Lendo Ellen White: Assegure-se que Ellen White Tenha Realmente Dito – Capítulo 19

Estes artigos foram traduzidos para o português, a partir do livro em francês “Lire Ellen White”, por Ruth Mª C. Alencar. Título do original em inglês, Reading Ellen White: How to Understand and Apply Her Writings (Hagerstown, MD: Review and Herald, 1997, escrito pelo pastor George Knigh “O que você acha, perguntou um membro do auditório, da declaração da senhora White sobre a importância do estudo aprofundado dos 144.000 antes do fim do tempo da graça?” Felizmente, eu conhecia a resposta a esta questão. Ela disse exatamente o contrário: que este estudo não era indispensável e que nós deveríamos dedicar […] Continue lendo

Lendo Ellen White: Não Faça o Texto Dizer o que Ele não Diz – Capítulo 18

Estes artigos foram traduzidos para o português, a partir do livro em francês “Lire Ellen White”, por Ruth Mª C. Alencar. Título do original em inglês, Reading Ellen White: How to Understand and Apply Her Writings (Hagerstown, MD: Review and Herald, 1997, escrito pelo pastor George Knigh No capítulo precedente, observamos que Ellen White não reivindicou a inspiração verbal para seus escritos ou para a Bíblia e que ela muito menos os classificou como inerrantes ou infalíveis, no sentido de que eles seriam isentos de erros fatuais. Apesar de todos os esforços de Ellen White e de seu filho para […] Continue lendo

Lendo Ellen White: Perceba que a Inspiração não é Infalível nem Verbal – Capítulo 17

Este artigo foi traduzido para o português, a partir do francês Lire Ellen White, por Ruth Mª C. Alencar. Título do original em inglês, Reading Ellen White: How to Understand and Apply Her Writings (Hagerstown, MD: Review and Herald, 1997, escrito pelo pastor George Knight. “Eu fui levado a crer firmemente que cada palavra pronunciada por você, em público ou em particular, e cada letra escrita por você, não importa a circunstância, são inspiradas, no mesmo nível que os dez mandamentos. Apeguei-me a esta idéia com uma absoluta tenacidade face as inumeráveis objeções que foram levantadas por muitos que ocupavam […] Continue lendo

Conselhos sobre Escola Sabatina – Capítulo 1: Importância e propósito da obra da Escola Sabatina

por Ellen White Uma obra importante A obra da Escola Sabatina é importante, e todos os que se interessam na verdade devem esforçar-se para torná-la próspera. Maravilhoso poder para o bem Nossas Escolas Sabatinas não são nada menos que sociedades bíblicas, e no santo trabalho de ensinar as verdades da Palavra de Deus, podem realizar muito mais do que até o presente. A Escola Sabatina, quando bem dirigida, possui maravilhoso poder e se destina a realizar uma grande obra, mas presentemente* não é o que deveria ser. A influência que emana da Escola Sabatina deve melhorar e engrandecer a igreja; […] Continue lendo

Conversando sobre Gálatas com F. ROY COAD

Fonte: Comentário Bíblico. Bruce, F. F. Nova Versão Internacional Antigo e Novo Testamentos / editor geral F. F. Bruce; tradução: Valdemar Kroker. — São Paulo: Editora Vida, 2008. Título original: New International Bible commentary based on the NVI A carta aos Gálatas, felizmente, está isenta de problemas de crítica concernentes à autoria; os estudiosos têm sido praticamente unânimes em endossá-la como obra genuína do apóstolo Paulo. Os problemas que existem estão relacionados à data de composição da carta e à localização das igrejas às quais foi endereçada. Em meados do século I, a província romana da Galácia abrangia uma grande […] Continue lendo

Caminho para a Fé: Gálatas 3:21-25 – por Matheus Cardoso

No estudo 5, vimos que as seguintes expressões de Gálatas estão intimamente relacionadas: · debaixo da “maldição” da lei (Gálatas 3:10, 13); · “debaixo do pecado” (3:22); · debaixo da “lei” (3:23; 4:4, 5, 21; 5:18); · debaixo do “tutor” ou “disciplinador” (3:25). Estar “debaixo da lei” é o mesmo que estar debaixo da “maldição da lei” e “debaixo do pecado”. Em outras palavras, quem está “debaixo da lei” é quem desobedece à lei, e não quem a obedece. E tudo o que a lei pode oferecer aos transgressores é a condenação pela desobediência, que é a morte eterna. Portanto, […] Continue lendo

História da Redenção Capítulo 22: A Morte de Moisés

Este capítulo é baseado em Deuteronômio 31-34. Moisés logo devia morrer, e foi-lhe ordenado reunir os filhos de Israel antes de sua morte e referir-lhes todas as jornadas da hoste hebréia desde sua partida do Egito, e todas as grandes transgressões de seus pais, que tinham trazido os juízos de Deus sobre eles, compelindo-O a dizer que eles não entrariam na Terra Prometida. Seus pais tinham morrido no deserto, de acordo com a palavra do Senhor. Seus filhos tinham crescido, e a estes a promessa de posse da terra de Canaã devia ser cumprida. Muitos destes eram crianças quando a […] Continue lendo

História da Redenção Capítulo 21: O Pecado de Moisés

Este capítulo é baseado em Números 20 Novamente a congregação de Israel foi conduzida ao deserto, para o mesmo lugar onde Deus os provou logo depois de terem deixado o Egito. O Senhor lhes dera água tirada da rocha, que continuou a fluir até pouco antes de chegarem de novo à rocha, quando o Senhor fez cessar a corrente viva, a fim de outra vez provar Seu povo, para ver se suportariam o teste de sua fé ou voltariam a murmurar contra Ele. Quando os hebreus ficaram sedentos e não puderam achar água, tornaram-se impacientes e não se lembraram do […] Continue lendo

A Lei Abolida na Cruz: Análise de Gálatas 3:24, 25 por Djack Douglas Stuart Rodrigo Fritoli e Sidnei Constante

Fonte: Revista Kerygma – Ano 1 – Número 2 – 2º. Semestre de 2005 www.unasp.edu.br/kerygma p.71 Introdução Em Gálatas 3:24-25 Paulo escreve: “De maneira que a lei nos serviu de aio para nos conduzir a Cristo, a fim de que fôssemos justificados por fé. Mas, tendo vindo a fé, já não permanecemos subordinados ao aio”. Esse é um dos textos mais utilizados no meio evangélico para sustentar a ideia de que hoje não há mais a necessidade de se guardar a lei, uma vez que Paulo parece dizer que a lei teve seu fim com a vinda de Cristo. Em […] Continue lendo

A Superioridade da Promessa: Gálatas 3:15-20 – por Matheus Cardoso

Os oponentes de Paulo acreditavam que a lei fosse uma espécie de programa para obter a salvação. Ao obedecer à lei de Deus, a pessoa seria justificada – isto é, teria o perdão dos pecados, seria aceita por Deus e passaria a fazer parte de Seu povo. Em Gálatas 3, Paulo argumenta que o único meio de se alcançar a justificação é pela fé em Cristo. Abraão foi justificado por meio da fé, e não da obediência à lei (Gálatas 3:6), e o mesmo acontece conosco (v. 7-9). A condição para se tornar “filho de Abraão” (v. 7) e receber […] Continue lendo