Testemunhos Seletos Vol. 1: O dever dos pais para com a escola – Capítulo 99

por Ellen White Nossos irmãos e irmãs de outras partes devem sentir o dever que lhes cumpre de manter esta instituição planejada por Deus. Alguns dos alunos voltam para casa murmurando e queixando-se, e os pais e os membros da igreja dão ouvidos às declarações exageradas, unilaterais. Bem fariam em considerar que a história tem dois lados; no entanto, permitem que essas informações truncadas criem uma barreira entre eles e o colégio. Começam então a exprimir temores, dúvidas e suspeitas quanto à maneira por que o colégio está sendo dirigido. Tal influência produz grande dano. As palavras de descontentamento propagam-se […] Continue lendo

Interpretando as Escrituras: Gênesis 3:15 é uma profecia messiânica? – Capítulo 20

Afolarin Olutunde Ojewole Site para compra: Casa Publicadora Brasileira “E porei inimizade entre ti e a mulher e entre a tua semente e a sua semente; esta te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar” (Gn 3:15, ARC). Durante séculos de interpretação cristã, Gênesis 3:15 tem tido abordagens literais e simbólicas bem divergentes. Alguns interpretam esse texto apenas como uma descrição do conflito entre seres humanos e serpentes. Outros afirmam que é uma história fictícia para explicar o medo que as pessoas têm de cobras ou por que as cobras rastejam e comem pó. Intérpretes católicos veem nesse texto […] Continue lendo

Por que Adão e Eva não morreram imediatamente? – Capítulo 19

Tarsee Li Site para compra: Casa Publicadora Brasileira “E o Senhor Deus lhe deu esta ordem: De toda árvore do jardim comerás livremente, mas da árvore do conhecimento do bem e do mal não comerás; porque, no dia em que dela comeres, certamente morrerás, […]” (Gn 2:16, 17). Para explicar o fato de Adão e Eva não terem morrido no exato dia em que comeram do fruto proibido, alega-se, por vezes, que, como um dia para Deus é como mil anos (2Pe 3:8), e Adão viveu menos de mil anos (Gn 5:5), o primeiro homem morreu, portanto, dentro do “dia” longo […] Continue lendo

Interpretando as Escrituras: Podemos identificar o local do Éden pelo nome dos rios? – Capítulo 18

John T. Baldwin e Erno Gyeresi Site para compra: Casa Publicadora Brasileira “E saía um rio do Éden para regar o jardim e dali se dividia, repartindo-se em quatro braços. O primeiro chama-se Pisom […]. O segundo rio chama-se Giom; é o que circunda a terra de Cuxe. O nome do terceiro rio é Tigre; é o que corre pelo oriente da Assíria. E o quarto é o Eufrates (Gn 2:10-14).” A passagem acima faz parte da história da criação em Gênesis 2. Embora a questão textual não pareça apresentar desafios, uma interpretação literal do texto apresenta imensas dificuldades para fornecer […] Continue lendo

Interpretando as Escrituras: Gênesis 1 e 2 apresentam dois relatos contraditórios? – Capítulo 17

Randall W. Younker Site para compra: Casa Publicadora Brasileira Esta é a gênese dos céus e da Terra quando foram criados, quando o Senhor Deus os criou. Não havia ainda nenhuma planta do campo na terra, pois ainda nenhuma erva do campo havia brotado; porque o Senhor Deus não fizera chover sobre a terra, e também não havia homem para lavrar o solo. Mas uma neblina subia da terra e regava toda a superfície do solo, (Gn 2:4-6). Um dos desafios à integridade do relato bíblico da criação é a alegação de que os dois primeiros capítulos do Gênesis apresentam duas […] Continue lendo

Interpretando as Escrituras: Foram os dias da criação de 24 horas? Capítulo 16

Jirí Moskala Site para compra: Casa Publicadora Brasileira “Chamou Deus à luz dia e às trevas, noite. Houve tarde e manhã, o primeiro dia (Gn 1:5). Os dias da criação têm sido compreendidos de diferentes formas. Alguns os interpretam como dias simbólicos; outros, como descrição poética ou relato evolucionista da atividade criadora de Deus; outros ainda os veem como revelação divina e os consideram dias literais. A fim de determinar qual a interpretação correta, é preciso investigar como se emprega o termo hebraico yom (dia) no relato da criação (Gn 1:1–2:4), porque somente o contexto pode lançar luz sobre essa discussão.1 […] Continue lendo

Interpretando as Escrituras: Qual a luz criada no primeiro dia da criação? Capítulo 15

Jirí Moskala Site para compra: Casa Publicadora Brasileira “Disse Deus: Haja luz; e houve luz (Gn 1:3). Embora nenhum observador humano tenha estado presente durante os cinco primeiros dias da semana da criação, dispomos do registro inspirado de “Moisés, o historiador da criação” (GC, p.v), que documentou por escrito o que lhe foi mostrado em visão. Desde o início da semana da criação (Gn 1:5, 8, 13, 19, 23, 31; 2:2, 3), determinou-se a sequência dos dias e aplicou-se a expressão “houve tarde e manhã” (Gn 1:5, 8, 13, 19, 23, 31) a cada um dos seis primeiros dias.1 A lógica […] Continue lendo

Interpretando as Escrituras: A Terra existia em estado caótico antes da semana da criação? – Capítulo 14

Gerhard Pfanll Site para compra: Casa Publicadora Brasileira “No princípio, criou Deus os Céus e a Terra. A Terra, porém, estava sem forma e vazia; havia” “trevas sobre a face do abismo, e o Espírito de Deus pairava por sobre as águas” (Gn 1:1, 2) Já se gastou muita tinta sobre o significado dos dois primeiros versos da Bíblia. A primeira frase “No princípio, criou Deus os Céus e a Terra” tem sido compreendida de diversas maneiras: (1) um resumo ou título do que vem a seguir no capítulo; (2) a criação da Terra já com vida, milhões ou bilhões de […] Continue lendo

Interpretando as Escrituras: Como os adventistas interpretam Apocalipse? – Capítulo 11

Gerhard Pfandil e Ekkhardt Mueller Site para compra: Casa Publicadora Brasileira Os adventistas do sétimo dia adotam na interpretação da Bíblia a abordagem histórico gramatical. Essa abordagem, que aceita as Escrituras como a autorizada Palavra de Deus, leva a sério tanto o testemunho que a Bíblia dá de si mesma quanto suas reivindicações, além de fazer a exegese do texto de maneira cuidadosa. Os livros de Daniel e Apocalipse têm recebido uma diversidade de interpretações, maior que qualquer outro livro na Bíblia. O objetivo deste capítulo é fornecer um esboço dos principais sistemas de interpretação usados na compreensão desses livros bem […] Continue lendo

Interpretando as Escrituras: Como os adventistas interpretam Daniel? – Capítulo 11

Gerhard Pfandil Site para compra: Casa Publicadora Brasileira Os adventistas do sétimo dia adotam na interpretação da Bíblia a abordagem histórico gramatical. Essa abordagem, que aceita as Escrituras como a autorizada Palavra de Deus, leva a sério tanto o testemunho que a Bíblia dá de si mesma quanto suas reivindicações, além de fazer a exegese do texto de maneira cuidadosa. Os livros de Daniel e Apocalipse têm recebido uma diversidade de interpretações, maior que qualquer outro livro na Bíblia. O objetivo deste capítulo é fornecer um esboço dos principais sistemas de interpretação usados na compreensão desses livros bem como sintetizar a […] Continue lendo