então, há algo de Deus que embora seja autossuficiente Ele Se faz contar conosco. E neste aspecto a história da humanidade tem a intervenção divina onde Deus entra no nosso mundo e dialoga conosco, não que Ele tenha necessidade ou precise fazer pactos com o ser humano, mas nós temos. Nós precisamos deles. Nós é que perdemos se não seguirmos os pressupostos de Deus. Além disso quando Deus oferece um pacto a nós é uma segurança de que Ele cumprirá Sua Palavra.”
“2 casos na Bíblia de ordem para tirar as sandálias: Moisés e Josué. Ambos estavam sendo chamados para uma missão. Ambos tinham base cultural egípcia. Na cultura egípcia quando você está diante de uma divindade você tira a sandália. Deus estava partindo do conhecido para o desconhecido. Deus estava aculturando no elemento humano verdades Eternas: EU SOU Deus. A teologia da Aliança que costura todo o Pentateuco não é nada senão um acordo entre o Criador e Suas criaturas.”

“Deus Se revelou a Moisés, chamando-o para ser o servo que libertaria Seu povo do Egito e o levaria à terra prometida. Moisés se sentiu sobrecarregado com essa nova missão e pediu a Deus que escolhesse outra pessoa.
Quando Deus chama Seu povo para realizar uma tarefa específica, Ele também o prepara e capacita para cumpri-la. O chamado e a capacitação caminham juntos. O Senhor dá os dons espirituais necessários. Não precisamos nos preocupar, mesmo que a obra pareça excessivamente grande e além de nossas habilidades. Deus está no comando. Precisamos deixar o Senhor ser Deus em nossa vida e confiar completamente em Suas promessas. Podemos confiar Nele.
A estrutura de Êxodo 3 e 4, que trata da intervenção de Deus em favor do Seu povo, pode ser dividida em quatro partes principais:
a. O encontro de Deus com Moisés (Êxodo 3; 4:1-17), que tem uma introdução e uma missão (Êxodo 3:1-10) e quatro partes que tratam do diálogo entre o Senhor e Moisés:
(1) Êxodo 3:11, 12;
(2) Êxodo 3:13-22;
(3) Êxodo 4:1-9; e
(4) Êxodo 4:10-12. Além de um epílogo: o último apelo de Moisés, a ira de Deus e o envio de Arão para apoiar Moisés (Êxodo 4:13-17);
b. O retorno de Moisés ao Egito, acompanhado de sua esposa e dois filhos, com a garantia de que Deus o ajudaria (Êxodo 4:18-23);
c. Questões sobre a circuncisão (Êxodo 4:24-26);
d. Os encontros de Moisés com Arão, com os anciãos e, finalmente, com os israelitas (Êx 4:27-31).
Grandes e poderosos feitos de Deus estavam prestes a acontecer. O povo de Deus creu e adorou o Deus vivo, que agiria em favor de sua redenção.
O evento mais transformador na vida de Moisés foi seu encontro pessoal com o Senhor durante a experiência da sarça ardente. Esse incidente alterou dramaticamente sua vida. Na época do evento, ele tinha 80 anos e vivia uma vida plena, estável e bem ajustada. Ele era casado, tinha dois filhos, vivia em Midiã e era útil ao Senhor. Em seu tempo de silêncio, enquanto cuidava de ovelhas, ele foi inspirado por Deus a escrever dois livros bíblicos: Jó e Gênesis. Claramente, Moisés estava satisfeito com sua vida familiar e caminhada com o Senhor. Mas então veio uma interrupção chocante em sua rotina pacífica: Moisés viu uma sarça ardente que não era consumida pelas chamas que a engoliam.
Quando o Senhor chamou a atenção de Moisés, disse o quanto estava preocupado com a situação dos israelitas no Egito. Deus mencionou a miséria, a opressão, a escravidão, o clamor por socorro e o sofrimento de Seu povo. O Senhor declarou: “Por isso desci a fim de livrá-lo” (Êxodo 3:8). Ele chamou os israelitas de “Meu povo” (Êxodo 3:10) e queria conduzi-los para uma nova terra. Nós a chamamos de terra prometida porque Deus deu Sua palavra a Abraão, Isaque e Jacó de que seus descendentes herdariam Canaã. Chegou a hora de Ele agir, e Moisés seria o instrumento por meio do qual Deus cumpriria Sua promessa.
Moisés foi chamado pelo próprio Deus para voltar ao Egito, uma terra da qual ele havia fugido para salvar sua própria vida, 40 anos antes (em 1490 a.C.). Moisés agora deveria se encontrar com o Faraó Tutmés III (1504-1450 a.C.), a quem ele conhecia pessoalmente desde a época em que cresceu e viveu no palácio do Faraó. A mãe adotiva de Moisés, Hatshepsut, havia morrido em 1482 a.C. Quando Deus pediu a Moisés para voltar e trabalhar com Ele para libertar os israelitas do Egito, Ele deu duas ordens a Moisés: “Agora venha, e Eu o enviarei a Faraó, para que você tire do Egito o Meu povo, os filhos de Israel” (Êxodo 3:10). Desse versículo, podemos observar que o Senhor usou dois imperativos que não são tão claros em nossas traduções modernas. Deus disse a Moisés enfaticamente: (1) “Venha”; e (2) “Tire do Egito o Meu povo”. Assim se desenrolou o drama do chamado de Moisés.
Para refletir:
1. Tudo em nossa vida está relacionado à forma como percebemos Deus. Quem é Ele para você? Como percebe e compreende a presença divina em sua vida? Que tipo de imagem de Deus você nutre?
2. O chamado de Deus em nossa vida se assemelha a uma ampla rodovia com diversos caminhos. Muitas vezes, a tarefa ou o chamado mais desafiador nos ajuda a perceber que é isso que Deus deseja que façamos. O Senhor nunca nos guia por um caminho fácil ou egocêntrico; Ele deseja nosso crescimento e o que é melhor para nós. Sua Palavra nos ordena a seguir em frente, mesmo que a tarefa pareça esmagadora ou além de nossa capacidade. Como você pode identificar e ter certeza de que está seguindo Seu chamado e vocação na vida?
3. Desejamos cumprir a vontade de Deus conforme Seu plano e visão para nós. Que justificativa você apresenta a Ele que o impede de seguir Seu caminho em sua vida? Quais promessas bíblicas você precisa reivindicar para encontrar esperança e coragem em sua jornada com Ele? De que maneira essas promessas o motivam a servir aos outros?
ESBOÇO
I. REDENÇÃO: O SENHOR LIBERTA SEU POVO – ÊXODO 1-18
“[Eu] vos tirarei” (6:6)
- Israel no Egito: O Senhor chama um líder – 1 – 4
. Patriarcas e Profetas: Moisés – Capítulo 22